Este Blogue tem como objectivo divulgar o Serviço Social Português (SSP) e aceita colaborações e iniciativas escritas, notícias e fotografias dos profissionais e estudantes de Serviço Social de qualquer canto do mundo.
sexta-feira, novembro 10, 2006
FORUM SOCIAL DE TRABALHO SOCIAL REUNE 2000 PARTICIPANTES
quinta-feira, novembro 09, 2006
"Redacción Social" Lança Campanha Contra a Corrupção

O site http://apertura-demente.blogspot.com/2006/11/manos-limpias.html
lança campanha Mãos Llimpas contra a corrupção .
TESE DE ASSISTENTE SOCIAL SOBRE ECONOMIA SOLIDÁRIA GALARDOADA PELA CAPES

Mais uma tese de doutoramento sobre economia social, ou solidária defendida por uma Assistente Social foi galardoada. EmPortugal a nossa colega Manuela Coutinho viu premiada a sua tese de Economía Social, publicada pelo CPIHTS,como consta da capa do livro.
Segundo a imprensa brasileira ...
quarta-feira, novembro 08, 2006
"As Diversas Formas de Amar "Estudantes de Serviço Social em Campanha de Tolerância Contra Homofobia
Rio Branco-AC, 16 de setembro de 2006
Pagina20 on-line
Acadêmicos dão um exemplo em uma iniciativa, mostrando que o exercício de estudante de uma faculdade vai além da sala de aula, pois está inserida na vida do cidadão, por isso, a turma do 3º período do curso de Serviço Social da Uninorte, decidiu fazer um movimento em prol da conscientização sobre as diversas formas de amar, durante a II Parada Gay, que acontece no próximo domingo.
Em um evento que reúne pessoas de todas as tribos, levando às ruas de Rio Branco, crianças, jovens e adultos, com a bandeira colorida que representa o arco íris da diversidade, os estudantes também ajudam a erguer a causa.
Mas isso não é novidade, os mesmo alunos também participaram no ano passado, da programação. Neste ano, eles intensificam com intenção de mobilizar o maior número de pessoas que for possível, e aliam isso como uma das tarefas de angariar recursos para a formatura que se aproxima.
Os estudantes criaram um produto, uma camiseta criativa, que carrega o slongan: “As diversas formas de amar”. Além disso, ela carrega o famoso arco íris, a mão que representa o acolher da causa.
O valor de R$ 10, e um dos pontos de venda antecipada é a agência de viagem Nilcestur, mas no local de concentração da caminhada, praça do skate, no Parque da Maternidade, no domingo, também haverá ponto de venda. “Nós, como futuros assistentes sociais, além de não podemos ter preconceito como todo ser humano, devemos ser atuantes na mobilização dessa luta que diz um não à homofobia”, comenta Elizete Melo, representante da turma. Informação: 8402 1585 (falar com Elizete)
LANÇAMENTO DE MOVIMENTO DE CIDADÃS E CIDADÃOS PARA CAMPANHA DO REFERENDO SOBRE O ABORTO
assunto: lançamento de movimento de cidadãs e cidadãos
para a campanha do referendo sobre o aborto
5ª Feira, 9 de Novembro, 11h 30m
Livraria Bulhosa – Campo Grande, 10-B
Contactos: Elisabete Brasil (969373703); Eduardo Maia Costa (966623532); Maria José Magalhães (964107442); Teresa Joaquim (933568722); Duarte Vilar (917613158)
terça-feira, novembro 07, 2006
SERVIÇO SOCIAL E GÊNERO: DESAFIOS PARA A PROFISSÃO

segunda-feira, 6 de novembro de 2006
Informativo 93 06/11/2006
A socióloga Heleieth Saffioti definiu, em sua palestra, o conceito de gênero, que segundo ela serve para “denominar a divisão não-hierárquica do trabalho e a criação de imagens que representam o masculino e o feminino, aplicável desde o início da humanidade”.
Focando avanços obtidos nessa luta, Maria Liège Rocha, gerente de projetos da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, abordou o Plano Nacional de Política para as Mulheres, em fase de implementação, que envolve 199 ações distribuídas em cinco eixos – Trabalho, Cidadania e Autonomia; Educação; Saúde e Direitos Sexuais Reprodutivos; Enfrentamento à Violência e Capacitação dos Profissionais e Gestão e Monitoramento do Plano Nacional de Política para as Mulheres.
“Este Plano decorreu da Conferência Nacional de Política para as Mulheres, realizada em 2004, que envolveu cerca de 120 mil mulheres em todo o Brasil”, afirmou Maria Liège, acrescentando que foi pactuado por vários municípios e estados, pois “muitas das ações não são de responsabilidade do governo federal, mas dos governos estaduais e locais”. Considerando o processo “riquíssimo do ponto de vista da mobilização”, garantiu que ele “possibilitou que fizéssemos com que vários conselhos que estavam parados se articulassem, levando ainda à criação de novos conselhos, coordenadorias, secretarias e assessorias para as mulheres”.
Para Maria Liège, apenas o fato de o Estado ter “assumido para si a questão das políticas públicas voltada à mulher e de ter reconhecido a discriminação na sociedade” já representa um grande avanço. Como exemplo de ação eficaz, Maria Liège destacou o serviço de denúncias pelo telefone 180, disponibilizado em todo o país: “O 180 tem sido um serviço fundamental no enfretamento da violência contra a mulher”. Ainda com relação à violência doméstica, foi debatida a promulgação da Lei “Maria da Penha”, nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, que amplia para até três anos de prisão a pena para homens que agridem mulheres. Maria da Penha Maia, hoje com 60 anos, tornou-se ícone na luta contra a violência doméstica quando aos 38 anos ficou paraplégica por levar um tiro do marido, enquanto dormia.
Dificuldades da prática
Além das palestras de abertura, o Seminário contou com mesas-redondas compostas por assistentes sociais que atuam com as questões de gênero, caso do Serviço de Aborto Legal do Hospital Artur Ribeiro de Sabóia, cuja representante, Irotilde Gonçalves Pereira, falou sobre uma das principais dificuldades enfrentadas nessa atuação, a quebra do silêncio: “Elas muitas vezes chegam aos hospitais em estados deploráveis, mas não assumem, para os médicos, que sofrem violência doméstica”.
A discriminalização do aborto foi outro ponto levantado. “Além de constituir como um problema de saúde pública no Brasil, o aborto configura com uma grave injustiça social. As mulheres que provocam o aborto e procuram o serviço público vão com insegurança e medo de serem denunciadas, porque, a rigor, pelo Código Penal, a mulher que provoca o aborto tem que ser denunciada”, afirma Irotilde.
Graziela Pavez, coordenadora do Centro de Referência de Combate à Violência Contra a Mulher/Casa Eliane de Grammont, ampliou a dificuldade da quebra do silêncio para além do lar: “Quando a violência envolve as relações com vizinhos, com a família ampliada ou relações com o trabalho a mulher se cala e não declara o problema, pensando estar fora do seu direito”.
A falta de continuidade do atendimento público foi também abordada por Vanessa Orsoli, da Casa Abrigo Regional do ABC: “Quando as redes públicas, parcial ou totalmente, não funcionam, causam grandes problemas para as mulheres, principalmente para as que estão se desligando da Casa abrigo”, ela afirmou. Eloísa Gabriel, da ONG Serviço à Mulher Marginalizada, apontou ainda a questão do tráfico para exploração sexual de mulheres, que não pode ser combatido sem políticas sociais. “O tráfico de pessoas não é um crime a ser combatido apenas com polícia. Exige um acompanhamento mais abrangente, para o que as políticas sociais são extremamente importantes. O problema é que elas quase não existem nessa área”.
A luta contra a discriminação a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros foi o tema de Marcos Valdir Silva, do Fórum Paulista GLBTT: “ Essa comunidade não pode ser vista apenas pela Parada do Orgulho Gay, na Avenida Paulista. Precisa ser vista e pensada em todos os dias do cotidiano e no momento da elaboração das políticas públicas de nosso Estado e de nosso país ”. Participaram ainda do Seminário Greice Oliveira, da ONG Pró-Mulher, Família e Cidadania, que “tem como objetivo a defesa da mulher por oferecimento de ações judiciais”; Leandro Mazzo, da Casa de Acolhida de Santo André e Centro Social Eliodor Hess, que trabalha especificamente com o universo masculino e tem como alvo principal “erradicar a violência a partir dos próprios sujeitos que a comentem”, e representantes do Centro de Apoio à Mulher em Situação de Violência da Pref. Municipal de Santo André e da Coordenadoria de Assistência Social da USP.
No decorrer do Seminário, foram tirados indicativos de encaminhamentos, tais como:
quinta-feira, novembro 02, 2006
quarta-feira, novembro 01, 2006
IN MEMORIAM DO MITELO (2) PADRE ABEL VARZIM PROFESSOR DO ISSSL
Que fazes tu aí, oh! Cristo antigo,
Pregado nessa Cruz, eternamente?
Liberta a tua mão omnipotente,
Desprega esses teus pés... e vem comigo!
Não sabes que, sem Ti, nada consigo?
Não vês que fazes falta a tanta gente?
Oh! vem de novo como antigamente,
Viver connosco e nós contigo!
Não vens?
Não queres ouvir a humilde prece
Num Mundo que, sem Ti, desaparece,
Vencido pela morte e pela dor?
Não vens?
Não pode a Cruz ficar sozinha?
Pois bem:
Permite, então, que seja minha!
Eu fico nela...
e desce Tu,
Senhor!
Domingos Rodrigues,
Abel Varzim -Apostolo Português da Justiça Social
Rei dos Livros ,1990
Do seu Diario de Vida
16 de Dezembro de 1948
"Que pena não ter rompido
com algumas coisas para escrever.
Tinha tanto que dizer.
E como o não escrevi,
nunca mais se saberá;
nem eu sequer.
[ ... ]
Escreverei as minhas impressões,
pouco a pouco.
Por agora,
apenas quero registar,
no dia de hoje o facto:
- Querem que eu saia da Acção Católica!
Porquê?
Por ter defendido a doutrina social da Igreja.
Porquê?
Por ter procurado servir a Igreja
e reagir contra a sua submissão a Salazar.
Por que mais?
Por ser incómoda a minha presença
e inabalável a minha intransigência.
O senhor Cardeal disse-me, há dias,
que tinha dois caminhos a seguir:
cobrir-me e sofrer as consequências
de uma má vontade do Estado;
ou então guardar-me como uma reserva da Igreja.
Porque,
acrescentou,
esta situação política não pode durar muito;
nós não temos ninguém,
a não ser o pe. Varzim -
com prestígio suficiente
para desfraldar depois da queda disto
uma bandeira.
Inclina-se para me manter
como uma "reserva da Igreja".
Compreendi tudo!!!"
POLÉMICA DO ISSSL E ISSSB CHEGA AO PARLAMENTO
Polémica do ISSSL e ISSSB chega ao Parlamento
A transferência de títularidade do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL), para a Universidade Lusíada levou uma delegação de cooperadores, que se opõem a este processo, a deslocar-se à comissão parlamentar do Trabalho e Solidariedade Social.
Quanto aos salários em atraso, o responsável pela comissão liquidatária confirma que "ainda não foram pagos. Estamos a negociar com todos os trabalhadores, apresentando as nossas propostas". Assim, "os que aceitarem o acordo, assinam, para os que não concordarem,os tribunais são sempre o recurso último para estas situações", concluiu.
* 11 Em Maio deste ano, em entrevista ao DE, o responsável da Universidade Lusíada, João Redondo anuncia o processo de transferência do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL) e do seu pólo em Beja, para a Lusíada. A proposta de integração foi aprovada na Assembleia de Cooperativa (CESDET), entidade instituidora do ISSS. A proposta é justificada pela direcção com as "graves dificuldades financeiras".
*Desde o início um grupo de cooperadores tomou uma posição contra o processo de integração. Avançaram por isso com medidas legais para exigir a suspensão do protocolo. Além da providência cautelar, o grupo de professores fez chegar ao ministro Mariano Gago uma petição. Estes docentes esperam gue se o Tribunal lhes der razão a transferência seja inviabilizada. Foram também pedidas audiências parlamentares.
terça-feira, outubro 31, 2006
INSTITUTO SUPERIOR DE SERVIÇO SOCIAL DO PORTO COMEMORA 50 ANOS DE VIDA

Esta inauguração concluía um processo preparatório que envolveu a Sociedade das Filhas do Coração de Maria (inquilinas do prédio da Avenida Rodrigues de Freitas, onde linham a funcionar um iar de raparigas e um curso de economia familiar), a quem D. Amónio Ferreira Gomes desafiou a colaborar com a Diocese e Movimentos da Acção Católica na abertura de um Instituto de Serviço Social, em diálogo com a sociedade portuense (Universidade, Misericórdia, Organismos de Saúde, eetc.) Vir-se-ia a constituir a Associação de Cultura e Serviço Social do Porto, a quem o Governo aprovou os estatutos e concedeu alvará pára a abertura do Instituto de Serviço Social do Porto.
Este iniciou as aulas em 5 de Novembro de 1956, conforme a notícia atrás referida.A 15 de Dezembro desse ano, realizou-se no Salão Nobre da Faculdade de Engenharia uma sessão solene presidida por D. Amónio Ferreira Gomes, contando com a presença de autoridades civis, militares e académicas.Era o terceiro Instituto de Serviço Social criado em Portugal, depois dos de Lisboa (1935) e Coimbra (1937), ainda num contexto nacional de corporativismo autoritário, mas já com sinais de respirar o novo contexto europeu do pós-guerra, que veio a multiplicar o ensino do serviço social em ordem a responder às enormes necessidades da reconstrução europeia.
As pioneiras na área do serviço social, deste Instituto foram: D. Margarida ds Sacadura Brites (Educadora familiar que conhecia Institutos similares no Rio de Janeiro e em Paris); D.Maria Helena Murta Caldeira, D. Julieta Marques Cardoso e D. Maria Helena Cabral Silva (Assistentes Sociais pelo Instituto de Lisboa), O instituto teve colaboração, muitas vezes graciosa, de professores de várias faculdades da Universidade do Porto, do Seminário do Porto, e de variadas instituições da cidade, nas áreas de Filosofia e Humanidades, Direito, Economia, Sociologia, Psicologia e Higiene Mental, e Medicina Social.
O ISSSP, actualmente, é uma Cooperativa de Ensino Superior, com novas instalações na Senhora da Hora (Matosinhos) e concede os graus de licenciatura em Serviço Social desde 1989 e de Mestrado em Serviço Social e Política Social desde 1995.
Atento às evoluções da sociedade portuguesa, o ISSSP investe numa contínua adequação dos conteúdos da formação aos imperativos da realidade social envolvente, através das actividades de investigação aplicada.
a) Constituir a AAA ISSSP (Associação dos Antigos Alunos do ISSSP).
Deliberar sobre a Proposta de Estatutos e Ficha de sócio (em Anexo) e constituir uma
Comissão Instaladora da Associação. Solicita-se a sua presença e colaboração na divulgação
junto dos colegas de várias gerações.
b) Programa do cinquentenário
Colher sugestões para as realizações a levar a cabo ao longo do ano lectivo 2006-2007
segunda-feira, outubro 30, 2006
IN MEMORIAM DO MITELO (1) PRESIDENTE SAMPAIO NO ISSSL
Sampaio Defende mais Integração
O Presidente relembra que é preciso acolher e reconhecer diferentes culturas na sociedade portuguesa.
O Presidente da República, Jorge Sampaio, defendeu ontem, Dia Mundial da Tolerância, uma maior integração social dos imigrantes em Portugal.“A população imigrante coloca hoje à sociedade portuguesa e aos responsáveis políticos desafios de integração com grande delicadeza e complexidade”, afirmou Jorge Sampaio, na cerimónia de comemoração dos 70 anos do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa (ISSSL).
As dificuldades de alojamento, de acesso ao emprego, de afirmação cultural e identitária, de relacionamento com a escola e a escolarização são alguns dos problemas que se colocam à população imigrante destacados pelo chefe de Estado.“Não é fácil lidar com problemas que radicam na dificuldade de as populações autóctones verem território que consideram seu partilhado por cidadãos que não conseguem deixar de encarar como estranhos, mas se quisermos viver em sociedades abertas, livres e democráticas não há alternativa relativamente a uma integração plena dos imigrantes”, disse o Presidente da República.
Jorge Sampaio referiu também a importância de existirem “escolas multiculturais que saibam valorizar as diferentes culturas, ensinar a compreender o mundo em que vivemos, a dialogar e aceitar diferenças e a apoiar os seus alunos”.“Espero sinceramente que este Instituto possa dar uma parte das respostas a estes enormes desafios”, sublinhou o Chefe de Estado.
O Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa foi a primeira escola superior de ensino particular em Portugal e a primeira na formação de assistentes sociais, tendo formado até hoje quase quatro mil profissionais.
No seu discurso, o Presidente da República referiu-se ainda aos problemas que existem no ensino superior e defendeu um aumento do número dos licenciados em Portugal. “Ao contrário do que muitos dizem e pensam, nós não temos excesso de licenciados. Precisamos até de crescer mais nesse domínio, mas de forma mais consequente”, sublinhou.Jorge Sampaio considera que a “pressão sobre o acesso ao ensino superior deu origem a um crescimento injustificado de cursos, que coloca novos problemas, designadamente ao nível da qualidade das formações e ao nível do emprego dos diplomados”.
Durante a sessão solene evocativa dos 70 anos do ISSSL, o presidente do Conselho Científico , Francisco Branco, apelou à criação de uma Ordem dos Assistentes Sociais.“Gostaria que a sociedade portuguesa acolha e reconheça a legitimidade do pedido que os assistentes sociais vêm fazendo da consagração de uma Ordem dos Assistentes Sociais”, afirmou o responsável.
Francisco Branco explicou que essa Ordem iria funcionar “como instrumento de auto-regulação ética”. O responsável dirigiu ainda um apelo aos responsáveis políticos desta área para que “adoptem uma orientação política clara e coerente de tutela do ensino superior no domínio do Serviço Social”.“Não se pretende proteccionismo, mas apenas regulação”, sublinhou.
Fonte: Açoriano Oriental
CIENTISTAS NAS LONAS MANIFESTAÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA
sábado, outubro 28, 2006
APELO DE AMNESTY INTERNATIONAL AOS BLOGGER
Llamamiento urgente en favor de un blogger iraní recluido en régimen de incomunicación
Cientistas nas Lonas
Vimos relembrar que terá lugar esta segunda-feira, dia 30 de Outubro, uma concentração de bolseiros em frente à Assembleia da República, a partir das 17H.
Esta iniciativa – a que foi dado o nome "Cientistas nas Lonas" – visa dar expressão pública e visibilidade ao descontentamento que existe entre os bolseiros de investigação, cuja actividade se mantém enquadrada por um estatuto que não lhes reconhece alguns direitos básicos que constam mesmo de recomendações internacionais como a Carta Europeia do Investigador.
Numa altura em que – em sede de discussão do Orçamento do Estado para 2007 – se anuncia novamente o crescimento sem precedentes do orçamento para a Ciência, cabe perguntar com clareza: quanto desse dinheiro que vem a mais para a Ciência vai ser usado para melhorar a situação daqueles que trabalham em Ciência?
Vários colegas vão trazer tendas de campismo que serão montadas na rua como símbolo da precariedade.
A participação de todos é fundamental para o sucesso da iniciativa!
Agradecemos divulgação ampla desta mensagem.
A Direcção da ABIC
http://bolseiros.org/mailman/listinfo/socios1_bolseiros.org
segunda-feira, outubro 23, 2006
domingo, outubro 22, 2006
DIREITOS HUMANOS : CRESS Apoia Campanha Pela Livre Orientação Sexual
inclusão em políticas publicas e por projetos e programas sociais voltados às necessidades dessa comunidade. Essas são as demandas contemporâneas do Serviço Social”, afirma. A campanha foi uma construção da categoria, ocorrida durante os Encontros Descentralizados e o 34° Encontro Nacional Cfess/Cress. O próximo passo será o lançamento regional nas Seccionais do Cress SP.
Para Irina Bacci, presidente da Associação de Famílias GLBTT (Inova) e representante no Fórum Paulista GLBTT, a campanha superou todas as expectativas por indicar “precisamente que o Conselho é totalmente contra a discriminação de pessoas que amam pessoas do mesmo sexo” e por mostrar também que a entidade “arregaçou as mangas para lutar junto”. O Cress SP é a primeira entidade representativa de uma categoria profissional a integrar o Fórum Paulista GLBTT. “Era chegado o momento de ampliar as parcerias do Fórum e o profissional de Serviço Social é estratégico em nossa luta”, completa Irina.
O conjunto Cfess/Cress pretende promover uma prática profissional que garanta o direito dos indivíduos em decidir sobre sua afetividade e sexualidade. Neste sentido, foi publicada a resolução Cfess n° 489, de 3/06/2006, que “estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo, no exercício profissional do assistente social, regulamentando princípio inscrito no Código de Ética Profissional”.
O Código de Ética (acesse a integra no site www.cress-sp.org.br) prevê, em seus princípios fundamentais, o “empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças” e também um “exercício do Serviço Social sem ser discriminado, nem discriminar, por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade, opção sexual, idade e condição física”.
No Brasil, os números da violência e do preconceito gerados pela homofobia são assustadores. O Grupo Gay da Bahia alerta que, nos últimos 20 anos, ocorreram aproximadamente 2400 assassinatos de gays, lésbicas e travestis. Além disso, a pesquisa “Juventudes e Sexualidades”, desenvolvida pela Unesco, no ano de 2000, em 14 capitais brasileiras, divulgou os seguintes dados: 27% dos alunos (as) não gostariam de ter homossexuais como colegas de classe; 35% dos pais e mães não gostariam que seus filhos tivessem homossexuais como colegas de classe; 15% dos alunos(as) consideram a homossexualidade uma doença.
Em contrapartida, algumas conquistas podem ser comemoradas. Em 2004, foi criado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), o programa “Brasil sem Homofobia” que, segundo Marcos Valdir, pode ser considerado um avanço por articular várias políticas públicas e por ser a primeira vez que o governo brasileiro cria um programa de combate à homofobia. “Mas o programa ainda tem o desafio de se tornar uma pauta política, ampliando-se por todo o Brasil”, completa.
Outra conquista para o movimento GLBTT foi a promulgação, no Estado de São Paulo, da Lei nº 10.948, em 05/11/2001, de autoria do deputado Renato Simões (PT/SP), que prevê punições em caso de discriminação contra cidadãos gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros. Na Câmara dos Deputados, a luta concentra-se agora na aprovação do projeto de lei n° 5.003/2001, de autoria da deputada Iara Bernardi (PT/SP), que criminaliza a homofobia praticada por cidadãos ou representantes de órgãos ou empresas.







