Este Blogue tem como objectivo divulgar o Serviço Social Português (SSP) e aceita colaborações e iniciativas escritas, notícias e fotografias dos profissionais e estudantes de Serviço Social de qualquer canto do mundo.
sábado, março 21, 2015
sábado, março 07, 2015
Jornada de luta mulheres 8 de Março
8 de março:
As comemorações do 8 de março estão mundialmente vinculadas às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Essa luta é antiga e contou com a força de inúmeras mulheres que nos vários momentos da história da humanidade resistiram ao machismo e à discriminação.
Uma data de muitas histórias e lutas
https://www.youtube.com/watch?v=mfvnbow9npc
É a partir da Revolução francesa, em 1789, que as mulheres passam a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando a melhoria das condições de vida e trabalho, a participação política, o fim da prostituição, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos.
É nessa época que surge o nome da francesa Olympe de Gouges. Em 1791, ela lança a "Declaração dos Direitos da Cidadã", onde reivindicava o "direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos segundo suas capacidades". Afirmava também que "se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso, ela deve poder subir também à tribuna". Olympe de Gouges foi julgada, condenada à morte e guilhotinada em 3 de março de 1793, por "ter querido ser um homem de estado e Ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo". Nesse mesmo ano, as associações femininas foram proibidas na França.
Revolução Industrial
Na Segunda metade do século XVIII, as grandes transformações ocorridas no processo produtivo e que resultaram na Revolução Industrial, trouxeram consigo uma série de reivindicações até então inexistentes. A absorção do trabalho feminino pelas indústrias, como forma de baratear os salários, inseriu definitivamente a mulher no mundo da produção. Ela passou a ser obrigada a conviver com jornadas de trabalho que chegavam até 17 horas diárias, em condições insalubres, submetidas a espancamentos e ameaças sexuais constantes, além de receber salários que chegavam a ser 60% menores que os dos homens.
Em exemplo típico do ambiente fabril na época era a tecelagem Tydesley, em Manchester, na Inglaterra, onde se trabalhava 14 horas diárias a uma temperatura de 29º, num local úmido, com portas e janelas fechadas e, na parede, um cartaz afixado proibia, entre outras coisas, ir ao banheiro, beber água, abrir janelas ou acender as luzes.
Luta Operária
Não tardaram a surgir, na Europa e nos Estados Unidos, manifestações operárias contrárias ao terrível cotidiano vivenciado e os enfrentamentos com o patronato e a polícia se tornaram cada vez mais freqüentes.
A redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias passou a ser a grande bandeira dos trabalhadores industriais.
Em 1819, depois de um enfrentamento em que a polícia atirou com canhões contra os trabalhadores, a Inglaterra aprovou a lei que reduzia para 12 horas o trabalho das mulheres e dos menores entre 9 e 16 anos. Foi também a Inglaterra o primeiro país a reconhecer, legalmente, o direito de organização dos trabalhadores. O parlamento inglês aprovou, em 1824, o direito de livre associação e os sindicatos se organizaram em todo o país.
Foi no bojo das manifestações pela redução da jornada de trabalho que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.
Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.
Texto extraído de "8 de março, Dia Internacional da Mulher – Uma data e muitas histórias", de Carmen Lucia Evangelho Lopes.. CEDIM-SP/Centro de Memória Sindical.
quarta-feira, março 04, 2015
sERVIÇO sOCIAL pORTUGUÊS :OXFAM DENUNCIA POBREZA EXTREMA
Oxfam denuncia el secuestro de la democracia en beneficio de las élites económicas
Sólo 85 personas acumulan tanta riqueza como la que posee la mitad más pobre de la población mundial. En España las 20 personas más ricas poseen una fortuna similar a los ingresos del 20% de la población más pobre
Oxfam Intermón exige a los líderes del Foro Económico Mundial que tomen medidas urgentes para reducir la desigualdad que corroe los sistemas democráticos y beneficia a unos pocos en detrimento de la mayoría
Las élites económicas están secuestrando el poder político para manipular las reglas del juego económico, lo que socava la democracia y crea un mundo en el que las 85 personas más adineradas poseen una riqueza igual a la renta de la mitad más pobre de la población mundial, según advierte Oxfam (Oxfam Intermón en España) en un informe hecho público hoy a nivel mundial.
“Gobernar para las élites. Secuestro democrático y desigualdad económica”, que ve la luz en vísperas del Foro Económico Mundial de esta semana en Davos, detalla el impacto pernicioso que la creciente desigualdad está teniendo tanto en los países en desarrollo como en los desarrollados, permitiendo que los más ricos promuevan políticas que protegen sus intereses en detrimento de la mayoría y socavando los procesos democráticos.
El informe afirma que hay una creciente conciencia pública a nivel mundial del aumento de este poder. Una encuesta realizada para Oxfam en seis países (España, Brasil, India, Sudáfrica, el Reino Unido y Estados Unidos) desvela que la mayor parte de la población cree que las leyes están diseñadas para favorecer a los ricos. En España, ocho de cada diez personas están de acuerdo con esta afirmación.
“España no escapa a esta dinámica. Los casos en los que los intereses de una minoría económicamente poderosa se han impuesto por encima de los intereses de la ciudadanía de a pie son numerosos, en la historia de nuestra democracia. La crisis económica, financiera, política y social que padece España hoy tiene buena parte de su origen precisamente, en esas dinámicas perniciosas donde el interés público y los procesos democráticos han sido secuestrados por los intereses de una minoría”, afirma José María Vera, Director de Oxfam Intermón.
El problema de la desigualdad ha escalado posiciones en la agenda global en los últimos años: En Estados Unidos, el presidente Obama la ha convertido en una prioridad para 2014. El Foro Económico Mundial ha identificado la creciente disparidad de ingresos como el segundo riesgo más importante a nivel mundial en los próximos 12-18 meses; en su informe Global Outlook, publicado en noviembre, advirtió que la desigualdad está socavando la estabilidad social y “atenta contra la seguridad a escala global“.
“No podemos pretender ganar la lucha contra la pobreza sin abordar la desigualdad. Esta creciente lacra está creando un círculo vicioso en el que la riqueza y el poder están cada vez más concentrados en las manos de unos pocos, dejando al resto de la ciudadanía las migajas”, afirma Vera.
Algunas de las políticas que desde las últimas décadas benefician a los más ricos incluyen: la desregulación y la opacidad financieras, los paraísos fiscales la reducción de los tipos impositivos sobre las rentas más altas y los recortes en las políticas públicas de inversión y protección social. Desde finales de 1970, los tipos impositivos sobre las rentas más altas se han reducido en 29 de los 30 países de los cuales se dispone de datos, lo que significa que en muchos lugares los ricos no sólo ganan más, sino que también pagan menos impuestos.
Este manifiesto secuestro de los procesos democráticos por parte de las élites y a expensas de la clase media y los más pobres, ha contribuido a crear un mundo en el que siete de cada diez personas viven en países donde la desigualdad ha aumentado desde la década de 1980, y donde el 1% de las familias más poderosas acapara el 46% de su riqueza (110 billones de dólares).
El informe afirma que:
• A nivel mundial, las personas más ricas y las grandes empresas ocultan miles de millones a las arcas públicas a través de complejas redes basadas en paraísos fiscales. Se estima que 21 billones de dólares escapan cada año al control del fisco.
• En Estados Unidos, años de desregulación financiera han propiciado que se incremente el capital acumulado por el 1% más rico de la población, el nivel más alto desde la Gran Depresión, hace 80 años.
• En India, el número de multimillonarios se multiplicó por diez en la última década, gracias a una estructura fiscal altamente regresiva y el aprovechamiento de sus vínculos con el gobierno.
• En Europa, las tremendas presiones de los mercados financieros ha impulsado drásticas medidas de austeridad que han golpeado a las clases baja y media, mientras los grandes inversores se han aprovechado de planes de rescate públicos
• En África, las grandes transnacionales (en particular del sector extractivo) han aprovechado su influencia para renegociar contratos con condiciones fiscales mucho más ventajosos , limitando la capacidad de estos gobiernos para luchar contra la pobreza.
Oxfam pide a los gobiernos que tomen medidas urgentes para revertir esta tendencia y exige a los asistentes al Foro Económico Mundial que adopten compromisos para frenar la desigualdad en las siguientes áreas:
- No utilizar los paraísos fiscales para eludir el pago de impuestos ni en sus propios países ni en otros países en los que invierten y operan;
- No utilizar su riqueza para obtener favores políticos que supongan un menoscabo de la voluntad política de sus conciudadanos;
- Hacer públicas todas las inversiones en empresas y fondos de las que sean titulares efectivos y finales;
- Respaldar una fiscalidad progresiva;
- Exigir a los gobiernos que utilicen su recaudación fiscal para proporcionar a los ciudadanos asistencia sanitaria, educación, protección social universales, así como asegurar la cooperación y la solidaridad con los más pobres;
- Reclamar que todas las empresas que poseen o controlan ofrezcan un salario digno a sus trabajadores;
- Exigir a otras élites económicas que también se adhieran a estos compromisos.
Oxfam hace un llamamiento a los gobiernos para hacer frente a la desigualdad acabando con la opacidad financiera y con evasión y elusión fiscales, invirtiendo en servicios básicos como la educación universal y los sistemas de protección sanitaria y acordando una meta para acabar con la desigualdad extrema en todos los países, como parte de los objetivos de desarrollo post 2015.
La versión española del informe, recoge un anexo con los comentarios de cinco reconocidos líderes de opinión en España. En él aportan su visión de cómo el aumento de la desigualdad en nuestro país favorece el que una élite económica y política interfiera a su favor en los procesos políticos y legislativos, en detrimento de la mayoría de la población. Los autores que han participado son: Emilio Ontiveros, Joaquín Estefanía, Joan Subirats, Carlos Cruzado y Daniel Montero.
Cifras de interés:
- La desigualdad crece. Casi la mitad de la riqueza mundial está en manos del 1 % más rico de la población, y la otra mitad se reparte entre el 99 % restante.
- La riqueza del 1% de la población más rica del mundo asciende a 110 billones de dólares, una cifra 65 veces mayor que el total de la riqueza que posee la mitad más pobre de la población mundial.
- Las 85 personas más ricas poseen una riqueza equivalente a la mitad de la población mundial.
- La fortuna conjunta de las 10 personas más ricas de Europa supera el coste total de las medidas de estímulo aplicadas en la Unión Europea entre 2008 y 2010 (217.000 millones de euros frente a 200.000 millones de euros)
- En Estados Unidos, el 1% más rico ha acumulado el 95% del crecimiento total posterior a la crisis desde 2009, mientras que el 90% más pobre de la población se ha empobrecido aún más.
- 7 de cada 10 personas de todo el mundo viven en países donde la desigualdad se ha incrementado
Por Los ojos de Hipatia
terça-feira, fevereiro 17, 2015
GUY HAUG ESPECIALISTA NO PROCESSO DE BOLONHA ( ENTREVISTA DE CAMPUS DIGITAL)
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-P: Su conferencia se titula “Retos y oportunidades del EEES”, háblenos de los primeros.
-R: En España el reto mayor es reducir la diferencia que hay entre la duración oficial de los títulos y la duración efectiva. Esto irá en beneficio de los estudiantes y también de la sociedad en general. No me convencen los argumentos de los que opinan que es normal tardar ocho o nueve años para cursar una carrera de ingeniería cuando en otros países se tarda cuatro en cursarla y salen muy bien preparados.
-P: ¿Cuáles son, a su parecer, las principales oportunidades con nos trae el EEES?
-R: La más importante es repensar el papel de la universidad al servicio de la sociedad, repensar programas formativos para hacerlos más adecuados para los estudiantes, que estén más en línea con los empleos que existirán en el ámbito regional, nacional, europeo, mundial, con más eficacia, con más apertura y con un reconocimiento garantizado dentro y fuera de las fronteras…
Nos encontramos ante una oportunidad formidable para replantear y rediseñar la universidad del mañana, en lugar de contemplar los retos y oportunidades de aquella universidad arcaica del siglo XIX.
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--P: Y hablando de universidad arcaica, ¿Qué piensa que debería permanecer de la universidad clásica?
-R: Todo lo bueno: la orientación, la investigación, el espíritu crítico… eso son cosas que no se ponen en cuestión. Pero no podemos actuar como si no hubiera cambiado nada en todo este tiempo hay aspectos que sí necesitan cambiar. Por ejemplo el individualismo: los esfuerzos necesitan realizarse de modo más colectivo.
La universidad de la Edad Media está mitificada, los que sueñan con esa universidad en la que los alumnos estudiaban en todas las universidades, olvidan que los estudiantes pagaban a los profesores, y a veces los echaban. Esto ha cambiado. No podemos plantearnos, en la Europa del siglo XXI la Universidad medieval, ni tampoco la del siglo XIX.
La libertad de investigación o la libertad de cátedra, son aspectos muy positivos, pero hoy no se investiga como se hacía dos siglos atrás. La investigación que hoy produce resultados es la que se realiza por equipos. No se trata de abandonar el viejo ideal de la universidad, ni sus sueños, ni su valor, sino de adaptarlos a un contexto completamente distinto.
-P: La implantación del EEES está acarreando contestación estudiantil. ¿No se ha sabido explicar suficientemente los aspectos positivos de este proceso? ¿Qué les diría a esos alumnos reticentes con este proceso?
-R: Es normal que en un proceso tan amplio como éste, que va a afectar a millones de estudiantes, de familias y de profesores en toda Europa, que haya entusiastas y gente dubitativa; que haya deficiencias e incluso oposición. Esto lo acepto. Cuando empezamos con este proceso nadie esperaba que no hubiese oposición. Esto puede incluso ayudar a orientar el proceso de manera más adecuada. Estamos en un proceso que tiene una dimensión sociológica, política y cultural muy grande, y esto necesariamente se traduce en opiniones distintas.
También es seguro que el proceso no se ha explicado suficientemente en algunos colectivos, pero los estudiantes que piensan que este proceso es pura mercantilización de la universidad se equivocan. Pueden seguir estudiando en un sistema en el que se les pide estudiar ocho años y les da créditos por cuatro. Yo respeto que las universidades que no quieran participar en este proceso que no lo hagan, pero seguramente el mercado laboral europeo no les va a ofrecer las mismas oportunidades. Carreras activas y exitosas ya no se pueden realizar aislados del resto de Europa. Incluso cuando se trate de carreras que se realicen a nivel nacional, las negociaciones se efectuarán internacionalmente.
Sí que existe una falta de explicación, pero hay también gente que aborda la negociación de manera corporativista en exceso, o de una manera demasiado defensiva para que no le cambien la manera de funcionar.
Yo ofrezco mis argumentos a quienes no están de acuerdo, y escucho los suyos Serán después los responsables políticos universitarios quienes tomen la decisión. Mi papel consiste en atraer la atención de los responsables de deficiencias actuales y posibilidades de futuro.
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-P: Usted que conoce cómo han ido las negociaciones en la implantación del EEES en toda Europa ¿Cómo diría que se está avanzando en las universidades en ese tema?
-R: El proceso está casi terminado en varios países del norte y centro de Europa. Pero hay países más adelantados y otros menos, también hay universidades más adelantadas que otras, y disciplinas, pero no existe ningún país que no haya comenzado las reformas.
Al final de este proceso tendremos un sistema europeo más abierto. En la gran mayoría de los países tendremos mejores cursos formativos, más adaptados al concepto regional y nacional europeo, más adaptados a la demanda de los estudiantes y más adaptado a las posibilidades laborales. Pero es un sistema que sigue en movimiento. Sería absurdo pensar en que en el 2010 o en el 2015 todas las reformas habrán sido ya hechas y que la universidad no cambiará en los años siguientes. Se trata de un proceso que continuará, porque la demanda, la situación, el contexto, ya no serán como eran en 1999, cuando se firmó el primer convenio de Bolonia.
-P: ¿En qué sentido la convergencia de la Universidad europea puede ayudar a construir el futuro del continente?
-R: Actualmente, la competencia es más fuerte que nunca. Se ha producido un cambio radical en el entorno. La emergencia de China, de Brasil, de Japón, de India… no se puede ignorar. Europa necesita movilizar a su talento, movilizar a la gente que puede cambiar, crear, innovar. Las regiones no se pueden desenvolver aisladas. Los estudiantes saben que las mejores oportunidades no necesariamente están al lado. A veces hay que buscarlas fuera.
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La endogamia no es algo que exista de manera espontánea, a veces se incentiva o facilita. Lo que es seguro es que entre las más prestigiosas universidades europeas tienen un proceso de reclutamiento de profesores muy abierto, publican cada puesto a nivel internacional, reciben candidaturas del mundo entero, y eligen a los profesores más cualificados. Eso es uno de los indicadores más fiables de calidad y de futuro de una universidad. Yo entiendo, no obstante, que también hay que tener en cuenta la evolución regional y nacional de las universidades, en todo proceso es necesario un equilibrio: conozco algunas universidades europeas en las que los estudiantes empiezan a quejarse de que casi no pueden hablar su idioma, porque todo pasa en inglés, ya que reclutaron a profesores prestigiosos de fuera que no hablaban la lengua de su país.
No hay una receta que funcione para todo: la endogamia es perjudicial para una universidad si está demasiado marcada. A mi parecer, el peligro mayor de esta endogamia es que no se trae a las universidades los vientos de cambio que soplan en el mundo, lo que provoca que las universidades sigan pensando en referentes nacionales sin darse cuenta del cambio que se está produciendo en el mundo.
-P:¿Cuánto costará este proceso? ¿Está la Universidad europea en disposición de pagarlo?
-R: El proceso funciona mejor cuando hay un presupuesto explícito, como en ciertos países, para que hagan estas transformaciones necesarias. En muchos casos el proceso pide una reasignación de recursos. Hay recursos, pero es preciso reciclarlos, y una parte de este reciclaje consistirá en la reducción de estos estudios.
No obstante, se necesitan incentivos para facilitar el cambio.
Si se pone más dinero en manos de la universidad, ésta mejora. El gobierno paga más, pero a cambio consigue más de la universidad en relación con las necesidades de la sociedad.
Hay que tener en cuenta la emergencia de países como China, India y otros países, que no era tan fuerte diez años atrás. La capacidad de retener y atraer a los mejores profesores y también a los estudiantes. No hablamos de competencia comercial, sino de competición por el saber, la iniciativa, la innovación. Si no somos capaces de competir con Estados Unidos, China, Rusia en esto, en que los mejores cerebros vengan a Europa… será muy complicado.
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sábado, janeiro 31, 2015
quarta-feira, janeiro 21, 2015
Serviço Social Português & Simone de Beavoir
Autora de El segundo sexo, texto sobre lo que había
significado para ella el ser mujer, Simone de Beauvoir ( París, Francia, 1908)
comenzó a investigar acerca de la situación de las mujeres a lo largo de la
historia y escribió este ensayo que aborda cómo se ha concebido a la mujer, qué
situaciones viven y cómo se puede intentar que mejoren sus vidas y se amplíen
sus libertades.
El texto indaga acerca de la vida de la mitad de la
humanidad. También es considerada una obra enciclopédica, pues aborda la
identidad de las mujeres y la diferencia sexual desde los puntos de vista de la
psicología, la historia, la antropología, la biología, la reproducción y las
relaciones afectivo-sexuales.
La teoría principal que sostiene Beauvoir es que “la mujer”,
o más exactamente lo que entendemos por mujer (coqueta, frívola, caprichosa,
salvaje o sumisa, obediente, cariñosa, etc.), es un producto cultural que se ha
construido socialmente.
Pensadora y novelista francesa, representante del movimiento
existencialista ateo y figura importante en la reivindicación de los derechos
de la mujer, Simone de Beauvoir, originaria de una familia burguesa, destacó
desde temprana edad como una alumna brillante. Estudió en la Sorbona y en 1929
conoció a Jean-Paul Sartre, filósofo,
novelista, dramaturgo, activista político y crítico literario francés,
exponente del existencialismo y del marxismo humanista, quien se convirtió en
su compañero de vida. Entre ellos hubo
un pacto de amor libre, de pareja abierta, en el que se ambos pretendían que la
verdad triunfara antes que los celos.
Su obra, expuesta en libros, revistas, ensayos y crítica
social, resulta un punto de partida teórico para distintos grupos feministas, y
se convirtió en una obra clásica del pensamiento contemporáneo, en especial El
segundo sexo, publicado en 1949, en este texto elaboró una historia sobre la
condición social Para la autora “la vida es un largo combate por el que se
llega a ser uno mismo, esa es la tarea más elevada e ineludible de todo ser
humano”. Todo se construye, incluida la
felicidad y, por supuesto, la identidad personal. Abrazó la filosofía de
confianza plena a las personas, para sólo otorgar a ellas la responsabilidad de
labrar sus propios destinos.
Cultura Colectivade la mujer y analizó las distintas
características de la opresión masculina. Afirmó que al ser excluida de los
procesos de producción y confinada al hogar y a las funciones reproductivas, la
mujer perdía todos los vínculos sociales y con ellos la posibilidad de ser
libre.
Analizó la situación de género desde la visión de la
biología, el psicoanálisis y el marxismo; destruyó los mitos femeninos e incitó
a buscar una auténtica “liberación”. Sostuvo que la lucha para la emancipación
de la mujer era distinta y paralela a la lucha de clases, y que el principal
problema que debía afrontar el “sexo débil” no era ideológico sino económico.
Durante su vida, y hasta el final de esta, el 14 de abril de 1986, fue una incansable luchadora por los derechos
humanos, no sólo por los femeninos.
Realizó críticas, obras de teatro e investigaciones sociales cuyos temas
principales fueron: el feminismo, el pensamiento político de la izquierda ante
y posguerra (Segunda Guerra Mundial), el psiconanálisis y el existencialismo. Para
la autora “la vida es un largo combate por el que se llega a ser uno mismo, esa
es la tarea más elevada e ineludible de todo ser humano”. Todo se construye, incluida la felicidad y,
por supuesto, la identidad personal. Abrazó la filosofía de confianza plena a
las personas, para sólo otorgar a ellas la responsabilidad de labrar sus
propios destinos.
Cultura Colectiva
Artículo de El Ciudadano13 OCTOBER 15:10
ARTES, CULTURA, GÉNERO, LETRAS, LITERATURA,MUNDO
terça-feira, dezembro 16, 2014
segunda-feira, dezembro 15, 2014
terça-feira, dezembro 02, 2014
Serviço Social Português a Nova Revolução Americana Estados Unidos
The DREAM Act |
Etiquetas:
The Dream Act Luis Gutierres
segunda-feira, novembro 17, 2014
Chile Joven cinesta peretende ser enforcado pela policia na via Puúcica
Subido el 23/12/2011
JOVEN CINEASTA ES TOMADO DETENIDO CON MUCHA VIOLENCIA Y TRATA DE AHORCARLO, EL FAMOSO TENIENTE FAUNDEZ .REPRESOR NUMERO 1
MOSTRAR MÁ
Shttps://www.youtube.com/watch?v=n25TeLF7_mE https://www.youtube.com/watch?v=n25TeLF7_mE
Shttps://www.youtube.com/watch?v=n25TeLF7_mE https://www.youtube.com/watch?v=n25TeLF7_mE
domingo, novembro 09, 2014
Direitos Humanos e Serviço Social :Horror en México El Estado Mexicano Acusado de Juvenicidio
Horror en México
El Estado mexicano, acusado de juvenicidio
El brutal crimen de Estado y lesa humanidad perpetrado contra los jóvenes normalistas de Ayotzinapa, Guerrero, que ha horrorizado a la sociedad mexicana y provocado la indignación de millones de personas en el mundo, no ha sido una acción aislada y excepcional, una falla esporádica del sistema, sino una constante y sistemática política de Estado durante décadas.
Desde ese 2 de octubre de 1968 en que el Ejército y los cuerpos de seguridad asesinaron a mansalva a un número indeterminado de estudiantes en la Plaza de Tlatelolco. Desde ese 10 de junio de 1971 en que el grupo paramilitar los halcones, entrenado y al servicio del Estado, disparó a discreción contra una manifestación estudiantil pacífica en las calles de la ciudad de México. Desde la guerra sucia de los años 70 y 80, cuando el territorio nacional, como hoy, se llenó de cárceles y fosas clandestinas y los militares mexicanos tuvieron el macabro privilegio de inaugurar los vuelos de la muerte, “técnica” de desaparición forzada exportada por los asesores franceses en contrainsurgencia, que lanzaban al mar desde aviones a revolucionarios argelinos durante la lucha por la independencia.
Continue a ver in http://www.elciudadano.cl/2014/11/08/125131/el-estado-mexicano-acusado-de-juvenicidio/
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