sexta-feira, novembro 10, 2006

quinta-feira, novembro 09, 2006

"Redacción Social" Lança Campanha Contra a Corrupção

Redacción Social Lança Campanha contra a Corrupção

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O site http://apertura-demente.blogspot.com/2006/11/manos-limpias.html

lança campanha Mãos Llimpas contra a corrupção .

TESE DE ASSISTENTE SOCIAL SOBRE ECONOMIA SOLIDÁRIA GALARDOADA PELA CAPES






ECONOMIA SOLIDÁRIA














Mais uma tese de doutoramento sobre economia social, ou solidária defendida por uma Assistente Social foi galardoada. EmPortugal a nossa colega Manuela Coutinho viu premiada a sua tese de Economía Social, publicada pelo CPIHTS,como consta da capa do livro.

Segundo a imprensa brasileira ...

"Economia solidária é tema de tese da PUC-SP premiada pela Capes
O apoio do Governo Federal à economia solidária, a partir do Governo Lula, e mudanças na formação de professores de Matemática do ensino básico estão entre os temas vencedores do Prêmio Tese da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
As duas teses foram defendidas na PUC-SP, que este ano inscreveu sete trabalhos de pós-graduação para concorrer ao prêmio.
Do Pós em Serviço Social da Universidade, a tese premiada foi a de Rosangela Nair de Carvalho Barbosa, intitulada A economia solidária como Política Pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. A tese examina o papel do Estado no apoio à economia solidária, que passa a ser considerada como política pública federal a partir do governo Lula (2002-2006).
Tal fato, porém, caminha ao lado da descaracterização do assalariamento como mediação do trabalho, diminuindo sua regulação pública e, conseqüentemente, alargando a insegurança social dos trabalhadores - que são deixados à própria sorte nas relações mercantis, ou esquecidos em pequenas receitas privadas de sobrevivência. "A base econômica monetarista inibe o Estado de qualquer atuação que não possibilitada pelas fronteiras do superávit primário, constrangendo políticas pujantes de desenvolvimento e investimento público na proteção social.
O que em conjunto somente amplia o universo de potenciais trabalhadores demandantes para a economia solidária", defende a autora da tese, na conclusão.No estudo, Rosangela analisa alguns temas importantes para entender o papel do trabalho, do emprego e da economia solidária na atual ordenação econômica e política do país e do mundo. Ao longo do texto, a autora examina a cultura do auto-emprego e da informalidade, a sociabilidade do trabalho em economia solidária e a política pública de economia solidária.
A autora é professora do Departamento de Política Social e Pesquisadora do Programa de Estudos de Trabalho e Política da Faculdade de Serviço Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).EDUCAÇÃO MATEMÁTICA -
O outro trabalho da PUC-SP premiado é o de Ruy Cesar Pietropaolo, do Pós em Educação Matemática. Ele venceu o Prêmio Capes com a tese (Re) Significar a demonstração nos currículos da educação básica e da formação de professores de matemática.

quarta-feira, novembro 08, 2006

Sem comentarios....

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"As Diversas Formas de Amar "Estudantes de Serviço Social em Campanha de Tolerância Contra Homofobia

AS FORMAS DE AMAR
As formas de amar
Rio Branco-AC, 16 de setembro de 2006
Pagina20 on-line

Acadêmicos dão um exemplo em uma iniciativa, mostrando que o exercício de estudante de uma faculdade vai além da sala de aula, pois está inserida na vida do cidadão, por isso, a turma do 3º período do curso de Serviço Social da Uninorte, decidiu fazer um movimento em prol da conscientização sobre as diversas formas de amar, durante a II Parada Gay, que acontece no próximo domingo.

Em um evento que reúne pessoas de todas as tribos, levando às ruas de Rio Branco, crianças, jovens e adultos, com a bandeira colorida que representa o arco íris da diversidade, os estudantes também ajudam a erguer a causa.

Mas isso não é novidade, os mesmo alunos também participaram no ano passado, da programação. Neste ano, eles intensificam com intenção de mobilizar o maior número de pessoas que for possível, e aliam isso como uma das tarefas de angariar recursos para a formatura que se aproxima.

Os estudantes criaram um produto, uma camiseta criativa, que carrega o slongan: “As diversas formas de amar”. Além disso, ela carrega o famoso arco íris, a mão que representa o acolher da causa.

O valor de R$ 10, e um dos pontos de venda antecipada é a agência de viagem Nilcestur, mas no local de concentração da caminhada, praça do skate, no Parque da Maternidade, no domingo, também haverá ponto de venda. “Nós, como futuros assistentes sociais, além de não podemos ter preconceito como todo ser humano, devemos ser atuantes na mobilização dessa luta que diz um não à homofobia”, comenta Elizete Melo, representante da turma. Informação: 8402 1585 (falar com Elizete)

"A MENINA DA CARA PRETA"

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LANÇAMENTO DE MOVIMENTO DE CIDADÃS E CIDADÃOS PARA CAMPANHA DO REFERENDO SOBRE O ABORTO

LANÇAMENTO DE MOVIMENTO DE CIDADÃS E CIDADÃOS PARA
CAMPANHA DO REFERENDO SOBRE O ABORTO
Alexandra Dourado; Alexandra Oliveira; Alice Brito; Almerinda Bento; Ana Luisa Amaral; Ana Luzia Reis; Ana Maria Braga da Cruz; Ana Paula Canotilho; Ana Sara Brito; Ana Vicente; Anália Torres; Angélica Lima; António Gonçalves; Branca Pinheiro; Carla Machado, Carolino Monteiro; Célio Melo da Costa; Conceição Nogueira; Constança Paul; Clara Queiroz; Clarisse Canha; Cristina Duarte; Domingos Cardoso; Duarte Vilar; Eduardo Maia Costa; Elisabete Brasil; Elisa Fernandes; Elza Pais; Fátima Grácio; Fernanda Henriques; Fernando Nobre; Gabriela Moita; Graça Abranches; Helena Roseta; Heloísa Perista; Helena Costa Araújo; Henrique Barreto Nunes; Inês Pedrosa; João Oliveira; José Carlos de Paiva e Silva; José Keating; José Manuel Pureza; Fina D’Armada; Júlio Machado Vaz; Laura Fonseca; Leonor Xavier; Lígia Amâncio; Luísa Corvo; Luiza Cortesão; Luisa Saavedra; Madalena Barbosa; Magda Alves; Margarida Portela; Manuel Sarmento; Manuela Barreto Nunes; Manuela Cruzeiro; Manuela Sampaio; Manuela Tavares; Marisa Matias; Milice Ribeiro dos Santos; Maria do Céu Brás Cunha; Maria das Dores Guerreiro; Maria Helena Carvalho dos Santos; Maria Isabel Barreno; Maria João Sande Lemos; Maria José Gamboa; Maria José Magalhães; Maria da Purificação Araújo; Maria Teresa Horta; Mário Brochado Coelho; Miguel Vale de Almeida; Natércia Coimbra; Paula Moura Pinheiro; Pedro Bacelar de Vasconcelos; Pedro Pinto de Oliveira; Rosa Nunes; Sílvia Portugal; Sofia Marques da Silva; Sofia Neves; Teresa Alvarez; Teresa Almeida; Teresa Cunha; Teresa Joaquim; Teresa Pinto; Teresa Salema; Ulisses Garrido; Virgínia Ferreira.


assunto: lançamento de movimento de cidadãs e cidadãos
para a campanha do referendo sobre o aborto

5ª Feira, 9 de Novembro, 11h 30m

Livraria Bulhosa – Campo Grande, 10-B

Contactos: Elisabete Brasil (969373703); Eduardo Maia Costa (966623532); Maria José Magalhães (964107442); Teresa Joaquim (933568722); Duarte Vilar (
917613158)

terça-feira, novembro 07, 2006

SERVIÇO SOCIAL E GÊNERO: DESAFIOS PARA A PROFISSÃO

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CRESS - SP Informa

segunda-feira, 6 de novembro de 2006


Informativo 93 06/11/2006


Diversos estudos e pesquisas têm comprovado a discriminação de gênero no Brasil.
Com o objetivo de debater a evolução e as dificuldades ainda enfrentadas pelos profissionais de Serviço Social referentes a este tema, o Cress SP promoveu, em 21 de outubro, o Seminário "Serviço Social e Gênero: desafios contemporâneos para o exercício profissional", primeiro evento realizado pelo Núcleo de Gênero do Cress SP. “Nosso objetivo foi aprofundar nas questões que envolvem as relações de gênero e suas implicações na sociedade, de modo a avançarmos em uma construção sócio-cultural coletiva e no aprofundamento das identidades de gênero”, comenta Eloísa Gabriel, coordenadora do Núcleo.

A socióloga Heleieth Saffioti definiu, em sua palestra, o conceito de gênero, que segundo ela serve para “denominar a divisão não-hierárquica do trabalho e a criação de imagens que representam o masculino e o feminino, aplicável desde o início da humanidade”.
Focando avanços obtidos nessa luta, Maria Liège Rocha, gerente de projetos da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, abordou o Plano Nacional de Política para as Mulheres, em fase de implementação, que envolve 199 ações distribuídas em cinco eixos – Trabalho, Cidadania e Autonomia; Educação; Saúde e Direitos Sexuais Reprodutivos; Enfrentamento à Violência e Capacitação dos Profissionais e Gestão e Monitoramento do Plano Nacional de Política para as Mulheres.

“Este Plano decorreu da Conferência Nacional de Política para as Mulheres, realizada em 2004, que envolveu cerca de 120 mil mulheres em todo o Brasil”, afirmou Maria Liège, acrescentando que foi pactuado por vários municípios e estados, pois “muitas das ações não são de responsabilidade do governo federal, mas dos governos estaduais e locais”. Considerando o processo “riquíssimo do ponto de vista da mobilização”, garantiu que ele “possibilitou que fizéssemos com que vários conselhos que estavam parados se articulassem, levando ainda à criação de novos conselhos, coordenadorias, secretarias e assessorias para as mulheres”.

Para Maria Liège, apenas o fato de o Estado ter “assumido para si a questão das políticas públicas voltada à mulher e de ter reconhecido a discriminação na sociedade” já representa um grande avanço. Como exemplo de ação eficaz, Maria Liège destacou o serviço de denúncias pelo telefone 180, disponibilizado em todo o país: “O 180 tem sido um serviço fundamental no enfretamento da violência contra a mulher”. Ainda com relação à violência doméstica, foi debatida a promulgação da Lei “Maria da Penha”, nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, que amplia para até três anos de prisão a pena para homens que agridem mulheres. Maria da Penha Maia, hoje com 60 anos, tornou-se ícone na luta contra a violência doméstica quando aos 38 anos ficou paraplégica por levar um tiro do marido, enquanto dormia.

Dificuldades da prática

Além das palestras de abertura, o Seminário contou com mesas-redondas compostas por assistentes sociais que atuam com as questões de gênero, caso do Serviço de Aborto Legal do Hospital Artur Ribeiro de Sabóia, cuja representante, Irotilde Gonçalves Pereira, falou sobre uma das principais dificuldades enfrentadas nessa atuação, a quebra do silêncio: “Elas muitas vezes chegam aos hospitais em estados deploráveis, mas não assumem, para os médicos, que sofrem violência doméstica”.

A discriminalização do aborto foi outro ponto levantado. “Além de constituir como um problema de saúde pública no Brasil, o aborto configura com uma grave injustiça social. As mulheres que provocam o aborto e procuram o serviço público vão com insegurança e medo de serem denunciadas, porque, a rigor, pelo Código Penal, a mulher que provoca o aborto tem que ser denunciada”, afirma Irotilde.

Graziela Pavez, coordenadora do Centro de Referência de Combate à Violência Contra a Mulher/Casa Eliane de Grammont, ampliou a dificuldade da quebra do silêncio para além do lar: “Quando a violência envolve as relações com vizinhos, com a família ampliada ou relações com o trabalho a mulher se cala e não declara o problema, pensando estar fora do seu direito”.
Ivanilda Josefa da Silva, da Sociedade Santos Mártires/Casa Sofia, que atende na região do extremo sul da Capital paulista, destacou a falta de apoio da rede pública com os assistentes sociais. “Não adianta nós, assistentes sociais, darmos o caminho por onde a mulher deve seguir se não temos o apoio da rede pública de serviço. Ela acaba desistindo, porque é maltratada na Delegacia da Mulher, porque não consegue ser atendida no judiciário e porque a família não a apóia. Nossa ação é, muitas vezes, barradas por outras ações que vêm na direção contrária”, diz Ivanilda.

A falta de continuidade do atendimento público foi também abordada por Vanessa Orsoli, da Casa Abrigo Regional do ABC: “Quando as redes públicas, parcial ou totalmente, não funcionam, causam grandes problemas para as mulheres, principalmente para as que estão se desligando da Casa abrigo”, ela afirmou. Eloísa Gabriel, da ONG Serviço à Mulher Marginalizada, apontou ainda a questão do tráfico para exploração sexual de mulheres, que não pode ser combatido sem políticas sociais. “O tráfico de pessoas não é um crime a ser combatido apenas com polícia. Exige um acompanhamento mais abrangente, para o que as políticas sociais são extremamente importantes. O problema é que elas quase não existem nessa área”.

A luta contra a discriminação a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros foi o tema de Marcos Valdir Silva, do Fórum Paulista GLBTT: “ Essa comunidade não pode ser vista apenas pela Parada do Orgulho Gay, na Avenida Paulista. Precisa ser vista e pensada em todos os dias do cotidiano e no momento da elaboração das políticas públicas de nosso Estado e de nosso país ”. Participaram ainda do Seminário Greice Oliveira, da ONG Pró-Mulher, Família e Cidadania, que “tem como objetivo a defesa da mulher por oferecimento de ações judiciais”; Leandro Mazzo, da Casa de Acolhida de Santo André e Centro Social Eliodor Hess, que trabalha especificamente com o universo masculino e tem como alvo principal “erradicar a violência a partir dos próprios sujeitos que a comentem”, e representantes do Centro de Apoio à Mulher em Situação de Violência da Pref. Municipal de Santo André e da Coordenadoria de Assistência Social da USP.

No decorrer do Seminário, foram tirados indicativos de encaminhamentos, tais como:
1) Solicitação pelo Conjunto Cfess/Cress de uma audiência com a ministra Nilcéa Freire, na qual seria debatida a relação da Lei “Maria da Penha” com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS);
2) Divulgação aos profissionais de SS sobre a possibilidade de apresentarem projetos a serem financiados e articulados pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres;
3) Atuação do Núcleo de Gênero do Cress SP junto ao grupo virtual articulado por colegas do Paraná;
4) Continuidade do Seminário ou montagem de curso para as onze Seccionais do Cress SP, sobre o tema.
* o cartaz não corresponde ao informativo, mas é belo e exemplifica a preocupação sobre o tema