quinta-feira, outubro 25, 2012

Young Academy of Europe emphasises importance of sustainable research funding in Europe


Young Academy of Europe emphasises importance of sustainable research funding in Europe


By endorsing the open letter from numerous Nobel Laureates regarding the upcoming negotiations of the European Union budget 2014-20, the members of the Young Academy of Europe (YAE) wish to express their serious concerns regarding imminent cuts to the Horizon 2020 research funding programme and the related negative long-term consequences for securing economic, social and intellectual prosperity.

The budget of Eur 79.3 bn proposed for Horizon 2020 by the Commission (cf. MEMO/11/848) is considered crucial for Europe to secure its place in the world. Developing sustainable growth requires sufficient support for science and innovation. This investment is a key factor for overcoming the current economic crisis, and for tackling pressing societal challenges.  The impact assessment report concerning research and innovation funding (cf. document SEC(2011) 1428 final), recognizes that it is critically important to generate breakthrough technologies and translate them into new products, processes and services for boosting productivity and growth.

These aims are jeopardized by independent actions taken by individual Member States and cuts to national budgets which together lead to fragmentation of EU policy. Therefore, restructuring European research and innovation activities to achieve the necessary impact in a sufficiently broad range of technologies must be implemented by the EU in terms of collaborative research and mobility initiatives. Successful research in Europe depends significantly on coordinated European activities.

The expressed aim of the twelve year old Lisbon Strategy to transform Europe into "the most competitive and dynamic knowledge-based economy in the world" can only be reached by attracting leading scientists willing to perform research in an environment that fosters both curiosity-driven and challenge-driven research. Competition for the best scientists calls for completion of the European Research Area (ERA) in order to create a unified landscape for research and innovation. This requires substantial long-term financial commitment.

In particular, implementation of the European Research Council (ERC) in 2007 represents a key tool for providing the required infrastructure. With its proposed 2014-20 budget of Eur 13.3 bn, the ERC will attract top scientists and strengthen the scientific base making seminal contributions to address societal challenges. It would be counterproductive to reduce funding for this instrument now, when it has shown initial success in improving the global perception of research in Europe. Successful implementation of the ERA and the ability to attract and keep the best scientists is put at risk by reducing the financial commitment, thus undermining the achievements of previous programmes.

Investments in the ERC and many other instruments within Horizon 2020 will pay off after more than a decade. Although this programme represents less than 8% of the overall EU budget of Eur 1,025 bn, it will generate disproportionately high downstream economic and competitive impact. It is estimated in the above mentioned documents that this investment will generate an increase of 0.92% of GDP by 2030.

In representing the next generation of European scientists, we wish to point out that cutting the research and innovation budget will seriously endanger Europe's ability to stimulate innovation and growth. As ERC funded researchers we cannot emphasize enough the worldwide esteem for this instrument. As YAE members and ERC Starting Grant holders we have benefited from substantial international experience in different research environments, and can testify to the need for programmes such as the ERC in order to provide competitive conditions and sufficient perspectives for the next generation of scientists.

We therefore appeal to the political decision makers to realize the critical importance of the Horizon 2020 budget and to adopt the budget proposed by the Commission in full. Otherwise, there will be dramatic consequences and Europe’s standing within the long term will be jeopardized. Can Europe afford to risk losing a generation of talented scientists when science is of such essential importance for the future?

quarta-feira, outubro 24, 2012

terça-feira, outubro 23, 2012

Rotary Club De Oliveira do Hospital Distingue Assistente Social Isabel Oliveira


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Rotary Clube de Oliveira do Hospital distingue Isabel Almeida

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A profissional de serviço social, Isabel Almeida, vai no próximo sábado ser distinguida pelo Rotary Clube de Oliveira do Hospital. A ação insere-se...
... na habitual homenagem ao profissional.
Isabel Almeida, de 54 anos, vai assistir, no próximo sábado, ao reconhecimento público daquilo que tem sido o seu percurso profissional no concelho de Oliveira do Hospital.
Natural do concelho do Fundão, a profissional de serviço social que desde 1981 tem estado ao serviço do concelho oliveirense vai ser homenageada pelo Rotary Clube de Oliveira do Hospital. Um gesto que pretende reconhecer o mérito à profissional de serviço social “mais antiga do concelho” e, ao mesmo tempo distinguir esta área de atividade.
“Nunca tinha sido homenageado um profissional na área dos serviços sociais”, referiu ao correiodabeiraserra.com a presidente do Rotary Clube de Oliveira do Hospital, Paula Mendonça, que apesar de também ser profissional da mesma área clarifica que a escolha da homenageada nada teve a ver com aquele facto, mas antes com a intenção de o Rotary Clube distinguir aquele que entende como o profissional do ano.
Na hora de escolher o profissional a homenagear, explica Paula Mendonça, foi tida em conta a prestação no domínio profissional, mas também o contributo ao nível de toda a comunidade. “Isto é que é ser profissional”, explica a presidente do Rotary Clube oliveirense, considerando estar em face de uma escolha acertada, tendo em conta toda a carreira de Isabel Almeida quer no domínio institucional, quer no envolvimento com a própria comunidade.
Destaque em particular para a sua passagem por várias IPSS e pela participação ativa em várias ações numa lógica de proximidade com os oliveirenses. “Foi sempre uma profissional que se notabilizou no meio em que está inserida”, regista Paula Mendonça, considerando estar em face de uma “profissional de referência”.
Isabel Almeida iniciou a sua atividade como assistente social, em fevereiro de 1981, no Centro Paroquial de Solidariedade da Freguesia de Bobadela – primeira instituição concelhia a apoiar idosos em Centro de Dia - onde até Fevereiro de1986 trabalhou a tempo inteiro. Ao longo de 18 anos implementou e coordenou as respostas sociais de Centro de Dia e Apoio Domiciliário. Durante o mesmo período, Isabel Almeida destacou-se pelo empenho que teve na remodelação e ampliação do atual edifício, organizando a candidatura ao Programa de Idosos em Lar – PILAR.
Em 1986, Isabel Almeida iniciou, a meio tempo, atividade como Assistente Social, no Centro Paroquial de Santa Ovaia, até 1998. Aqui coordenou a resposta social de Centro de Dia e implementou o Apoio Domiciliário e mais tarde o ATL. Dinamizou e desenvolveu a resposta social de Lar, e a partir de janeiro de 1999 até setembro de 2005, ficou a tempo inteiro nesta instituição, com funções de directora técnica, dirigindo e coordenando o funcionamento institucional de todas as respostas sociais.
Há cerca de sete anos, Isabel Almeida foi convidada a trabalhar como Diretora Técnica na Obra D. Josefina da Fonseca, onde se encontra até hoje, desempenhando o conteúdo funcional, inerente àquele cargo. Nesta instituição tem desenvolvido e acompanhado alguns projectos, salientando-se a candidatura que fez ao “Qual-IS II Centro – Qualificar a Intervenção Social”.
Para além do percurso percorrido no âmbito daquela que é a sua formação profissional, Isabel Almeida tem-se distinguido pela participação, juntamente com o marido Artur de Almeida, na equipa do CPM – Centro de Preparação para o Património, de Oliveira do Hospital. Uma prática que mantém, convicta que está de que é possível ajudar jovens casais a reflectir sobre a constituição da família. Ao longo de vários anos, Isabel Almeida também integrou os órgão sociais da ARCIAL e Obra D. Josefina da Fonseca

segunda-feira, outubro 22, 2012

Um em Cada Oito Australianos Vivem em Situação de Pobreza One in eight people living in poverty in Australia: new report


One in eight people living in poverty in Australia: new report

13 October 2012

The Australian Council of Social Service has today released a new report showing poverty in Australia remains a persistent problem with an estimated 2,265,000 people or 12.8% of all people living below the internationally accepted poverty line used to measure financial hardship in wealthy countries.
The report provides the most comprehensive picture of poverty in the nation since 2006 and shows that people who are unemployed, children (especially in lone parent families), and people whose main source of income is social security payments, are the groups most at risk of poverty.
"This report reveals that despite years of unprecedented growth and wealth creation, we have made little ground in combatting the scourge of poverty with 1 in 8 people overall and 1 in 6 children living below the poverty line," said ACOSS CEO, Dr Cassandra Goldie.
"In a wealthy country like Australia, this is simply inexcusable.

"Over a third (37%) of people whose main income is social security is living below the poverty line, including 52% of people in households on Newstart Allowance. The low level of this payment means that when unemployment goes up as it did last month, more people are thrown into poverty. The Newstart Allowance has not been increased in real terms since 1994 so households relying on it have been falling further behind community living standards and into poverty.
"Two thirds of people on Newstart have been unemployed for more than a year and they clearly need more help than they are getting now from employment services. The Government only funds Job Services Australia providers an average of $500 to $1,100 a year to invest in training and work experience for this group.
"The report also shows that there are almost 600,000 children living in families below the poverty line. About half of those children are in sole parent families, and one quarter of people in sole parent families are living below the poverty line.
"This makes the Federal Government's recent cuts to payments for sole parents all the more disturbing. Under the changes passed in the Senate last week over 100,000 sole parents on the Parenting Payment will be between $60 and $100 a week poorer from January 2013 when those with children over eight years of age are dropped to the lower Newstart Allowance.
"On the other hand the $32 per week increase in pensions (above inflation) in 2009 appears to have reduced poverty among older people (which is 13.2% for people over 64), though the single pension rate was still slightly below the poverty line. Unfortunately the increase to the Age and Disability Support Pensions was not extended to sole parents on the Parenting Payment and people on Newstart Allowance, which is an alarming $74pw below the poverty line.
"We urge the Commonwealth and state governments to take steps in their next Budgets to reduce poverty, by increasing income support for those in the deepest poverty, strengthening employment services for long-term unemployed people, and easing the high cost of housing for people on low incomes who rent privately.
"High priority should be given in the next Federal Budget to raising the Newstart Allowance by $50 per week for single people and sole parents, and the cuts to income support for sole parents should be reversed or at least delayed.
"Paid work is a key pathway out of poverty, and we need to see more investment in wage subsidies and training for people who are long term unemployed to make a difference to their job prospects. This should be implemented to stop recent increases in unemployment from becoming entrenched.
"To tackle poverty we also need urgent action to ease housing cost pressures, particularly for low income people who are renting privately. People on social security and those in very low paid work receive Rent Assistance to help with housing costs, but at a maximum of $70 a week this is less than a third of typical rents for flats in capital cities and mining towns.
"At the start of Anti-Poverty Week, ACOSS is calling on the Federal Government to finally commit to a national development goal to reduce poverty in Australia. Prominent Australians such as Professor Fiona Stanley, Ms Janet Holmes a Court, philanthropist David Morawetz, The Reverend Tim Costello, and many others are joining us in this call. We need an agreed measure of poverty, such as the Australian National Development Index, and we need to annually measure our progress towards reducing poverty.
"It is simply unacceptable that so many people are still going without the basics and the sorts of opportunities the rest of us take for granted. A wealthy country such as ours can and should do better to ensure that everyone is afforded an adequate standard of living. It is a fundamental human right," Dr Goldie said.
Media Contact: Fernando de Freitas 0419 626 155

CHILE Trabajador Social e Dirigente Mineiro Analisa Tragedia dos Mineiros Chilenos

 
El sindicalista de 40 años, con formación universitaria de trabajador social, atribuyó la “invisibilidad” de los sindicatos en el rescate de los 33 trabajadores atrapados a un intento del gobierno y los empresarios de aislar a los mineros y sus familiares de los dirigentes, incluso de la misma mina San José. Encabezó esta actitud- según Cuevas- el propio ministro de Minería, Laurence Golborne, a quien acusa, además, de convertirse en “el primer lobbysta” de las transnacionales, con sus indicaciones a la normativa medioambiental por los relaves.
 
Presidente de la Confederación de Trabajadores del Cobre y encargado de Conflictos de la CUT, Cristián Cuevas casi no figuró en el proceso de búsqueda y rescate de los mineros de San José.
El sindicalista de 40 años, con formación universitaria de trabajador social, atribuye esta “invisibilidad” a un intento del gobierno y los empresarios de aislar a los mineros y sus familiares de los dirigentes, incluso de la misma mina San José.
Encabezó esta actitud- según Cuevas- el propio ministro de Minería, Laurence Golborne, a quien acusa, además, de convertirse en “el primer lobbysta” de las transnacionales, con sus indicaciones a la normativa medioambiental por los relaves. Del aprovechamiento de “los 33” y el olvido de “los 333”, pero también de los movimientos sociales en el país y de la cultura de la impunidad en que se cimentó Chile habló en la siguiente entrevista.
En la evaluación de lo ocurrido en la mina San José han surgido voces que culpan a los propios trabajadores por aceptar las condiciones inadecuadas en que se desarrollaban las faenas…
Eso lo dijo un señor del Instituto Libertad y Desarrollo. Lo que pasa es que los dueños de minas no tienen una política de seguridad en el trabajo, y si la tienen no la implementan. Hay también una relación fáctica con las mutuales, las que permiten la vulneración de los derechos labores. Y existe, además, el desconocimiento de los trabajadores de esos derechos y los impedimentos de los empresarios para que desarrollen sus organizaciones sindicales. Cuando ellas existen –aunque débiles e insuficientes-, acuden a mil artimañas para desarticularlas. El multi Rut es sólo una de ellas.
En este cuadro, los trabajadores se ven obligados a aceptar las condiciones que se le imponen, llevados por una situación de necesidad.
¿Y es por ese estado de necesidad que los mineros de la San José y sus familiares aceptaron ser parte del reality show del rescate?
Es más complejo que eso. Estos compañeros son instrumentalizados y objeto del blanqueo de la industria minera. No se señala que ahí hay un drama de trabajadores muy pobres, con mucha vulneración de sus derechos, pero no se usa el episodio para poner en movimiento en una nueva situación laboral.
Los medios de comunicación  exprimen al máximo el morbo y por el rating hacen que esto se transforme en un producto, olvidando que son seres humanos trastrocados en sus valores y dignidad. Los patrones y el gobierno trataron de aislar a los líderes sindicales de la empresa, Javier Castillo y Evelyn Olmos, de las familias  y de los trabajadores y de cortar el cordón entre ellos, para apropiarse ilegítimamente de los atrapados, a partir de una ayuda material y social que el movimiento sindical no puede darles. Evelyn Olmos fue al hospital y le dijeron: ”¡No los vimos a ustedes!”, pero ella y los otros dirigentes estuvieron todos los días, fueron aislados y no pudieron tener contacto con sus representados. Yo estuve varias veces en la mina y pude ver como desde el ministro Golborne para abajo invisibilizaron a los sindicalistas.
¿Cuál fue la actitud de los familiares de los trabajadores?
Algunos trataron de generar un vínculo, pero fueron los menos. La facilitación del diputado Carmona permitió hacer algunos contactos.
Lo destaca porque es de su partido. Pero, ¿y los otros parlamentarios, como la senadora Isabel Allende?
Lo digo porque fue así. Ese impedimento no debería darse en un Estado democrático. Fácticamente convierte a la democracia en un ghetto de espacios restringidos, no deberíamos tener esa situación. Sí, la senadora Isabel Allende estuvo, como los parlamentarios Robles, Prokurica y Vilches, cada uno trabajando para su propio rebaño o para su propia agenda. Hay que saber diferenciar entre ellos. El diputado Vilches pudo estar allí, pero a la hora de legislar ¿qué hizo con ese impuestito que llaman royalty? Vilches tiene acciones en la mediana y pequeña minería y debiera inhabilitarse para votar en el royalty.
-El propio ministro de Minería se convierte en gran lobbysta de las trasnacionales al introducir indicaciones a las normativas que rigen las políticas medioambientales en relación con los relaves.
¿Las grandes compañías aportaron financieramente o sólo prestaron o arrendaron sus recursos?
El gran esfuerzo fue de Codelco; los rescatistas en su mayoría pertenecían a esa compañía estatal y los trabajadores que ayudaron eran de la misma mina. Las empresas privadas aparecen siempre como las que financian: hacen negocio con el drama. Controlan el Parlamento y financian a sus miembros para que vayan a Shangai, como lo hizo Aguas Andinas; practican la política del buen vecino en su entorno y comparten en apariencia la lucha de grupos identitarios, cooptando permanentemente los movimientos sociales, para controlar la política. La Escondida financia Santiago a Mil, patrocinando a  actores de la cultura que no pueden crear libremente ni desarrollar su intelecto y capacidades, a fin de crear una nueva estética para las próximas generaciones. Algunos sobreviven en espacios de independencia, a través de la autogestión. Con perseverancia se enfrentan, muy precariamente, a los monopolios de las comunicaciones.
En este contestatario discurso contra la cultura dominante, ¿cómo encajan los anuncios de Piñera sobre un “nuevo trato laboral y el “new chilean way”?
Cuando Piñera plantea que las cosas se hicieron en la San José “a la chilena” está reconociendo las capacidades de los trabajadores y los técnicos del país, pero trata de generar un énfasis algo distinto en la eficiencia. ¿Qué cosa es la eficiencia? Poner a disposición todos los variados recursos nacionales nos parece saludable, pero no es la realidad de todos los días en todas partes.
Para ir a “un nuevo trato laboral” hay que partir ratificando el convenio 151 sobre salud y seguridad en el trabajo acordado en Ginebra en 1981, y el 176 sobre seguridad en la minería, además del convenio 8798 sobre libertad sindical y negociación colectiva. Algunos parlamentarios han negado sus votos favorables, mientras se agudizan conflictos en Monticello, Fasa y el hospital de Puerto Montt. Necesitamos saber sus nombres, para representárselo cuando vayan a sus regiones a hacer discursos sobre el “nuevo trato laboral”.
Creemos que es un anuncio mediático, lo que necesitamos es una nueva actitud, una cultura que no ponga el lucro por sobre la dignidad humana, y en eso no se avanza con anuncios gubernamentales, sino con el desarrollo del movimiento sindical.
El año 2007 alcanzó gran resonancia el movimiento de los trabajadores subcontratados del cobre que usted lideró ¿Qué avance hubo desde entonces hasta ahora?
La huelga de los subcontratados del cobre es parte de un proceso de acumulación de fuerza que puso en la agenda la situación del 70 por ciento de los trabajadores de esa industria, y que alcanza una cifra similar a nivel de la actividad nacional, especialmente en las grandes empresas y en industrias como la del salmón. Un tema que estaba invisibilizado lo recogió la Iglesia Católica al plantear el obispo Goic un ”salario ético”.
¿Cuánto se ha avanzado orgánicamente?  Son  procesos lentos, pero también dinámicos, que van construyendo esta nueva emergencia sindical, jalonada con muertes como la del compañero Rodrigo Cisternas, de la industria forestal. En Agrosur los trabajadores también trataron de adelantarse. Pero el gran capital no sólo deteriora el medio ambiente, sino también aplasta el movimiento sindical e impide –con una estructura que abarba también a los medios de comunicación- que la gente se sienta convocada a formar parte de un gran movimiento social.
En la próxima década se van a ver los frutos y un nuevo contingente de dirigentes sindicales se va a hacer cargo de reemplazar –con un cierto choque- el sindicalismo corporativista que ha estado conduciendo por años el movimiento sindical.
Con los anuncios legislativos de la ministra Merino y los homenajes a los mineros pasa colada la situación de los 361 trabajadores de la empresa afectada. ¿Qué se hará para evitar la impunidad respecto de los dueños de la mina?
La ministra Merino generó un comité de expertos, en una puesta en escena más, con declaraciones que se diluyen en cuestiones semánticas, en vez de normar la distribución del ingreso y el cumplimiento por las mutuales de un servicio de formación y capacitación de los trabajadores en seguridad en el empleo y negociación colectiva.
El caso de los más de 300 empleados que quedaron en el aire debe ser resuelto políticamente. No me vengan con cuestiones administrativas y de Contraloría. Lo de Camarones no se resolvió en forma leguleya y frente a la huelga de hambre de los mapuches se actuó finalmente con voluntad política.
Entonces, ¿el gobierno no está actuando con la misma eficiencia en el rescate de los 333 trabajadores?
Está actuando torpemente, se va en una defensa leguleya que no hace sentido a los trabajadores que se han quedado sin sus “chirlitos”, como llamamos a las indemnizaciones.  Basta que libere recursos de la Enami y no quiere hacerlo.
Pero eso significa que el Estado pague por la irresponsabilidad de los dueños…
Debe haber una normativa para que los empleadores que incumplan, que no tengan un comportamiento civilizado y pongan en riesgo la vida de sus empleados reciban una sanción ejemplarizadora.
Este país se ha construido sobre cimientos de impunidad, que ha favorecido incluso al Presidente de la República. Recuérdese el caso del Banco de Talca. Este es un país que vive de las apariencias del reality show, donde no sólo se hace figurar a los mineros atrapados y luego rescatados, sino que también concurren a él las autoridades y los dirigentes políticos. Ahora se prometió al mundo hacer las cosas a la chilena, pero esto se puede convertir en un boomerang.