quarta-feira, novembro 01, 2006

IN MEMORIAM DO MITELO (2) PADRE ABEL VARZIM PROFESSOR DO ISSSL

Prece

Que fazes tu aí, oh! Cristo antigo,

Pregado nessa Cruz, eternamente?

Liberta a tua mão omnipotente,


Desprega esses teus pés... e vem comigo!

Não sabes que, sem Ti, nada consigo?

Não vês que fazes falta a tanta gente?

Oh! vem de novo como antigamente,

Viver connosco e nós contigo!

Não vens?

Não queres ouvir a humilde prece

Num Mundo que, sem Ti, desaparece,

Vencido pela morte e pela dor?

Não vens?

Não pode a Cruz ficar sozinha?

Pois bem:

Permite, então, que seja minha!

Eu fico nela...

e desce Tu,

Senhor!

Domingos Rodrigues,
Abel Varzim -Apostolo Português da Justiça Social
Rei dos Livros ,1990




Do seu Diario de Vida
16 de Dezembro de 1948



"Que pena não ter rompido

com algumas coisas para escrever.

Tinha tanto que dizer.

E como o não escrevi,

nunca mais se saberá;

nem eu sequer.

[ ... ]

Escreverei as minhas impressões,

pouco a pouco.

Por agora,

apenas quero registar,

no dia de hoje o facto:

- Querem que eu saia da Acção Católica!

Porquê?

Por ter defendido a doutrina social da Igreja.

Porquê?

Por ter procurado servir a Igreja

e reagir contra a sua submissão a Salazar.

Por que mais?

Por ser incómoda a minha presença

e inabalável a minha intransigência.

O senhor Cardeal disse-me, há dias,

que tinha dois caminhos a seguir:

cobrir-me e sofrer as consequências

de uma má vontade do Estado;

ou então guardar-me como uma reserva da Igreja.

Porque,

acrescentou,

esta situação política não pode durar muito;

nós não temos ninguém,

a não ser o pe. Varzim -

com prestígio suficiente

para desfraldar depois da queda disto

uma bandeira.

Inclina-se para me manter

como uma "reserva da Igreja".

Compreendi tudo!!!"







POLÉMICA DO ISSSL E ISSSB CHEGA AO PARLAMENTO


Polémica do ISSSL e ISSSB chega ao Parlamento

A transferência de títularidade do Instituto Superior de Servi­ço Social de Lisboa (ISSSL), para a Universidade Lusíada levou uma delegação de cooperadores, que se opõem a este processo, a deslocar-se à co­missão parlamentar do Traba­lho e Solidariedade Social.

No final da audiência, os depu­tados do PS, PCP e BE foram unânimes em reconhecer a existência de uma violação do Código do Trabalho, comprometèndo-se a informar o Mi­nistro do Trabalho, Vieira da Silva, alegando um problema levantado pelo despacho de Ministro Mariano Gago (que autorizou a transferência de titularidade). A delegação ouvi­da pela comissão parlamentar alega que "um processo de transferência de titularidade implica a manutenção dos contratos de trabalho, o que neste caso significa que os do­centes não teriam de assinar novos contratos, como está a ser exigido pela Fundação Mi­nerva, entidade instituidora da Universidade Lusíada".
Os docentes reivindicam me­ses de salários em atraso, ante­riores à integração. Alfredo Henriquez, um dos docentes presentes na audiência, diz não entender este atraso, uma vez que "a Fundação Minerva terá feito uma transferência para a comissão liquidatária do ISSS". Joaquim Caeiro, dirigente do instituto, e responsável pela comissão liquidatária da CES-DET, entidade instituidora do ISSS antes da transferência, re­vela: "A Lusíada disponibili-zou-se a transferir 600 mil eu-ros ao longo de 3 anos".
No entanto, esse acordo previa a passagem de 600 alunos, para a Lusíada Só 400 alunos efectuaram essa transferência e Joaquim Caeiro refere que o valor fixado ronda "os 350 mil euros, dos quais já foi disponi-bilizada uma primeira tran­che".

Quanto aos salários em atraso, o responsável pela comissão li­quidatária confirma que "ain­da não foram pagos. Estamos a negociar com todos os traba­lhadores, apresentando as nos­sas propostas". Assim, "os que aceitarem o acordo, assinam, para os que não concordarem,os tribunais são sempre o re­curso último para estas situa­ções", concluiu.
João Redondo, vice-presiden-te da Fundação Minerva, ar­gumentou ao DE que a enti­dade a que preside "não com­prou o activo, nem o passivo", da referida instituição. João Redondo sublinha que a Mi­nerva apenas "garante o fun­cionamento a partir de ago­ra". O responsável confirma 28 docentes assinaram "con­trato sem termo, uns a ganhar mais outros menos". Por definir está ainda a situa­ção do pólo de Beja, do ISSS, que deveria fazer parte da transferência.
A Lusíada alega estar à espera de uma res­posta por parte do ministé­rio, "para concretizar a inte­gração desta unidade". En­quanto esperam, os professo­res de Beja já apresentaram uma queixa na Inspecção-Geral do Trabalho.»

CRONOLOGIA DE UMA POLÉMICA
Lusíada anuncia integração do ISSS

* 11 Em Maio deste ano, em entrevista ao DE, o responsável da Universidade Lusíada, João Redondo anuncia o processo de transferência do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL) e do seu pólo em Beja, para a Lusíada. A proposta de integração foi aprovada na Assembleia de Cooperativa (CESDET), entidade instituidora do ISSS. A proposta é justificada pela direcção com as "graves dificuldades financeiras".
Grupo de professo­res opõe-se

*Desde o início um grupo de cooperadores tomou uma posição contra o processo de integração. Avançaram por isso com medidas legais para exigir a suspensão do protocolo. Além da providência cautelar, o grupo de professores fez chegar ao ministro Mariano Gago uma petição. Estes docentes esperam gue se o Tribunal lhes der razão a transferência seja inviabilizada. Foram também pedidas audiências parlamentares.
Governo deu luz verde à integração
Pouco antes do início do ano lectivo, Mariano Gago dá luz verde à integração do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL) na Fundação Minerva, entidade instituidora da Universidade Lusíada. No despacho ministerial pode ler-se gue o ministério aprova a "transmissão da titularidade do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa para a Fundação Minerva". Por clarificar ficou a situação da escola de Beja.•
Começo do ano letivo
* O ano lectivo começou, e as actividades do Instituto decorrerem já nas instalações na Lusíada, em Lisboa. No entanto, as guestões laborais estão ainda por resolver. Cerca de 28 docentes assinaram novos contratos, outros recusaram-se a fazê-lo, alegando gue o contrato com a CESDET ainda é válido. Os salários em atraso, ainda não foram totalmente pagos. A situação deverá ser "resolvida nos tribunais.
*Diário Económico 30/10/2006,p.45
Susana Represas

terça-feira, outubro 31, 2006

INSTITUTO SUPERIOR DE SERVIÇO SOCIAL DO PORTO COMEMORA 50 ANOS DE VIDA

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O Instituto Superior de Serviço Social do Porto Faz 50 anos (1956-2006)

Esta inauguração concluía um processo preparatório que envolveu a Sociedade das Filhas do Coração de Maria (inqui­linas do prédio da Avenida Rodrigues de Freitas, onde linham a funcionar um iar de raparigas e um curso de economia familiar), a quem D. Amónio Ferreira Gomes desafiou a cola­borar com a Diocese e Movimentos da Acção Católica na abertura de um Instituto de Serviço Social, em diálogo com a sociedade portuense (Universidade, Misericórdia, Organis­mos de Saúde, eetc.) Vir-se-ia a constituir a Associação de Cultura e Serviço Social do Porto, a quem o Governo aprovou os estatutos e concedeu alvará pára a abertura do Instituto de Serviço Social do Porto.


Este iniciou as aulas em 5 de Novembro de 1956, conforme a notícia atrás referida.A 15 de Dezembro desse ano, realizou-se no Salão Nobre da Faculdade de Engenharia uma sessão solene presidida por D. Amónio Ferreira Gomes, contando com a presença de autori­dades civis, militares e académicas.Era o terceiro Instituto de Serviço Social criado em Portu­gal, depois dos de Lisboa (1935) e Coimbra (1937), ainda num contexto nacional de corporativismo autoritário, mas já com sinais de respirar o novo contexto europeu do pós-guerra, que veio a multiplicar o ensino do serviço social em ordem a responder às enormes necessidades da reconstrução europeia.

As pioneiras na área do serviço social, deste Instituto foram: D. Margarida ds Sacadura Brites (Educadora familiar que conhecia Institutos similares no Rio de Janeiro e em Paris); D.Maria Helena Murta Caldeira, D. Julieta Marques Cardoso e D. Maria Helena Cabral Silva (Assistentes Sociais pelo Instituto de Lisboa), O instituto teve colaboração, muitas vezes graci­osa, de professores de várias faculdades da Universidade do Porto, do Seminário do Porto, e de variadas instituições da cidade, nas áreas de Filosofia e Humanidades, Direito, Econo­mia, Sociologia, Psicologia e Higiene Mental, e Medicina Social.

O ISSSP, actualmente, é uma Cooperativa de Ensino Supe­rior, com novas instalações na Senhora da Hora (Matosinhos) e concede os graus de licenciatura em Serviço Social desde 1989 e de Mestrado em Serviço Social e Política Social desde 1995.
Nos seus 50 anos de existência, o ISSSP acumulou experiência de intervenção em áreas particularmente vulnerá­veis à emergência de problemas sociais. Tal experiência permi­te conferir à formação dos Assistentes Sociais bases científi­cas cada vez mais sólidas e condições pedagógicas adequa­das ao papel de agente de desenvolvimento social.

Atento às evoluções da sociedade portuguesa, o ISSSP investe numa contínua adequação dos conteúdos da formação aos impera­tivos da realidade social envolvente, através das actividades de investigação aplicada.
O ISSSP orienta a sua política científica e pedagógica por princípios de solidariedade e democracia. Promove uma formação crítica e aberta à produção de mudanças sociais orientadas para a consolidação dos direitos cívicos, sociais e culturais, em especial dos cidadãos mate vulneráveis socialmente. A gestão do ISSSP é participada por pessoal docente, não docente e alunos.
(da imprensa)
No próximo dia 8 de Novembro, pelas 18 horas, realiza-se no Auditório do ISSSP (novas instalações),à Av. Dr. Manuel Teixeira Ruela, 370 – 4460-362 Senhora da Hora (Matosinhos),
uma reunião abertaaos antigos alunos e professores, em ordem a …

a) Constituir a AAA ISSSP (Associação dos Antigos Alunos do ISSSP).

Deliberar sobre a Proposta de Estatutos e Ficha de sócio (em Anexo) e constituir uma
Comissão Instaladora da Associação. Solicita-se a sua presença e colaboração na divulgação
junto dos colegas de várias gerações.

b) Programa do cinquentenário

Colher sugestões para as realizações a levar a cabo ao longo do ano lectivo 2006-2007

segunda-feira, outubro 30, 2006

IN MEMORIAM DO MITELO (1) PRESIDENTE SAMPAIO NO ISSSL

Posted by Picasa Sampaio Defende mais Integração

O Presidente relembra que é preciso acolher e reconhecer diferentes culturas na sociedade portuguesa.

O Presidente da República, Jorge Sampaio, defendeu ontem, Dia Mundial da Tolerância, uma maior integração social dos imigrantes em Portugal.“A população imigrante coloca hoje à sociedade portuguesa e aos responsáveis políticos desafios de integração com grande delicadeza e complexidade”, afirmou Jorge Sampaio, na cerimónia de comemoração dos 70 anos do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL).

As dificuldades de alojamento, de acesso ao emprego, de afirmação cultural e identitária, de relacionamento com a escola e a escolarização são alguns dos problemas que se colocam à população imigrante destacados pelo chefe de Estado.“Não é fácil lidar com problemas que radicam na dificuldade de as populações autóctones verem território que consideram seu partilhado por cidadãos que não conseguem deixar de encarar como estranhos, mas se quisermos viver em sociedades abertas, livres e democráticas não há alternativa relativamente a uma integração plena dos imigrantes”, disse o Presidente da República.

Jorge Sampaio referiu também a importância de existirem “escolas multiculturais que saibam valorizar as diferentes culturas, ensinar a compreender o mundo em que vivemos, a dialogar e aceitar diferenças e a apoiar os seus alunos”.“Espero sinceramente que este Instituto possa dar uma parte das respostas a estes enormes desafios”, sublinhou o Chefe de Estado.

O Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa foi a primeira escola superior de ensino particular em Portugal e a primeira na formação de assistentes sociais, tendo formado até hoje quase quatro mil profissionais.

No seu discurso, o Presidente da República referiu-se ainda aos problemas que existem no ensino superior e defendeu um aumento do número dos licenciados em Portugal. “Ao contrário do que muitos dizem e pensam, nós não temos excesso de licenciados. Precisamos até de crescer mais nesse domínio, mas de forma mais consequente”, sublinhou.Jorge Sampaio considera que a “pressão sobre o acesso ao ensino superior deu origem a um crescimento injustificado de cursos, que coloca novos problemas, designadamente ao nível da qualidade das formações e ao nível do emprego dos diplomados”.

Durante a sessão solene evocativa dos 70 anos do ISSSL, o presidente do Conselho Científico , Francisco Branco, apelou à criação de uma Ordem dos Assistentes Sociais.“Gostaria que a sociedade portuguesa acolha e reconheça a legitimidade do pedido que os assistentes sociais vêm fazendo da consagração de uma Ordem dos Assistentes Sociais”, afirmou o responsável.

Francisco Branco explicou que essa Ordem iria funcionar “como instrumento de auto-regulação ética”. O responsável dirigiu ainda um apelo aos responsáveis políticos desta área para que “adoptem uma orientação política clara e coerente de tutela do ensino superior no domínio do Serviço Social”.“Não se pretende proteccionismo, mas apenas regulação”, sublinhou.

Fonte: Açoriano Oriental

CIENTISTAS NAS LONAS MANIFESTAÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA

CIENTISTAS NAS LONAS
Caro ColegaVimos relembrar que terá lugar HOJE, 2ª feira, dia 30 de Outubro, uma concentração de bolseiros em frente à Assembleia da República, às 17H - "CIENTISTAS NAS LONAS".Esta iniciativa visa dar EXPRESSÃO PÚBLICA E VISIBILIDADE AO DESCONTENTAMENTO QUE EXISTE ENTRE OS BOLSEIROS de investigação, pelo que a A PARTICIPAÇÃO DE TODOS É FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DA INICIATIVA!
Para mais informação sobre esta iniciativa vejam:
Agradecemos divulgação ampla desta mensagem.
A Direcção da ABIC
É bem conhecida a situação que hoje enfrentam os bolseiros de investigação. Ao longo dos últimos anos cresceu, e muito, o número daqueles que exercem uma actividade de investigação ou conexa, estejam ou não em formação, com o estatuto de bolseiro de investigação. Ao mesmo tempo, decresceram em termos relativos, se não mesmo absolutos, as oportunidades de emprego científico.
As carreiras técnicas, de investigação e docente estão praticamente bloqueadas e o sector empresarial continua a não absorver em número suficiente trabalhadores científicos qualificados. Desta forma, os bolseiros – sejam BICs, BIs, BTIs, de Mestrado, de Doutoramento, Pós-Doutoramento ou de Gestão de C&T – asseguram, com níveis diversos de responsabilidade, não apenas uma parte fundamental da investigação que hoje se faz em Portugal, mas também uma série de actividades conexas que, no seu conjunto, sustentam o funcionamento do Sistema Científico e Tecnológico Nacional.
Não obstante a sua importância, hoje unanimemente reconhecida, persistem, e nalguns casos agravam-se, os problemas e dificuldades que os bolseiros de investigação enfrentam: A falta de perspectivas de inserção profissional uma vez terminadas as bolsas; a ausência de protecção social digna, com a manutenção à margem do regime geral de segurança social; uma deficiente assistência na doença e a falta de qualquer assistência na eventualidade de desemprego; a não actualização dos montantes das bolsas - o mesmo é dizer, a diminuição consecutiva do seu valor real ao longo dos últimos quatro anos; incumprimentos vários do Estatuto do Bolseiro de Investigação, nomeadamente nas situações de doença, maternidade e quanto ao pagamento pontual das bolsas; falta de regulamentação de outros pontos do Estatuto, nomeadamente a protecção na doença; um regime de dedicação exclusiva aplicado de forma injusta e pouco racional.
O investimento que se faz em Ciência mede-se, em boa medida, pelo investimento que é feito naqueles que nela trabalham, pelas condições de vida e de trabalho que se lhes proporcionam. A situação hoje vivida pelos bolseiros de investigação científica é assim, infelizmente, o mais cabal desmentido das sucessivas declarações de aposta na Ciência no nosso país.
Numa altura em que – em sede de discussão do Orçamento do Estado para 2007 – se anuncia novamente o crescimento sem precedentes do orçamento para a Ciência, cabe perguntar com clareza: quanto desse dinheiro que vem a mais para a Ciência vai ser usado para melhorar a situação daqueles que trabalham em Ciência? Impõe-se uma resposta clara. Todavia, as perspectivas já anunciadas não são famosas: a contratação a termo (por um período de 5 anos) de 500 investigadores é notoriamente insuficiente face às actuais necessidades do conjunto das instituições de I&D e aos milhares de doutorados e pós-doutorados em condições de ingressar já hoje numa carreira (para já não falar nos milhares que concluirão o seu doutoramento nos próximos anos).
Acresce que não há qualquer garantia de prosseguimento da carreira terminado o período de 5 anos, independentemente do mérito do desempenho do investigador. Por outro lado, ignora-se a necessidade de contratação, não apenas de investigadores, mas também de técnicos e técnicos superiores, absorvendo os milhares de bolseiros BICs, BIs e BTIs que hoje asseguram necessidades desta índole. Continuam a ignorar-se as recomendações da Comissão Europeia constantes da Carta Europeia do Investigador, que apontam, entre outras coisas, para condições de trabalho justas e atractivas e para a não discriminação dos jovens investigadores em início de carreira – mesmo dos que se encontram em formação (caso dos doutorandos), por exemplo no acesso à segurança social e regimes de protecção social. Por tudo isto, entendemos ser este o momento indicado para dar expressão e visibilidade públicas ao descontentamento e insatisfação que percorrem os milhares de bolseiros de investigação.
Para dizer, de forma firme e clara, que algum do dinheiro que a Ciência vai receber em 2007 terá de ser usado na melhoria das condições de vida e de trabalho dos que trabalham em ciência. Para isto é fundamental que comecemos a demonstrar a força e a união dos bolseiros de investigação científica em torno deste objectivo. A ABIC marcou para o próximo dia 30 de Outubro, segunda-feira, pelas 17H, uma concentração de bolseiros em Lisboa, em frente à Assembleia da República, onde decorrerá a iniciativa "Cientistas nas Lonas", cujo objectivo é dar a conhecer a contradição existente entre as declarações de aposta e investimento na ciência e a situação hoje vivida pelos bolseiros de investigação.
É fundamental a presença de todos! Os colegas de fora de Lisboa deverão contactar a ABIC ( abic@bolseiros.org; 939402726 ou 963302561) para organizarmos transporte colectivo para todos os interessados. Entretanto, agradece-se a divulgação o mais ampla possível desta iniciativa. Para o efeito, poderá descarregar um cartaz ( http://bolseiros.org/pdfs/cartaz_lonas.pdf) cuja afixação em todos os locais de trabalho agradecemos.
A Direcção da ABIC