terça-feira, abril 14, 2015

Universidade de Lisboa abre guerra ao plágio académico -por Pedro Sousa Tavares

Todas as faculdades que integram a Universidade de Lisboa têm um software que deteta os trabalhos que foram copiados. A Universidade de Lisboa (ULisboa) está a reforçar as medidas de combate ao plágio académico, sobretudo entre alunos de mestrado e doutoramento. Uma medida que os responsáveis da instituição não relacionam com um aumento do número de casos detetados e sim com o objetivo de os prevenir. Este ano letivo, confirmou ao DN o reitor António Cruz Serra, foi generalizada a utilização do Ephorus, um programa que permite cruzar todos os trabalhos apresentados pelos alunos com bases de dados internacionais. "Já era utilizado em algumas escolas e fez-se a aquisição para o conjunto da Universidade", explicou. No dia 19 de fevereiro, o Instituto de Educação da ULisboa divulgou uma nova "deliberação sobre o plágio académico", onde recomenda aos professores que "nas atividades letivas abordem a questão" e que "exerçam vigilância sobre os trabalhos escritos que lhes são entregues para avaliação", nomeadamente através do Ephorus. Os alunos que apresentam documentos passam a ter de assinar uma declaração confirmando conhecer as regras. A nível nacional, O Ministério da Educação, através da Inspeção Geral da Educação, apenas investigou sete casos de plágio nos últimos quatro anos. Mas há estudos que apontam para taxas de incidências até aos 40% entre os estudantes. Além de estar sujeito a sanções académicas, como a perda dos graus, o plágio constitui crime de contrafação punível com penas de prisão até aos três anos. (...) in DN 14 Abril 1915

domingo, abril 12, 2015

Sin rastro de las 200 niñas raptadas divulga el Pais

La ONU teme que muchas de las estudiantes nigerianas secuestradas hace un año por Boko Haram hayan sido asesinadas en las últimas semanas JOSÉ NARANJO Dakar 11 ABR 2015 - 14:55 CEST Archivado en: Boko Haram Nigeria Terrorismo islamista África occidental África subsahariana Secuestros Yihadismo África Grupos terroristas Terrorismo Delitos Justicia Fotograma del vídeo de las niñas secuestradas, difundido el pasado mayo por Boko Haram. / AFP Enviar Imprimir Guardar La noche del 14 al 15 de abril de 2014, miembros de Boko Haram entraron en el Instituto de Chibok, al noreste de Nigeria, y secuestraron a 276 jóvenes estudiantes que se preparaban para los exámenes finales. Medio centenar de ellas logró escapar de sus captores días después. El resto, algo más de 200, continúa en paradero desconocido. El alto comisionado de la ONU para los Derechos Humanos, Zeid Ra'ad al Hussein, cree que muchas de ellas podrían haber sido asesinadas en las últimas semanas, tanto en Bama, donde se encontraron decenas de cadáveres arrojados en pozos, como en otras localidades liberadas hace poco del control de los terroristas. “Algunos padres han perdido la esperanza de recuperarlas con vida. Incluso si algunas pueden regresar un día, ya no serán nunca las mismas”, asegura Ahmadu Jirgi, un funcionario local que está en contacto con las familias. MÁS INFORMACIÓN Cuatro niñas nigerianas escapan del secuestro de Boko Haram Boko Haram amenaza con vender como esclavas a 223 jóvenes nigerianas Boko Haram secuestra a un centenar de personas en un pueblo de Nigeria Primeras derrotas de Boko Haram Se calcula que Boko Haram ha secuestrado a unas 2.000 mujeres de todas las edades en los últimos años, pero el caso de las niñas conmocionó al mundo por ser masivo y por la edad de las víctimas. Sobre las 23.30 de la noche, las estudiantes, que se alojaban en los dormitorios del instituto, empezaron a escuchar disparos. Poco después, los terroristas llegaban al centro que estaba custodiado por un solo vigilante y las fueron subiendo en camiones. Como no tenían suficientes vehículos, muchas tuvieron que caminar durante 15 kilómetros a punta de fusil en dirección hacia el bosque de Sambisa, donde Boko Haram cuenta con campamentos. Según el relato de una docena de jóvenes que lograron escapar, recogido en un informe elaborado por Human Rights Watch, las adolescentes han sufrido distintos tipos de abusos durante su cautiverio: trabajos forzados, violaciones. Muchas de las niñas secuestradas en Chibok eran cristianas y fueron obligadas a convertirse al islam. Pero, tal y como ya advirtió en un vídeo Abubakar Shekau, el líder de Boko Haram, el destino de la mayoría era el matrimonio forzoso, tanto en los países próximos, Camerún o Chad, como con los propios terroristas, a quienes incluso eran obligadas a acompañar como cocineras o porteadoras en sus ataques a pueblos. Las adolescentes han sido violadas y obligadas a trabajos forzados “Nadie sabe a ciencia cierta dónde están. El Gobierno dijo que estaban en Gwoza, pero cuando esta ciudad fue tomada por el Ejército allí no estaban. El rumor de que algunas fueron asesinadas en Bama ha caído como una bomba entre las familias, pero no sabemos nada a ciencia cierta”, explica Jirgi. Hace un mes, el entonces presidente de Nigeria Goodluck Jonathan aseguró a la cadena African Independent Television que las niñas seguían vivas con el único argumento de que “cuando los terroristas matan, muestran los cadáveres para intimidar a la gente. Así que están vivas”. Sin embargo, el 6 de abril, el alto comisionado de la ONU para los Derechos aseguraba al periódico nigeriano This Day que “en las últimas semanas nos llegan cada vez más noticias y pruebas de masacres y creemos que entre las víctimas se podrían encontrar las niñas de Chibok”. De momento no hay una sola certeza. En un pueblo liberado se hallaron decenas de cadáveres sin identificar El anuncio de la posible muerte de las niñas está relacionado con los recientes éxitos en la lucha contra Boko Haram. Hace un año era un grupo que parecía imparable, en pleno proceso de expansión de su califato islámico. Pueblo a pueblo, ciudad tras ciudad, los terroristas habían logrado consolidar su presencia en una amplia zona de límites difusos en el noreste del país, de la que había logrado expulsar al Ejército nigeriano. Sin embargo, hoy en día el grupo está en plena retirada tras la intervención en el conflicto de Níger, Chad y Camerún y la recuperación de unas 60 localidades por parte del Ejército nigeriano. Los terroristas queman casas y asesinan a ciudadanos cada vez que son expulsados de un pueblo. Y Shekau ya advirtió de que matarían a las niñas. “Es la única manera de que los combatientes vuelvan a verlas en el Paraíso”, dijo. Recomendar en Facebook893Twittear471

sábado, março 21, 2015

PALESTRA DE JOSÉ PAULO NETTO

sábado, março 07, 2015

Jornada de luta mulheres 8 de Março




8 de março:
Uma data de muitas histórias e lutas
https://www.youtube.com/watch?v=mfvnbow9npc
As comemorações do 8 de março estão mundialmente vinculadas às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Essa luta é antiga e contou com a força de inúmeras mulheres que nos vários momentos da história da humanidade resistiram ao machismo e à discriminação.
É a partir da Revolução francesa, em 1789, que as mulheres passam a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando a melhoria das condições de vida e trabalho, a participação política, o fim da prostituição, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos.
É nessa época que surge o nome da francesa Olympe de Gouges. Em 1791, ela lança a "Declaração dos Direitos da Cidadã", onde reivindicava o "direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos segundo suas capacidades". Afirmava também que "se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso, ela deve poder subir também à tribuna". Olympe de Gouges foi julgada, condenada à morte e guilhotinada em 3 de março de 1793, por "ter querido ser um homem de estado e Ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo". Nesse mesmo ano, as associações femininas foram proibidas na França.
Revolução Industrial
Na Segunda metade do século XVIII, as grandes transformações ocorridas no processo produtivo e que resultaram na Revolução Industrial, trouxeram consigo uma série de reivindicações até então inexistentes. A absorção do trabalho feminino pelas indústrias, como forma de baratear os salários, inseriu definitivamente a mulher no mundo da produção. Ela passou a ser obrigada a conviver com jornadas de trabalho que chegavam até 17 horas diárias, em condições insalubres, submetidas a espancamentos e ameaças sexuais constantes, além de receber salários que chegavam a ser 60% menores que os dos homens.
Em exemplo típico do ambiente fabril na época era a tecelagem Tydesley, em Manchester, na Inglaterra, onde se trabalhava 14 horas diárias a uma temperatura de 29º, num local úmido, com portas e janelas fechadas e, na parede, um cartaz afixado proibia, entre outras coisas, ir ao banheiro, beber água, abrir janelas ou acender as luzes.
Luta Operária
Não tardaram a surgir, na Europa e nos Estados Unidos, manifestações operárias contrárias ao terrível cotidiano vivenciado e os enfrentamentos com o patronato e a polícia se tornaram cada vez mais freqüentes. 


A redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias passou a ser a grande bandeira dos trabalhadores industriais.
Em 1819, depois de um enfrentamento em que a polícia atirou com canhões contra os trabalhadores, a Inglaterra aprovou a lei que reduzia para 12 horas o trabalho das mulheres e dos menores entre 9 e 16 anos. Foi também a Inglaterra o primeiro país a reconhecer, legalmente, o direito de organização dos trabalhadores. O parlamento inglês aprovou, em 1824, o direito de livre associação e os sindicatos se organizaram em todo o país.
Foi no bojo das manifestações pela redução da jornada de trabalho que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.
Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.

Texto extraído de "8 de março, Dia Internacional da Mulher – Uma data e muitas histórias", de Carmen Lucia Evangelho Lopes.. CEDIM-SP/Centro de Memória Sindical.

quarta-feira, março 04, 2015

sERVIÇO sOCIAL pORTUGUÊS :OXFAM DENUNCIA POBREZA EXTREMA

Oxfam denuncia el secuestro de la democracia en beneficio de las élites económicas

Sólo 85 personas acumulan tanta riqueza como la que posee la mitad más pobre de la población mundial. En España las 20 personas más ricas poseen una fortuna similar a los ingresos del 20% de la población más pobre
Oxfam Intermón exige a los líderes del Foro Económico Mundial que tomen medidas urgentes para reducir la desigualdad que corroe los sistemas democráticos y beneficia a unos pocos en detrimento de la mayoría
Las élites económicas están secuestrando el poder político para manipular las reglas del juego económico, lo que socava la democracia y crea un mundo en el que las 85 personas más adineradas poseen una riqueza igual a la renta de la mitad más pobre de la población mundial, según advierte Oxfam (Oxfam Intermón en España) en un informe hecho público hoy a nivel mundial.
“Gobernar para las élites. Secuestro democrático y desigualdad económica”, que ve la luz en vísperas del Foro Económico Mundial de esta semana en Davos, detalla el impacto pernicioso que la creciente desigualdad está teniendo tanto en los países en desarrollo como en los desarrollados, permitiendo que los más ricos promuevan políticas que protegen sus intereses en detrimento de la mayoría y socavando los procesos democráticos.
El informe afirma que hay una creciente conciencia pública a nivel mundial del aumento de este poder. Una encuesta realizada para Oxfam en seis países (España, Brasil, India, Sudáfrica, el Reino Unido y Estados Unidos) desvela que la mayor parte de la población cree que las leyes están diseñadas para favorecer a los ricos. En España, ocho de cada diez personas están de acuerdo con esta afirmación.
España no escapa a esta dinámica. Los casos en los que los intereses de una minoría económicamente poderosa se han impuesto por encima de los intereses de la ciudadanía de a pie son numerosos, en la historia de nuestra democracia. La crisis económica, financiera, política y social que padece España hoy tiene buena parte de su origen precisamente, en esas dinámicas perniciosas donde el interés público y los procesos democráticos han sido secuestrados por los intereses de una minoría”, afirma José María Vera, Director de Oxfam Intermón.
El problema de la desigualdad ha escalado posiciones en la agenda global en los últimos años: En Estados Unidos, el presidente Obama la ha convertido en una prioridad para 2014. El Foro Económico Mundial ha identificado la creciente disparidad de ingresos como el segundo riesgo más importante a nivel mundial en los próximos 12-18 meses; en su informe Global Outlook, publicado en noviembre, advirtió que la desigualdad está socavando la estabilidad social y “atenta contra la seguridad a escala global“.
No podemos pretender ganar la lucha contra la pobreza sin abordar la desigualdad. Esta creciente lacra está creando un círculo vicioso en el que la riqueza y el poder están cada vez más concentrados en las manos de unos pocos, dejando al resto de la ciudadanía las migajas”, afirma Vera.
 Algunas de las políticas que desde las últimas décadas benefician a los más ricos incluyen: la desregulación y la opacidad financieras, los paraísos fiscales  la reducción de los tipos impositivos sobre las rentas más altas y los recortes  en las políticas públicas de inversión y protección social. Desde finales de 1970, los tipos impositivos sobre las rentas más altas se han reducido en 29 de los 30 países de los cuales se dispone de datos, lo que significa que en muchos lugares los ricos no sólo ganan más, sino que también pagan menos impuestos.
Este manifiesto secuestro de los procesos democráticos por parte de las élites y a expensas de la clase media y los más pobres, ha contribuido a crear un mundo en el que siete de cada diez personas viven en países donde la desigualdad ha aumentado desde la década de 1980, y donde el 1% de las familias más poderosas acapara el 46% de su riqueza (110 billones de dólares).
El informe afirma que:
• A nivel mundial, las personas más ricas y las grandes empresas ocultan miles de millones a las arcas públicas a través de complejas redes basadas en paraísos fiscales. Se estima que 21 billones de dólares escapan cada año al control del fisco.
• En Estados Unidos, años de desregulación financiera han propiciado que se incremente el capital acumulado por el 1% más rico de la población, el nivel más alto desde  la Gran Depresión, hace 80 años.
 • En India, el número de multimillonarios se multiplicó por diez en la última década, gracias a una estructura fiscal altamente regresiva y el aprovechamiento de sus vínculos con el gobierno.
• En Europa, las tremendas presiones de los mercados financieros ha impulsado drásticas medidas de austeridad que han golpeado a las clases baja y media, mientras los grandes inversores se han aprovechado de planes de rescate públicos
• En África, las grandes transnacionales (en particular del sector extractivo) han aprovechado su influencia para renegociar contratos con condiciones fiscales mucho más ventajosos , limitando la capacidad de estos gobiernos para luchar contra la pobreza.
Oxfam pide a los gobiernos que tomen medidas urgentes para revertir esta tendencia y exige a los asistentes al Foro Económico Mundial que adopten compromisos para frenar la desigualdad en las siguientes áreas:
  • No utilizar los paraísos fiscales para eludir el pago de impuestos ni en sus propios países ni en otros países en los que invierten y operan;
  • No utilizar su riqueza para obtener favores políticos que supongan un menoscabo de la voluntad política de sus conciudadanos;
  • Hacer públicas todas las inversiones en empresas y fondos de las que sean titulares efectivos y finales;
  • Respaldar una fiscalidad progresiva;
  • Exigir a los gobiernos que utilicen su recaudación fiscal para proporcionar a los ciudadanos asistencia sanitaria, educación, protección social universales, así como asegurar la cooperación y la solidaridad con los más pobres;
  • Reclamar que todas las empresas que poseen o controlan ofrezcan un salario digno a sus trabajadores;
  • Exigir a otras élites económicas que también se adhieran a estos compromisos.
Oxfam hace un llamamiento a los gobiernos para hacer frente a la desigualdad acabando con la opacidad financiera y con evasión y elusión fiscales, invirtiendo en servicios básicos como la educación universal y los sistemas de protección sanitaria y acordando una meta para acabar con la desigualdad extrema en todos los países, como parte de los objetivos de desarrollo post 2015.
La versión española del informe, recoge un anexo con los comentarios de cinco reconocidos líderes de opinión en España. En él aportan su visión de cómo el aumento de la desigualdad en nuestro país favorece el que una élite económica y política interfiera a su favor en los procesos políticos y legislativos, en detrimento de la mayoría de la población. Los autores que han participado son: Emilio OntiverosJoaquín EstefaníaJoan SubiratsCarlos Cruzado y Daniel Montero.
Cifras de interés:
  • La desigualdad crece. Casi la mitad de la riqueza mundial está en manos del 1 % más rico de la población, y la otra mitad se reparte entre el 99 % restante.
  • La riqueza del 1% de la población más rica del mundo asciende a 110 billones de dólares, una cifra 65 veces mayor que el total de la riqueza que posee la mitad más pobre de la población mundial.
  • Las 85 personas más ricas poseen una riqueza equivalente a la mitad de la población mundial.
  •  La fortuna conjunta de las 10 personas más ricas de Europa supera el coste total de las medidas de estímulo aplicadas en la Unión Europea entre 2008 y 2010 (217.000 millones de euros frente a 200.000 millones de euros)
  • En Estados Unidos, el 1% más rico ha acumulado el 95% del crecimiento total posterior a la crisis desde 2009, mientras que el 90% más pobre de la población se ha empobrecido aún más.
  • 7 de cada 10 personas de todo el mundo viven en países donde la desigualdad se ha incrementado
 Por Los ojos de Hipatia

Despedida de Jose Muica URUGUAY

terça-feira, fevereiro 17, 2015

GUY HAUG ESPECIALISTA NO PROCESSO DE BOLONHA ( ENTREVISTA DE CAMPUS DIGITAL)


       
Guy Haug, experto europeo en desarrollo universitario:
“No se trata de abandonar el viejo ideal de la universidad, sino de adaptarlo a un contexto completamente distinto”
“Nos encontramos ante una oportunidad formidable para replantear y rediseñar la universidad del mañana”
Pascual Vera
fotos: Luis Urbina
     
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El proceso para la creación de un Espacio Europeo de Educación Superior (conocido habitualmente con las siglas EEES) no tiene secretos para él. De hecho, la Declaración de Bolonia de 1999, auténtico pistoletazo de salida de todo este proceso, que supondrá el mayor cambio en la historia de la Universidad Europea , se redactó en su ordenador.
Guy Haug, considerado uno de los padres en el proceso de creación de este Espacio Europeo es uno de los máximos expertos europeos en Desarrollo Universitario. Haug ha sido asesor de la Comisión Europea y de la Asociación de Universidades Europeas. El pasado día 9 de mayo estuvo en la Universidad de Murcia para participar en las III Jornadas sobre el Espacio Europeo de Educación Superior: avanzando hacia Bolonia , organizado por el Vicerrectorado de Innovación y Convergencia Europea.
La creación de un marco común de titulaciones para todos los países europeos, la puesta en marcha un sistema compatible de créditos europeos, la acreditación de la calidad para toda Europa, y la eliminación de cualquier obstáculo que pueda suponer una merma a la movilidad, son las principales bases sobre las que pivota este proceso.
Un proceso que trata de adecuar los profesionales al verdadero mercado laboral europeo y de que las universidades del viejo continente compitan con éxito en un nuevo panorama universitario mundial al que se han incorporado con fuerza países como China o India. También el de solventar viejas rémoras.
Haug ofreció para Campus Digital su visión sobre distintos aspectos relacionados con todo el proceso de Convergencia, e hizo una personal y documentada lectura de algunas de la reformas universitarias que, a su juicio, se producirán en la universidad europea en los próximos años.
-P: Su conferencia se titula “Retos y oportunidades del EEES”, háblenos de los primeros.
-R: En España el reto mayor es reducir la diferencia que hay entre la duración oficial de los títulos y la duración efectiva. Esto irá en beneficio de los estudiantes y también de la sociedad en general. No me convencen los argumentos de los que opinan que es normal tardar ocho o nueve años para cursar una carrera de ingeniería cuando en otros países se tarda cuatro en cursarla y salen muy bien preparados.

-P: ¿Cuáles son, a su parecer, las principales oportunidades con nos trae el EEES?
-R: La más importante es repensar el papel de la universidad al servicio de la sociedad, repensar programas formativos para hacerlos más adecuados para los estudiantes, que estén más en línea con los empleos que existirán en el ámbito regional, nacional, europeo, mundial, con más eficacia, con más apertura y con un reconocimiento garantizado dentro y fuera de las fronteras…
Nos encontramos ante una oportunidad formidable para replantear y rediseñar la universidad del mañana, en lugar de contemplar los retos y oportunidades de aquella universidad arcaica del siglo XIX.

--P: Y hablando de universidad arcaica, ¿Qué piensa que debería permanecer de la universidad clásica?
-R: Todo lo bueno: la orientación, la investigación, el espíritu crítico… eso son cosas que no se ponen en cuestión. Pero no podemos actuar como si no hubiera cambiado nada en todo este tiempo hay aspectos que sí necesitan cambiar. Por ejemplo el individualismo: los esfuerzos necesitan realizarse de modo más colectivo.
La universidad de la Edad Media está mitificada, los que sueñan con esa universidad en la que los alumnos estudiaban en todas las universidades, olvidan que los estudiantes pagaban a los profesores, y a veces los echaban. Esto ha cambiado. No podemos plantearnos, en la Europa del siglo XXI la Universidad medieval, ni tampoco la del siglo XIX.
La libertad de investigación o la libertad de cátedra, son aspectos muy positivos, pero hoy no se investiga como se hacía dos siglos atrás. La investigación que hoy produce resultados es la que se realiza por equipos. No se trata de abandonar el viejo ideal de la universidad, ni sus sueños, ni su valor, sino de adaptarlos a un contexto completamente distinto.
-P: La implantación del EEES está acarreando contestación estudiantil. ¿No se ha sabido explicar suficientemente los aspectos positivos de este proceso? ¿Qué les diría a esos alumnos reticentes con este proceso?
-R: Es normal que en un proceso tan amplio como éste, que va a afectar a millones de estudiantes, de familias y de profesores en toda Europa, que haya entusiastas y gente dubitativa; que haya deficiencias e incluso oposición. Esto lo acepto. Cuando empezamos con este proceso nadie esperaba que no hubiese oposición. Esto puede incluso ayudar a orientar el proceso de manera más adecuada. Estamos en un proceso que tiene una dimensión sociológica, política y cultural muy grande, y esto necesariamente se traduce en opiniones distintas.
También es seguro que el proceso no se ha explicado suficientemente en algunos colectivos, pero los estudiantes que piensan que este proceso es pura mercantilización de la universidad se equivocan. Pueden seguir estudiando en un sistema en el que se les pide estudiar ocho años y les da créditos por cuatro. Yo respeto que las universidades que no quieran participar en este proceso que no lo hagan, pero seguramente el mercado laboral europeo no les va a ofrecer las mismas oportunidades. Carreras activas y exitosas ya no se pueden realizar aislados del resto de Europa. Incluso cuando se trate de carreras que se realicen a nivel nacional, las negociaciones se efectuarán internacionalmente.
Sí que existe una falta de explicación, pero hay también gente que aborda la negociación de manera corporativista en exceso, o de una manera demasiado defensiva para que no le cambien la manera de funcionar.
Yo ofrezco mis argumentos a quienes no están de acuerdo, y escucho los suyos Serán después los responsables políticos universitarios quienes tomen la decisión. Mi papel consiste en atraer la atención de los responsables de deficiencias actuales y posibilidades de futuro.
-P: Uno de los objetivos es conseguir que exista una mayor imbricación de la universidad en el mercado laboral, que exista una mayor conexión entre los titulados y el trabajo.
-R: En todas las encuestas, cuando se pregunta a los estudiantes qué espera de sus estudios superiores, en todos los países, sin excepción, la respuesta es siempre un buen empleo, un empleo que responda a sus aspiraciones y a sus capacidades. Esto quiere decir que el papel de la universidad es preparar a los estudiantes para involucrarlos plenamente en la sociedad.
Me parece imprescindible que la universidad se preocupe de ese aspecto. La sociedad espera que la universidad cumpla también en este sentido, lo cual no quiere decir que sean los empresarios los que digan qué tienen que estudiar los titulados, eso sería ridículo.
La sociedad no puede sentirse satisfecha con un sistema universitario que no prepare a los estudiantes también para desarrollar una actividad económica.
-P: Usted que conoce cómo han ido las negociaciones en la implantación del EEES en toda Europa ¿Cómo diría que se está avanzando en las universidades en ese tema?
-R: El proceso está casi terminado en varios países del norte y centro de Europa. Pero hay países más adelantados y otros menos, también hay universidades más adelantadas que otras, y disciplinas, pero no existe ningún país que no haya comenzado las reformas.
Al final de este proceso tendremos un sistema europeo más abierto. En la gran mayoría de los países tendremos mejores cursos formativos, más adaptados al concepto regional y nacional europeo, más adaptados a la demanda de los estudiantes y más adaptado a las posibilidades laborales. Pero es un sistema que sigue en movimiento. Sería absurdo pensar en que en el 2010 o en el 2015 todas las reformas habrán sido ya hechas y que la universidad no cambiará en los años siguientes. Se trata de un proceso que continuará, porque la demanda, la situación, el contexto, ya no serán como eran en 1999, cuando se firmó el primer convenio de Bolonia.
-P: ¿En qué sentido la convergencia de la Universidad europea puede ayudar a construir el futuro del continente?
-R: Actualmente, la competencia es más fuerte que nunca. Se ha producido un cambio radical en el entorno. La emergencia de China, de Brasil, de Japón, de India… no se puede ignorar. Europa necesita movilizar a su talento, movilizar a la gente que puede cambiar, crear, innovar. Las regiones no se pueden desenvolver aisladas. Los estudiantes saben que las mejores oportunidades no necesariamente están al lado. A veces hay que buscarlas fuera.
Las claves
En España el reto mayor es reducir la diferencia que hay entre la duración de los títulos y la duración efectiva.
Nos encontramos ante una oportunidad formidable para replantear y rediseñar la universidad del mañana.
No se trata de abandonar el viejo ideal de la universidad, sino de adaptarlo a un contexto completamente distinto.
Los estudiantes que piensan que este proceso es pura mercantilización de la universidad se equivocan.
El papel de la universidad es preparar a los estudiantes para involucrarlos plenamente en la sociedad.
Al final de este proceso tendremos un sistema europeo más abierto.
Europa necesita movilizar a su talento, movilizar a la gente que puede cambiar, crear e innovar.
Los estudiantes saben que las mejores oportunidades no necesariamente están al lado. A veces hay que buscarlas fuera.
La endogamia no es algo que exista de manera espontánea, a veces se incentiva.
En las más prestigiosas universidades europeas existe un proceso de reclutamiento de profesores muy abierto.


-P: Una de las mayores lacras que se le achaca a la universidad es la endogamia ¿Acabará con la endogamia el EEES?
-R: Sí, si las universidades quieren y si lo facilitan las legislaciones nacionales. Hay países en los que la legislación marca que el rector tiene que proceder de la propia Universidad. Quejarse de la endogamia en estas condiciones resulta casi una tautología. Hay países donde se impone que el rector no provenga directamente de la universidad, para que traiga ideas nuevas y aporte más independencia, y para que después de su mandato no le resulte tan difícil integrarse en una universidad, en la que sus colegas estaban antes bajo su autoridad.
La endogamia no es algo que exista de manera espontánea, a veces se incentiva o facilita. Lo que es seguro es que entre las más prestigiosas universidades europeas tienen un proceso de reclutamiento de profesores muy abierto, publican cada puesto a nivel internacional, reciben candidaturas del mundo entero, y eligen a los profesores más cualificados. Eso es uno de los indicadores más fiables de calidad y de futuro de una universidad. Yo entiendo, no obstante, que también hay que tener en cuenta la evolución regional y nacional de las universidades, en todo proceso es necesario un equilibrio: conozco algunas universidades europeas en las que los estudiantes empiezan a quejarse de que casi no pueden hablar su idioma, porque todo pasa en inglés, ya que reclutaron a profesores prestigiosos de fuera que no hablaban la lengua de su país.
No hay una receta que funcione para todo: la endogamia es perjudicial para una universidad si está demasiado marcada. A mi parecer, el peligro mayor de esta endogamia es que no se trae a las universidades los vientos de cambio que soplan en el mundo, lo que provoca que las universidades sigan pensando en referentes nacionales sin darse cuenta del cambio que se está produciendo en el mundo.
-P:¿Cuánto costará este proceso? ¿Está la Universidad europea en disposición de pagarlo?
-R: El proceso funciona mejor cuando hay un presupuesto explícito, como en ciertos países, para que hagan estas transformaciones necesarias. En muchos casos el proceso pide una reasignación de recursos. Hay recursos, pero es preciso reciclarlos, y una parte de este reciclaje consistirá en la reducción de estos estudios.
No obstante, se necesitan incentivos para facilitar el cambio.
Si se pone más dinero en manos de la universidad, ésta mejora. El gobierno paga más, pero a cambio consigue más de la universidad en relación con las necesidades de la sociedad.
Hay que tener en cuenta la emergencia de países como China, India y otros países, que no era tan fuerte diez años atrás. La capacidad de retener y atraer a los mejores profesores y también a los estudiantes. No hablamos de competencia comercial, sino de competición por el saber, la iniciativa, la innovación. Si no somos capaces de competir con Estados Unidos, China, Rusia en esto, en que los mejores cerebros vengan a Europa… será muy complicado.

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sábado, janeiro 31, 2015

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Serviço Social Português & Simone de Beavoir

Autora de El segundo sexo, texto sobre lo que había significado para ella el ser mujer, Simone de Beauvoir ( París, Francia, 1908) comenzó a investigar acerca de la situación de las mujeres a lo largo de la historia y escribió este ensayo que aborda cómo se ha concebido a la mujer, qué situaciones viven y cómo se puede intentar que mejoren sus vidas y se amplíen sus libertades.




El texto indaga acerca de la vida de la mitad de la humanidad. También es considerada una obra enciclopédica, pues aborda la identidad de las mujeres y la diferencia sexual desde los puntos de vista de la psicología, la historia, la antropología, la biología, la reproducción y las relaciones afectivo-sexuales.

La teoría principal que sostiene Beauvoir es que “la mujer”, o más exactamente lo que entendemos por mujer (coqueta, frívola, caprichosa, salvaje o sumisa, obediente, cariñosa, etc.), es un producto cultural que se ha construido socialmente.
Pensadora y novelista francesa, representante del movimiento existencialista ateo y figura importante en la reivindicación de los derechos de la mujer, Simone de Beauvoir, originaria de una familia burguesa, destacó desde temprana edad como una alumna brillante. Estudió en la Sorbona y en 1929 conoció a Jean-Paul Sartre,  filósofo, novelista, dramaturgo, activista político y crítico literario francés, exponente del existencialismo y del marxismo humanista, quien se convirtió en su compañero  de vida. Entre ellos hubo un pacto de amor libre, de pareja abierta, en el que se ambos pretendían que la verdad triunfara antes que los celos.

Su obra, expuesta en libros, revistas, ensayos y crítica social, resulta un punto de partida teórico para distintos grupos feministas, y se convirtió en una obra clásica del pensamiento contemporáneo, en especial El segundo sexo, publicado en 1949, en este texto elaboró una historia sobre la condición social Para la autora “la vida es un largo combate por el que se llega a ser uno mismo, esa es la tarea más elevada e ineludible de todo ser humano”.  Todo se construye, incluida la felicidad y, por supuesto, la identidad personal. Abrazó la filosofía de confianza plena a las personas, para sólo otorgar a ellas la responsabilidad de labrar sus propios destinos.

Cultura Colectivade la mujer y analizó las distintas características de la opresión masculina. Afirmó que al ser excluida de los procesos de producción y confinada al hogar y a las funciones reproductivas, la mujer perdía todos los vínculos sociales y con ellos la posibilidad de ser libre.
Analizó la situación de género desde la visión de la biología, el psicoanálisis y el marxismo; destruyó los mitos femeninos e incitó a buscar una auténtica “liberación”. Sostuvo que la lucha para la emancipación de la mujer era distinta y paralela a la lucha de clases, y que el principal problema que debía afrontar el “sexo débil” no era ideológico sino económico.
Durante su vida, y hasta el final de esta, el  14 de abril de 1986,  fue una incansable luchadora por los derechos humanos, no sólo por los femeninos.  Realizó críticas, obras de teatro e investigaciones sociales cuyos temas principales fueron: el feminismo, el pensamiento político de la izquierda ante y posguerra (Segunda Guerra Mundial), el psiconanálisis y el existencialismo. Para la autora “la vida es un largo combate por el que se llega a ser uno mismo, esa es la tarea más elevada e ineludible de todo ser humano”.  Todo se construye, incluida la felicidad y, por supuesto, la identidad personal. Abrazó la filosofía de confianza plena a las personas, para sólo otorgar a ellas la responsabilidad de labrar sus propios destinos.

Cultura Colectiva
Artículo de El Ciudadano13 OCTOBER 15:10
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terça-feira, dezembro 16, 2014

terça-feira, dezembro 02, 2014

Serviço Social Português a Nova Revolução Americana Estados Unidos

The DREAM Act

Two Years and Counting: Assessing the Growing Power of DACA

This week marks the two-year anniversary of the Deferred Action for Childhood Arrivals (DACA) Program, first initiated by President Obama on June 15, 2012.  This research brief presents current findings from the National UnDACAmented Research Project (NURP) national survey on the impact that DACA has had on some of the young people who have received it.
Published On: Mon, Jun 16, 2014 | Download File

How DACA is Impacting the Lives of Those Who are Now DACAmented

Preliminary Findings from the National UnDACAmented Research Project
by Roberto G. Gonzales, Harvard Graduate School of Education
and Veronica Terriquez, University of Southern California
As Congress continues to debate immigration reform, August 15th marks the one-year anniversary of the Deferred Action for Childhood Arrivals (DACA) program. While not granting a path to legalization and citizenship, DACA provides an opportunity for a segment of the undocumented immigrant population to remain in the country without fear of deportation, allows them to apply for work permits, and increases their opportunities for economic and social incorporation. This research summary presents preliminary findings on the impact that DACA has had on some of the young people who have received it.
We find that the DACA recipients we surveyed experienced a pronounced increase in economic opportunities, such as getting a new job, opening their first bank account, and obtaining their first credit card. Many seek further social integration beyond DACA. In fact, almost all DACA recipients indicate that they would apply for U.S. citizenship if given the opportunity. Our study also shows that DACA recipients are often fearful that family members and friends could be deported at any time. Overall, our research indicates that although DACA opens up some economic opportunities for young aspiring Americans, it does not address the constant threat of deportation still facing those closest to them, including mothers, fathers, and siblings.Read more...
Published On: Thu, Aug 15, 2013 | Download File

Deferred Action for Childhood Arrivals: A Resource Page

In June of 2012, the Obama administration announced that it would accept requests for Deferred Action for Childhood Arrivals (DACA), an initiative designed to temporarily suspend the deportation of young people residing unlawfully in the U.S. who were brought to the United States as children, meet certain education requirements and generally match the criteria established under legislative proposals like the DREAM Act. The implementation of the program is being carefully monitored by the American Immigration Council. This resource page collects Council materials and statements, government resources, and other publications relating solely to DACA.
For information on the Deferred Action for Parents program, visit our Executive Action resource page.Read more...
Published On: Thu, Oct 25, 2012

Who and Where the DREAMers Are, Revised Estimates

There are roughly 1.8 million immigrants in the United States who might be, or might become, eligible for the Obama Administration’s “deferred action” initiative for unauthorized youth brought to this country as children. This initiative, announced on June 15, offers a two-year, renewable reprieve from deportation to unauthorized immigrants who are under the age of 31; entered the United States before age 16; have lived continuously in the country for at least five years; have not been convicted of a felony, a “significant” misdemeanor, or three other misdemeanors; and are currently in school, graduated from high school, earned a GED, or served in the military. Within this population of potential beneficiaries, however, are three distinct groups:
1.)   Those who are between the ages of 15 and 30 who are either in high school or already have high school diplomas. This group is immediately eligible for deferred action.
2.)   Those between the ages of 5 and 14 who will be eligible at some point in the future if the deferred action initiative remains in place.
3.)   Those between the ages of 15 and 30 who are not in high school and don’t have high school diplomas. Members of this group might be eligible for deferred action if they get a GED.
A previous IPC analysis described in detail the demographic characteristics of the first two of these groups of potential beneficiaries. This analysis captures the third group as well. More precisely, potential beneficiaries are broken down by age, gender, and nationality at the state and national level. In reviewing these numbers, it is important to keep in mind that they are approximations and not precise figures.Read more...
Published On: Tue, Oct 16, 2012 | Download File

Who and Where the DREAMers Are

A Demographic Profile of Immigrants Who Might Benefit from the Obama Administration’s Deferred Action For Childhood Arrivals (DACA) Initiative.
A new analysis casts some much-needed light on the question of exactly who might be eligible for the Obama Administration’s “deferred action” initiative for unauthorized youth who were brought to this country as children. This initiative, announced by Homeland Security Secretary Janet Napolitano on June 15, offers a two-year, renewable reprieve from deportation to unauthorized immigrants who are under the age of 31; entered the United States before age 16; have lived continuously in the country for at least five years; have not been convicted of a felony, a “significant” misdemeanor, or three other misdemeanors; and are currently in school, graduated from high school, earned a GED, or served in the military. Immigrants who meet these criteria are commonly referred to as “DREAMers” because they comprise most (though not all) of the individuals who meet the general requirements of the Development, Relief, and Education for Alien Minors (DREAM) Act.Read more...
Published On: Sat, Aug 18, 2012 | Download File

Economic Benefits of Granting Deferred Action to Unauthorized Immigrants Brought to U.S. as Youth

There are an estimated 1.4 million children and young adults in the United States who might benefit from President Obama’s announcement that the Department of Homeland Security would begin granting deferred action (and Employment Authorization Documents) to unauthorized immigrants who were brought to the United States as minors. For many of these young people, the United States is the only home they know and English is their first language. Each year, tens of thousands of them graduate from primary or secondary school, often at the top of their classes. They have the potential to be future doctors, nurses, teachers, and entrepreneurs, but their lack of legal status has prevented them from attending college or working legally. The President’s deferred action initiative will provide an opportunity for them to live up to their full potential and, in the process, make greater contributions to the U.S. economy. Read more...
Published On: Fri, Jun 22, 2012 | Download File

A Comparison of the DREAM Act and Other Proposals for Undocumented Youth

Each year, approximately 65,000 undocumented students graduate from American high schools. While many hope to pursue higher education, join the military, or enter the workforce, their lack of legal status places those dreams in jeopardy and exposes them to deportation. Over the last decade, there has been growing bipartisan consensus that Congress should provide legal immigration status for young adults who came to the country as children and graduated from American high schools. Read more...
Published On: Tue, Jun 05, 2012 | Download File

Scholars United Behind DREAM Act

Washington D.C. - Last week, more than fifty leading university professors urged Congress to pass the DREAM Act, noting that both their academic research and their work as teachers compelled them to speak out on behalf of the undocumented students whose future hangs in the balance over today's vote. Today, nearly 400 scholars from across the U.S. (including all 8 Ivy Leagues) have signed onto the letterRead more...
Published On: Fri, Dec 17, 2010 | Download File

Investing in the American DREAM

By Roberto G. Gonzales Ph.D.

Each year, tens of thousands of undocumented immigrant students graduate from American high schools and embark on uncertain futures.  Their inability to legally work and receive financial aid stalls, detours, and derails their educational and economic trajectories.  Most importantly, at any time, they can be deported to countries they barely know.  The Development, Relief, and Education for Alien Minors (DREAM) Act is a federal bill aimed at providing immigration relief to these young people.  The passage of this bill would grant many undocumented youth access to legal residency and federal financial aid—thus removing legal and economic barriers to higher education and increasing their contributions to America and the likelihood of upward mobility.
Published On: Thu, Dec 02, 2010 | Download File

Dispelling DREAM Act Myths

The DREAM Act—a popular proposal to provide legal status to undocumented youth who entered the U.S. as children, graduated from U.S. high schools, and attend college or enter the military—is the target of a smear campaign from anti-immigration hardliners.  According to them, passage of the DREAM Act would cheat native-born students out of opportunities.  This tired effort to pit immigrants and native-born—whether they are workers or students—against one another is not only destructive, but has no basis in fact.  Moreover, it ignores the economic benefits that come from legalizing a group of talented, hard-working individuals who want nothing more than to contribute to America and repay the country for the opportunities they’ve been given. Read more...
Published On: Tue, Nov 23, 2010 | Download File