sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Sefras de São Paulo comemora o Dia da Assistente Social


Sefras de São Paulo comemora o Dia da Assistente Social

Por Mestre Solange Amador

especial para este siteSão Paulo (SP)

Nesta terça-feira, dia 15 de maio, pelo segundo ano consecutivo, as assistentes sociais do Sefras de São Paulo se reuniram para comemorar o “Dia da Assistente Social”. O encontro contou coma participação de assistentes sociais de cada um dos serviços e projetos do Sefras de São Paulo, com momentos de confraternização, reflexão e oração, e teve como animador o guardião do Convento São Francisco, Frei Anacleto Luiz Gapski. Também se fizeram presentes os frades: Johannes, Marcos Mello, André, José Francisco e Leandro. O tema do encontro foi: “A pedagogia de Jesus iluminando a prática do Assistente Social”.

Avaliando a importância desse trabalho, foi formada uma equipe com uma assistente social de cada serviço, que terá como missão a preparação de encontros mensais das assistentes sociais ao longo do ano. A equipe ficou assim formada: Iraildes (Recifran), Luis (Albergue), Adriana (Cefran), Adelice (Hotel Social), Alalia (Centro de Reinserção Social), Elizete (Centro Infantil), Solange (Projeto Hanseníase), Cássia e Lidiane, representando as estagiárias de Serviço Social. Esta equipe preparará a próxima reunião, a se realizar no dia 19 de junho deste ano, das 14h30às 17 horas, em local a ser confirmado.Encontros mensais como este foram realizados em 2006, avaliados por todos como contribuição importante para a qualificação e fortalecimento da rede interna dos serviços e projetos.

UM POUCO DE HISTÓRIA - Dia 15 de maio é o "Dia da Assistente Social". “Uma data que ressalta a importância de profissionais que – por meio de um compromisso histórico e de sua atuação cotidiana – constróem o Serviço Social sob a égide do enfrentamento cotidiano às desigualdades sociais, da luta contra o desrespeito aos direitos sociais da população e da efetivação democrática no país.” (CRESS/SP – Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo).Foi em 15 de maio de 1891 que o Papa Leão XIII publicou a Encíclica Rerum Novarum, que postulava sobre as condições dos operários, apresentando ao mundo católico os fundamentos e as diretrizes da Doutrina Social da Igreja. Foi a primeira Encíclica Social escrita por um Papa e revelava o posicionamento da Igreja frente aos graves problemas sociais que dominavam as sociedades européias. Os assistentes sociais europeus assumiram o documento e os ensinamentos ali contidos, como base fundamental de seu trabalho. Desse modo, a Igreja Católica européia assumiu progressivamente a sua liderança sobre o enfoque das práticas sociais daqueles profissionais.No Brasil, o serviço social foi criado em 1936, a partir das iniciativas dos grandes líderes da Igreja Católica no país, inspirados na Doutrina Social da Igreja então enriquecida por uma nova Encíclica Social: a "Quadragésimo Ano", redigida pelo Papa Pio XI e publicada no dia 15 de maio de 1931 em comemoração aos quarenta anos da Rerum Novarum. Gestada no seio da prática da "Ação Social Católica", ou simplesmente "Ação Católica" - no Brasil a profissão cresceu sob a liderança da Igreja e, até o início dos anos 60, recebeu a influência direta e decisiva da sua "Doutrina Social".No entanto, somente em 1947, durante o 1º Congresso Brasileiro de Serviço Social, realizado em São Paulo, foi proposto pelo assistente social Francisco de Paula Ferreira, que o “15 de maio” fosse instituído o dia do Assistente Social por ser historicamente o dia do aniversário das encíclicas papais. Passados alguns anos, os profissionais aderiram à data como o Dia do Assistente Social, culminando na aprovação pelo Ministério do Trabalho do Decreto n° 994, de 15 de maio de 1962, que regulamentou a Lei n° 3.252/1957, que dispõe o exercício da profissão.

inhttp://www.franciscanos.org.br/noticias/noticias2007/noticia096.php

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

CFESS Nova Agenda de Serviço Social 2009

História, pintura, poesia e cantos mesclam-se com textos clássicos para falar de Trabalho e Riqueza no Brasil: 30 anos de luta contra a desigualdade. O tema faz referência aos 30 anos do Congresso da Virada, celebrados em 2009.
(Leia aqui o texto de apresentação da agenda 2009)
Nas páginas da agenda o trabalho é visto sob uma ótica lírica, mas principalmente crítica, já que o Congresso da Virada ficou conhecido por marcar o compromisso do serviço social com a transformação social e política no país.
A coordenadora da Comissão de Comunicação do CFESS, Kênia Figueiredo, considera que "este momento demonstra a concepção e o compromisso dos assistentes sociais com o trabalho".
E defende a importância do tema escolhido, explicando que "é pelo trabalho que somos capazes de proporcionar transformações essenciais no ser humano e na natureza".
O projeto gráfico é rústico e artesanal, como fruto de um trabalho manual: o papel é reciclado, e uma imagem de papéis amassados e recortados serve de suporte para "retalhos de conteúdo espalhados por todo o projeto", onde entram as fotografias, pinturas e poesias. "É como se nós resgatássemos, do fundo de um baú, textos e imagens de uma história que precisa ser lembrada", diz o designer da equipe Rafael Werkema.
Mais do que uma ferramenta de trabalho, a agenda 2009 é um almanaque ilustrado para inspirar e provocar assistentes sociais no seu dia-a-dia. As novas agendas estarão disponíveis nos CRESS a partir do dia 10 de dezembro.

Leia aqui o texto de apresentação da agenda 2009

Especificações Técnicas

Além de manter sua versão de bolso, a nova agenda tem mais espaço para anotações do que as anteriores. Também ganhou um porta-documentos, e vem com elástico e espiral protegido.

AGENDA CONVENCIONAL ASSISTENTE SOCIAL 2009
13x20cm, 438 páginas, com wire-o (tipo de espiral) protegido, porta-documento, marcador de página e elástico

AGENDA DE BOLSO ASSISTENTE SOCIAL 2009
17x8cm, 212 páginas, com wire-o (tipo de espiral) protegido, marcador de página e elástico

terça-feira, fevereiro 10, 2009

domingo, fevereiro 08, 2009

Manual Para Elaborar Projectos Internacionais de Cooperação Social

Manual de Formulación de proyectos de cooperación internacional.
A excelente Biblioteca Virtual, recentemente divulgada pela Red Social Chilena, pode encontrar muitos documentos importantes, como por exemplo, o acima referido, que sempre ajuda.
pode consultar e copiar...

Social Work and the Community: A Critical Context for Practice O Serviço Social e a Comunidade

Social Work and the Community:
A Critical Context for Practice,
Paul Stepney and Keith Popple,
Basingstoke, Palgrave Macmillan, 2008
This is a generally very sound book that, with the exception of my thoughts in the last paragraph of this review, is well conceived and executed. It provides an authoritative and up-to-date grounding in aspects of ‘community’ that are relevant to social work in the twenty-first century. There are some minor irritations—notably writing about ‘New Labour’ as though the authors take for granted that it is still novel, on so many pages that I lost count of them. Aware as I am that, by the time this book comes of age, there will be children in secondary schools who were not born when ‘New’ Labour came to power in 1997, I shall agree to differ with the authors over this particular editorial decision. However, there are so many ways in which the book pleases me that I incline towards concentrating on its strengths in this review.
We don't have enough really good books about ‘community’ as it applies now in social work, so this book is a welcome addition to my shelf. It begins appropriately enough with familiar discussion about the nature of community and the contribution of community students and different forms of state intervention in communities. The reader needs to note that although the treatment of concepts crosses national boundaries into Europe, the discussion of community work, by and large, is not exactly permeated with discussion of global aspects (some of the discussion in Chapter 9 is the exception to this). In a book that uses notions such as ‘Gemeinschaft’ and ‘Gesellschaft’ and deals, albeit briefly, with globalization, this is a shame. On page 154, under the heading ‘European policy context’, we are told in the first sentence that Part II contains a detailed analysis of the wider policy context. I must have misinterpreted this because I was disappointed to find that the chapter beginning Part II was a very British—indeed, with its early emphasis on Community Development Projects and so on, a rather English treatment. (There isn't a huge amount about Scotland or Wales in the book and there is even less about Northern Ireland.) However, by the same token, it was a fine-grained yet robust analysis, so I became absorbed in it and put my reservation on hold. Throughout, I found this capacity to retain my interest a feature of this well written book. Indeed, the great strength of the book is that it devotes space to analysis of aspects of community policies and practice of great relevance to the practitioner in England.
The sequence of the book is that it proceeds from ideas and concepts in Part I (Chapters 1–3), to policies in Part II (Chapters 4–6) and practice in Part III (Chapters 7–9). It is good to see in Chapter 3 a substantial discussion of reconceptualizations of ‘community’. Chapter 6 in Part II is a particularly fascinating examination of post-welfare state assumptions and policies. I like the breadth of the treatment in Chapter 9 of ‘international’ aspects, though I think that, apart from occasional references to, for instance, Latin America, and pages 169–71, which refer briefly to the USA and Australia, this has largely a European focus and, under that umbrella, the bulk of the material is restricted to comparisons in a few UK and other European locations.
The book does tend to omit a more systematic consideration of the wider global scene rather than making somewhat incidental references to the world beyond Europe, which, for me, means that the extensive literature on global aspects of community social development doesn't intersect significantly with the approach taken in this book. Some people may not view this as a problem, but, given that this book's title includes the word ‘context’, I regard the context of participatory and collaborative initiatives in many developing countries—with their accompanying messages about empowering research—as of relevance to a book of this nature. I guess the authors will say they can't include everything, but I would welcome attention being paid to the economic and political forces that structure and define ‘our’ world, allocate resources for development and, in the process, exclude not only the faintest, seldom-heard voices, but many other communities as well. The authors take a welcome case study approach to this kind of aspect—as in the comparative study of initiatives tackling exclusion in three European cities (pp. 167–9)—and it would have been good to have seen this approach extended to materially less wealthy parts of the world, contextualizing this, perhaps, with some critical material on the limitations of anti-poverty initiatives and the conditionality of aid with, perhaps, some ‘post-structuralist’ and feminist analysis and illustrations to extend critical perspectives referred to in the book, and demonstrate that poor people in communities can resist and fight back. There is some illustrative material on pages 169–71 on critical approaches, but this discussion of how we can move beyond structural analysis is placed late—creating the impression of an afterthought in the book—rather than heading it up. I think the authors' view is that the structural analysis should be combined with ‘critical postmodernism’, to sustain what I believe the authors are advocating at the very end of this book—critical, community-based practice. Having concluded this, I think, in the next edition, they should go back to the beginning of the book, recast the introduction to bring it out more and reshape Chapter 1 so that it brings to the foreground and expands into a more fully theorized statement the lone sentence that sits just before the conclusion about arguing for a critical practice. I had to be patient and dig for this, the most important and enduring message to take away from this otherwise very interesting book.
Robert Adams

A Xenofobia e Crise da Identidade Europeia

(...)
Hay un déficit de identidad europea, y mientras no se cubra será difícil evitar los tropiezos. Todos deseamos un proyecto europeo nítido reflejado en unos textos legibles, pero en su estado actual este proyecto es como una manta que, para cubrir los pies de uno, deja al descubierto los hombros de otro. En vez de forcejear para abrigarnos en detrimento de los demás, debemos agrandar la manta entre todos, y para ello lo mejor es tratar de reforzar la identidad común en terrenos que no resulten controvertidos y que faciliten la adhesión de los ciudadanos a los ideales europeos en todos los países miembros. El Programa Erasmus, que todos los años abre los ojos de miles de estudiantes a la realidad del continente, es un buen ejemplo de lo mucho que se puede hacer con ideas acertadas.
El legado histórico y cultural europeo ofrece muchas posibilidades. La Unión se ha construido partiendo de los cimientos económicos y hasta ahora pocos han sentido la necesidad de fortalecer los vínculos culturales, obvios para unos e innecesariamente problemáticos para otros. Pero la Europa de Schengen y del euro, la Europa que aspira a dotarse de una defensa común y a proyectar sus valores en el mundo, necesitará cada vez más sustentarse sobre un sentimiento compartido de su identidad.
Dante, Montaigne, Shakespeare, Cervantes y Goethe se sentían hijos de una tradición que hundía sus raíces en Roma y Atenas. Durante siglos, este sentimiento era común entre las personas educadas, que raramente se sentían extranjeras dentro del continente. ¿Se puede decir lo mismo de los ciudadanos europeos de hoy? ¿No sería bueno que, antes de entrar en la universidad, los estudiantes de la Unión tuvieran que superar, en uno de los cursos de secundaria, una asignatura de historia y cultura europeas con un temario parecido en todos los Estados miembros?
La historia y la cultura de Europa se han forjado a escala continental. Desde Atenas y Roma hasta el nacimiento de la Unión, pasando por el lento despertar de la Edad Media, el Renacimiento, la Ilustración y el Romanticismo, no debería resultar imposible a los especialistas ponerse de acuerdo sobre las líneas generales de un programa que mostrase la comunidad de ideas sobre la que la Europa actual se asienta y que presentase el Tratado de Roma como un verdadero tratado de paz tras las dos guerras civiles europeas que, al menos en su inicio, fueron en realidad las dos guerras mundiales.
La Unión Europea se creó mediante un cambio de paradigma: tras siglos de enfrentamientos, los Estados europeos resolvieron refundar sus relaciones sobre un principio de cooperación y de ayuda mutua. La proyección de este paradigma sobre el estudio de nuestro pasado nos haría ver el futuro con otros ojos. Lógicamente, esta asignatura no debería sustituir a la enseñanza de la historia propia de cada país. Tampoco se trataría de establecer el germen de un sistema educativo común, ni de dar competencias a la Comisión Europea en materia educativa. Estas competencias están muy bien donde están. Bastaría acordar unas directrices básicas para que fueran aplicadas por los ministerios o consejerías competentes en cada Estado miembro que deseara sumarse a la iniciativa.
(...)
in El pais
Para fortalecer la identidad europea
CARLES CASAJUANA 07/02/2009