Este Blogue tem como objectivo divulgar o Serviço Social Português (SSP) e aceita colaborações e iniciativas escritas, notícias e fotografias dos profissionais e estudantes de Serviço Social de qualquer canto do mundo.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Alagoas Brasil Hospitais privados detêm 63% dos recursos públicos da saúde
Hospitais privados detêm 63% dos recursos públicos da saúde
por Divulgação
(03/02/2011 10:23)
A rede privada da saúde em Alagoas recebeu, nos últimos três anos, 63% dos recursos públicos destinados a internações hospitalares e à produção ambulatorial ou o equivalente a R$ 373 milhões. Segundo a professora doutora em serviço social pela Ufal e coordenadora do Fórum em Defesa do SUS e Contra a Privatização, Valéria Correia, esse repasse vem se dando por meio de convênios com o setor filantrópico e privado para prestação de serviços de saúde para o SUS.
A professora informou também que no final de 2008, o governo de Alagoas lançou uma rede de programas que, segundo ele, pretendia ampliar e melhorar a atenção à saúde. Os programas Prohosp especialidade, Promater e Provida visavam, respectivamente, fortalecer a rede hospitalar, qualificando e ampliando a oferta de serviços SUS; consolidar e incrementar o atendimento nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Neonatal, sendo referência em partos normais e cesarianas de baixo e alto risco, além de realizar procedimentos de curetagem; e consolidar e incrementar o atendimento de Urgência e Emergência hospitalar.
Valéria Correia revelou dados mostrando que os programas promoveram um repasse ainda maior de recursos públicos para o setor privado. De acordo com ela, no Prohosp especialidade, 100% do repasse foi feito para a rede privada. No Promater, o setor privado recebeu 80% dos recursos públicos e no Provida a distribuição se deu em 66% para a rede privada e 34% para a rede pública de saúde.
“Porém, estes programas além de não terem nenhuma vinculação aos Programas de Saúde da Família, se deram de forma aleatória nos municípios e, principalmente, via acordos políticos, sem nenhum estudo prévio de qual município precisaria de mais auxílio”, assinala Correia.
Repasse de recursos
Dados da prestação de conta online da Secretaria de Estado da Saúde revelam que, só em 2010, o Hospital do Açúcar recebeu quase R$ 2 milhões pelo programa Prohosp. O segundo hospital mais beneficiado foi o Sanatório com cerca de R$ 1,6 milhão; seguido da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, com um repasse de mais de R$ 1,3 milhão; Hospital Ortopédico, com R$ 240 mil e o Instituto Oftalmológico de Alagoas (Iofal), com R$ 82 mil.
Pelo programa Promater, entre novembro de 2009 e agosto de 2010, o setor privado recebeu cerca de R$ 1,5 milhão nos municípios de Arapiraca, Coruripe, Maceió, Palmeira dos Índios, Penedo, São Miguel dos Campos e União dos Palmares. O setor público ficou apenas com um total de R$ 371 mil, para os municípios de Joaquim Gomes, Pão de Açúcar, Piranhas, Porto Calvo, Santana do Ipanema e Viçosa.
Nesse mesmo período, o programa Provida repassou aproximadamente R$ 2,6 milhões para o setor privado, nos municípios de Arapiraca, Coruripe, São Miguel dos Campos, União dos Palmares e Palmeira dos Índios. Para o setor público foi destinado R$ 1,3 milhão, distribuído entre os municípios de Joaquim Gomes, Pão de Açúcar, Porto Calvo, Santana do Ipanema, Viçosa, Delmiro Golveia e Penedo.
http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=15021
por Divulgação
(03/02/2011 10:23)
A rede privada da saúde em Alagoas recebeu, nos últimos três anos, 63% dos recursos públicos destinados a internações hospitalares e à produção ambulatorial ou o equivalente a R$ 373 milhões. Segundo a professora doutora em serviço social pela Ufal e coordenadora do Fórum em Defesa do SUS e Contra a Privatização, Valéria Correia, esse repasse vem se dando por meio de convênios com o setor filantrópico e privado para prestação de serviços de saúde para o SUS.
A professora informou também que no final de 2008, o governo de Alagoas lançou uma rede de programas que, segundo ele, pretendia ampliar e melhorar a atenção à saúde. Os programas Prohosp especialidade, Promater e Provida visavam, respectivamente, fortalecer a rede hospitalar, qualificando e ampliando a oferta de serviços SUS; consolidar e incrementar o atendimento nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Neonatal, sendo referência em partos normais e cesarianas de baixo e alto risco, além de realizar procedimentos de curetagem; e consolidar e incrementar o atendimento de Urgência e Emergência hospitalar.
Valéria Correia revelou dados mostrando que os programas promoveram um repasse ainda maior de recursos públicos para o setor privado. De acordo com ela, no Prohosp especialidade, 100% do repasse foi feito para a rede privada. No Promater, o setor privado recebeu 80% dos recursos públicos e no Provida a distribuição se deu em 66% para a rede privada e 34% para a rede pública de saúde.
“Porém, estes programas além de não terem nenhuma vinculação aos Programas de Saúde da Família, se deram de forma aleatória nos municípios e, principalmente, via acordos políticos, sem nenhum estudo prévio de qual município precisaria de mais auxílio”, assinala Correia.
Repasse de recursos
Dados da prestação de conta online da Secretaria de Estado da Saúde revelam que, só em 2010, o Hospital do Açúcar recebeu quase R$ 2 milhões pelo programa Prohosp. O segundo hospital mais beneficiado foi o Sanatório com cerca de R$ 1,6 milhão; seguido da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, com um repasse de mais de R$ 1,3 milhão; Hospital Ortopédico, com R$ 240 mil e o Instituto Oftalmológico de Alagoas (Iofal), com R$ 82 mil.
Pelo programa Promater, entre novembro de 2009 e agosto de 2010, o setor privado recebeu cerca de R$ 1,5 milhão nos municípios de Arapiraca, Coruripe, Maceió, Palmeira dos Índios, Penedo, São Miguel dos Campos e União dos Palmares. O setor público ficou apenas com um total de R$ 371 mil, para os municípios de Joaquim Gomes, Pão de Açúcar, Piranhas, Porto Calvo, Santana do Ipanema e Viçosa.
Nesse mesmo período, o programa Provida repassou aproximadamente R$ 2,6 milhões para o setor privado, nos municípios de Arapiraca, Coruripe, São Miguel dos Campos, União dos Palmares e Palmeira dos Índios. Para o setor público foi destinado R$ 1,3 milhão, distribuído entre os municípios de Joaquim Gomes, Pão de Açúcar, Porto Calvo, Santana do Ipanema, Viçosa, Delmiro Golveia e Penedo.
http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=15021
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Hospitais privados Alagoa
A Memória Social O Caso de Irene Aleixo
Grande inquietude provoca o facto do expólio bibliográfico de Irene Aleixo estar a ser vendido nos alfarrabistas de Lisboa. Depois do leilão,livros, medalhas, cartas pessoais, etc, em caixas ou individuais ao melhor comprador.
Não sendo caso inédito na historia do serviço social portugues e das Ciências Sociais (o abandono, o mercantilismo) acreditamos que este fenómeno nos dias que correm é considerado normal.
Sendo ela governadora de Setubal nos tempos da fome nessa região e falecida sem deixar descendência, só por si,o seu expólio merece uma leitura para explicar os seus posicionamentos políticos, religiosos e mesmo como assistente social.
alfredo henriquez
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Portugal Abandono Escolar Universitário
Quase 750 estudantes cancelaram a sua inscrição nas universidades do Porto e de Coimbra desde o início do ano lectivo. Também na Universidade do Minho (UM) o número de abandonos ronda os 500. As associações académicas atribuem culpas às novas regras de atribuição de bolsas de estudo.
A maioria das desistências teve lugar na Universidade de Coimbra, onde 598 estudantes cancelaram a inscrição até sexta-feira passada. Este número é maior do que o registado durante todo o ano lectivo anterior, quando 515 alunos deixaram a instituição. Segundo a reitoria da mais antiga universidade portuguesa, não é expectável que as desistências aumentem muito nos próximos meses. Na Universidade do Porto, 145 alunos requereram o cancelamento da matrícula, mas este valor está ainda aquém do total de desistências do ano passado (217). As faculdades de Engenharia (69) e de Letras (21) são aquelas onde se regista um maior número de desistências.
Na quinta-feira passada, o Conselho Geral da Universidade do Minho tinha alertado para o facto de haver centenas de estudantes a cancelar a sua inscrição no ensino superior devido aos cortes nos apoios. Desde o início do ano lectivo, perto de 500 estudantes anularam a matrícula naquela universidade, o que levou a associação académica e os Serviços de Acção Social a lançar um inquérito para perceber os motivos destes abandonos.
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), este número não é superior ao que se tem verificado em anos lectivos anteriores. "Nenhuma relação terá com o actual regime de bolsas", sustenta Mariano Gago. O ministro lembra que cada universidade dispõe dos recursos e poderes para intervir sempre que tenha conhecimento de algum caso de risco de abandono escolar de alunos que, tendo aproveitamento académico, evidenciam carências de rendimentos.
As explicações não convencem porém os estudantes, que se reuniram em Lisboa durante todo o fim-de-semana para discutir os problemas do ensino superior. O presidente da associação académica da UM, Luís Rodrigues, não tem dúvidas da existência de uma "relação causa-efeito" entre o número de desistências e a redução do número de bolseiros e do valor médio dos apoios. "Não nos oferece grandes dúvidas. Temos centenas de pedidos de ajuda de colegas."
O regulamento de atribuição de bolsas de estudo foi um dos temas mais quentes do Encontro Nacional de Direcções Académicas.
http://www.publico.pt/Educação/mais-de-1200-alunos-ja-cancelaram-este-ano-a-inscricao-so-em-tres-das-universidades_1477873
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Espanha 30 % de Abandono escolar
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Espanha Memoria Social: Pais Pedem Esclarecimento sobre Roubo de 261 Crianças
El Fiscal General del Estado, Cándido Conde-Pumpido, tiene desde hoy sobre su mesa una denuncia por el robo de 261 niños cometido en distintas oleadas durante el franquismo y hasta finales de los años ochenta. La Asociación Nacional de Afectados de Adopciones Irregulares (Anadir) ha decidido acudir al fiscal con la esperanza de que abra una causa que les permita encontrar a las madres, hijos y hermanos que buscan.
http://www.elpais.com/articulo/espana/fiscal/general/recibe/denuncia/robo/261/bebes/toda/Espana/elpepuesp/20110127elpepunac_8/Tes
http://anadir.es/
http://www.elpais.com/articulo/espana/fiscal/general/recibe/denuncia/robo/261/bebes/toda/Espana/elpepuesp/20110127elpepunac_8/Tes
http://anadir.es/
terça-feira, janeiro 25, 2011
Samuel Ruiz Bispo de Chiapas Morre aos 86 Anos
Chiapas ganó fama por la revuelta de los zapatistas, pero también porque allí se desarrolló una valiente experiencia religiosa en la segunda mitad del siglo pasado. La lideró Samuel Ruiz, uno de los prelados más legendarios del planeta cristiano, cuya opción por los pobres le costó atentados (contra él y su hermana) y disgustos sin cuento. Ha muerto este lunes a los 86 años en un hospital de Ciudad de México.
consulte http://www.elpais.com/articulo/internacional/Muere/Samuel/Ruiz/obispo/liberacion/Chiapas/elpepuintlat/20110124elpepuint_22/Tes
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Un Entrepreneur Multimillionnaire à la tête du Chili
Le Monde Diplomatique http://www.monde-diplomatique.fr/carnet/2010-01-19-Chili
JANVIER 2010
Par Franck Gaudichaud
Historien, membre de l’équipe de rédaction de la revue Dissidences.
http://www.monde-diplomatique.fr/carnet/2010-01-19-Chili - janvier 2010
JANVIER 2010
Par Franck Gaudichaud
Historien, membre de l’équipe de rédaction de la revue Dissidences.
C’est un tournant historique que vient de vivre le Chili, suite au deuxième tour de l’élection présidentielle de ce 17 janvier. La droite conquiert le gouvernement « par les urnes » pour la première fois depuis plus de cinq décennies : le dernier président de droite élu était M. Jorge Alessandri, en… 1958. Se référant à la transition démocratique qui mit fin à la dictature du général Augusto Pinochet (1973-1989), certains analystes n’hésitent pas à parler d’une « deuxième transition ». Selon eux, cette première alternance depuis la fin de la dictature serait même preuve d’une bonne santé démocratique.
Après dix-sept ans d’un terrorisme d’Etat qui mit fin à l’expérience de l’Unité populaire de Salvador Allende, et à deux décennies d’une démocratie sous tutelle issue d’une « transition pactée », conduite par la Concertation des partis pour la démocratie — coalition de circonstance entre le Parti socialiste (PS) et de le Parti démocrate chrétien (PDC) —, le peuple chilien connaîtrait désormais les joies de l’alternance…
Dans son premier discours, le vainqueur, l’entrepreneur multimillionnaire Sebastian Piñera, a appelé à « l’unité nationale » et réitéré ses arguments de campagne favoris, dont la lutte contre « la délinquance et le narcotrafic », la gestion d’un « Etat efficace » avec « beaucoup de muscle et peu de gras », tout en se disant préoccupé par le sort « des plus faibles et de la classe moyenne ». Il a promis durant la campagne qu’il créerait un million d’emplois...
Sur presque sept millions de votes exprimés, le candidat élu a remporté le second tour avec 51,6 % des voix au nom de la Coalition pour le changement qui regroupe la droite libérale — Rénovation nationale (RN), dont il est issu) et les secteurs catholiques et conservateurs de l’Union démocratique indépendante (UDI), héritiers directs de la dictature. L’ancien président démocrate-chrétien Eduardo Frei (1994-2000), qui défendait les couleurs de la Concertation, obtient 48,4 %.
Cette élection met donc fin à un cycle de quatre exécutifs concertationnistes consécutifs : un personnel politique installé durablement aux manettes de l’Etat et qui s’était largement adapté au modèle économique hérité de la dictature, tout comme à la Constitution autoritaire de 1980, amendée plusieurs fois mais jamais remise en cause. Outre le manque de charisme de M. Frei et l’absence de renouvellement générationnel, la Concertation apparaît à bout de souffle. Ceci, malgré la grande popularité de la présidente sortante, la socialiste Michelle Bachelet, et un bilan défendu par la plupart des élites du pays, dans lequel l’ouverture économique aux multinationales et la marchandisation des services publics s’est combinée, depuis l’année 2000, avec une politique sociale destinée au plus pauvres.
M. Piñera s’est empressé d’annoncer qu’il ne ferait pas « table rase » de la période antérieure et qu’il restait ouvert à la « démocratie des accords », telle qu’elle a été pratiquée jusqu’à maintenant.
L’élection du 17 janvier signe certainement la fin de la Concertation telle qu’elle a pu exister et va accélérer les tensions en son sein entre le pôle démocrate-chrétien et le PS. La dichotomie démocratie-autoritarisme qui structurait le système politique de la « transition pactée » et permettait à la Concertation d’en appeler au « moindre mal » en cas de ballottage, ou de justifier des réformes faites « dans la mesure du possible », ne fonctionne plus. Née en 1988, la coalition a eu pour fonction essentielle de négocier une sortie de dictature avec les militaires et les classes dominantes. Ce pacte a signifié l’acceptation du modèle néolibéral des « Chicago boys », de nombreux accords parlementaires avec la droite, le maintien de toute une partie de l’héritage institutionnel autoritaire (Constitution, système électoral binominal, code du travail, loi d’amnistie) et la garantie d’une large impunité pour les responsables de violation des droits de l’homme (1).
Ce scrutin, le premier depuis la mort du général Pinochet en 2006, s’inscrit dans un champ politique dont la fluidité croissante, accentuée par le renouveau des luttes sociales, s’est accélérée au cours des derniers mois. La crise des partis gouvernementaux s’est concrétisée dès le premier tour, notamment avec la candidature dissidente de M. Marco Enríquez Ominami (MEO) (2), lui-même issu de la Concertation. Son discours critique, alternant quelques mesures progressistes et un programme économique libéral sur le fond, a déstabilisé les forces politiques traditionnelles. M. Ominami a su attirer les votes d’une partie de la jeunesse scolarisée, des classes moyennes urbaines et a capté pas moins de 20 % des voix au premier tour, pour finalement — peu avant le second tour — appuyer publiquement M. Frei.
Marginalisé dans le flot d’un immense show politique télévisé, le Parti communiste et ses alliés — au sein de « Juntos Podemos » (ensemble nous pouvons) — ont tenté de défendre la candidature de M. Jorge Arrate (lui aussi issu du PS et ex-ministre), avec un programme proposant des réformes sociales, un retour des services publics, un changement de la Constitution et une alliance « instrumentale » au niveau des élections législatives avec la Concertation, destinée à rompre « l’exclusion institutionnelle » de la gauche extraparlementaire (3).
Au sein de la gauche de la gauche, la fragmentation continue de dominer, mais nombreux sont les militants, tel le Mouvement des peuples et des travailleurs (MPT) — qui regroupe plusieurs petites organisations anticapitalistes —, qui ont fait campagne pour « annuler le vote », dénonçant l’absence de candidats « indépendants du système » et donc d’alternative. Malgré tout, une partie importante du mouvement syndical, dont la Centrale unitaire des travailleurs (CUT), se sont ralliés à la candidature centriste face à une droite considérée comme « dangereuse » pour les droits de salariés.
Cependant, la campagne de M. Frei n’a pas proposé de perspectives réelles face à l’immensité des inégalités sociales pour lesquelles le Chili est l’un des champions de l’Amérique latine… A la différence d’une droite qui a modernisé son image à grand renfort de communication, M. Frei rappelait trop la continuité d’un gouvernement marqué, pendant son mandat, par de nouvelles privatisations, la fermeture de la plupart des médias indépendants ou encore le refus de voir M. Pinochet être extradé en Espagne par le juge Garzón.
Quant aux jeunes, ils sont plus de deux millions à n’être pas inscrits sur les registres électoraux, ne se reconnaissant pas dans une représentation nationale qu’ils estiment éloignée de leurs préoccupations quotidiennes (4). Ce ras-le-bol est aussi celui de certains intellectuels de renoms, tel l’historien Sergio Grez, qui affirmait : « Quel que soit le résultat de l’élection présidentielle, les habitants de ce pays continueront à souffrir du modèle néolibéral que les deux aspirants à la Présidence de la République — avec des nuances — prétendent consolider. »
Dans ce pays qui a connu au cours des trente dernières années une véritable « révolution capitaliste », pour reprendre l’expression du sociologue Tomás Moulian, la citoyenneté fait en effet souvent place à une forte dépolitisation. Le constat du journaliste Mauricio Becerra est amer : « La fin du scénario était évidente : à donner tant de pouvoir au grand capital, c’est le patronat qui a fini par prendre le contrôle de l’Etat (…). Très peu d’entreprises publiques sont encore à privatiser. La subjectivité individualiste néolibérale façonne les prototypes identitaires. La concentration de toutes les craintes sur les délits contre la propriété, plutôt que face à l’insécurité sociale ou au manque de participation, est installée dans l’imaginaire collectif (5). »
Parfois surnommé le « Berlusconi Chilien », M. Piñera est l’un des hommes les plus riches du pays avec une fortune évaluée à 840 millions d’euros (sept cent unième fortune du monde au classement Forbes 2009). Il s’est enrichi durant la dictature — en partie de manière frauduleuse, selon les révélations des journaux La Nación et El Siglo — et contrôle une des principales chaînes de télévision — Chilevisión —, la compagnie d’aviation Lan Chile et un important club de football (Colo Colo).
Les investisseurs ne s’y sont pas trompés : le lendemain de l’élection, les actions en Bourse de ses entreprises ont connu une hausse de 13,8 %... Il bénéficie en outre de l’appui direct des grands moyens de communication, ce qui lui a permis de mener une campagne médiatique offensive et de se départir de l’ombre de la dictature qui continue de planer sur l’ensemble de la droite chilienne. M. Piñera, qui rappelle à l’envie qu’il a voté « non » au référendum de 1989 contre le général Pinochet, n’a toutefois pas hésité à affirmer qu’il compterait sur la collaboration d’anciens membres du régime militaire si leurs qualités pouvaient servir le pays. Les parlementaires ultraconservateurs de l’UDI attendent aussi leur dû du nouvel exécutif : alors que la droite contrôle la moitié des deux chambres, l’UDI possède à elle seule quarante députés (un tiers des sièges) et huit sénateurs (à égalité avec RN).
Sur cette base, ce sont sûrement quatre années difficiles qui attendent les familles de détenus disparus de la dictature, le peuple Mapuche mobilisé dans le sud du pays, les citoyens qui réclament une assemblée constituante et, plus largement, le mouvement social et syndical, véritables bêtes noires de M. Piñera. Mais ce tournant politique va aussi peser sur le plan régional. C’est derrière les Etats-Unis, aux côtés du Pérou, de la Colombie (le président Alvaro Uribe est l’un des exemples à suivre, selon M. Piñera) et face à l’axe « bolivarien » (Venezuela, Equateur, Bolivie, Cuba) que se situera le Chili, à partir de mars prochain, sur le plan géopolitique. Cette arrivée d’une droite décomplexée à la Moneda, le palais présidentiel qui vit la mort du président Allende le 11 septembre 1973, aura donc un impact bien au-delà de la Cordillère des Andes au moment où les peuples de l’Amérique latine tentent d’affirmer leur indépendance face aux géants du Nord.
________________________________________
* Maître de conférences en civilisation hispano-américaine à l’université Grenoble 3. A dirigé : Le Volcan latino-américain. Gauches, mouvements sociaux et néolibéralisme en Amérique latine, Textuel, 2008.
(1) Felipe Portales, Chile, una democracia tutelada, Editorial Sudamericana, Santiago, 2000.
(2) M. Enríquez Ominami est le fils du révolutionnaire Miguel Enríquez, assassiné par les militaires en 1974.
(3) Le PC et sa coalition Juntos Podemos — 6,2 % des voix au premier tour et trois députés — ont appelé à voter pour M. Frei en échange de « douze points de compromis » du candidat concertationniste. Le PC laisse désormais entrevoir une alliance de plus long terme avec le PS et certains secteurs progressistes de la Concertation au Parlement.
(4) Au total, ce sont toujours moins de citoyens qui participent aux élections depuis 1988 ; 31 % des Chiliens en âge de voter, soit 3,8 millions de personnes, ne sont même pas inscrits sur les registres électoraux (au Chili, le vote est obligatoire).
(5) « Se van los capataces y vuelve el patrón », El Ciudadano
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Ética e Direitos Humanos Trabalho Escravo na Argentina do Século XXI
Una multinacional del comercio de granos, Nidera, que está presente en 22 países y tiene su casa matriz en Holanda, fue denunciada a fin de año por un fiscal argentino y el Ministerio de Trabajo bonaerense por presunto trabajo esclavo en una de sus fincas. La compañía, que también produce semillas, fertilizantes, herbicidas y fungicidas, negó la acusación, pero las condiciones inhumanas en determinadas actividades agrícolas en pleno siglo XXI y en uno de los sectores más productivos de Argentina han despertado un debate tal que obligó a reunirse el pasado miércoles al ministro de Trabajo argentino, Carlos Tomada, con los cuatro principales colectivos de agricultores y ganaderos del país. Tomada anunció la creación de un espacio de acción conjunta para "erradicar el trabajo en negro y las condiciones de servidumbre que la justicia está investigando".
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Argentina/destapa/empleo/personal/esclavo/agricultura/elpepusoc/20110118elpepisoc_10/Tes
domingo, janeiro 16, 2011
Comunicado do Crup Licenciaturas anteriores a Bolonha
11/01/2011
COMUNICADO CRUP - Recomendação
O Contrato de Confiança estabelecido em 2010, entre o Governo e as instituições de ensino superior, prevê, no caso das Universidades públicas, e num período de quatro anos, um aumento de cerca de 60.000 diplomados.
Para concretizar este objectivo, declaradamente ambicioso, as instituições deverão ampliar os segmentos da sociedade que poderão ser abrangidos por esta iniciativa e multiplicar as linhas de formação oferecidas, designadamente reforçando a oferta de formação pós-graduada, aumentando as possibilidades de ensino à distância, alargando os ciclos de estudo organizados em regime pós-laboral, diversificando as formações pós-secundárias, promovendo o sucesso escolar e atraindo outras camadas sociais que procuram formações e actualizações complementares.
A adopção plena do Contrato de Confiança, abrindo as Universidades a mais estudantes e a novas camadas sociais, não deverá, por outro lado, perturbar o nível de exigência e a qualidade da formação que é proporcionada por estas instituições, aspecto que tem sido indiscutivelmente assumido, desde o primeiro momento, por todas as universidades.
Neste quadro, importa desenvolver a capacidade de atracção dos licenciados pré-Bolonha para o seio das universidades, criando mecanismos que permitam, com equidade e rigor, proporcionar formação complementar e permitir através dessas iniciativas que esses diplomados possam adquirir o grau de Mestre. Deste modo, o CRUP recomenda às Universidades que adoptem mecanismos adequados, designadamente através da aplicação dos seguintes princípios:
- Os diplomados que tenham terminado as suas licenciaturas ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha deverão poder obter o grau de Mestre, inscrevendo-se num ciclo de estudos de mestrado da especialidade, solicitando a creditação da formação adquirida na respectiva licenciatura e realizando uma dissertação de pendor científico ou profissional, nos termos da legislação em vigor;
- Os diplomados que tenham terminado as suas licenciaturas ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha, que tenham mais de 5 anos de experiência profissional relevante, poderão obter o grau de Mestre inscrevendo-se num ciclo de estudos de mestrado da especialidade, solicitando a creditação da formação adquirida na respectiva licenciatura e apresentando, em alternativa à dissertação, um relatório detalhado sobre a sua actividade profissional, objecto de prova pública que incluirá a discussão das experiências e competências adquiridas;
- Em qualquer dos casos, as exigências complementares para a atribuição do grau de Mestre para os diplomados que terminaram as suas licenciaturas nessa especialidade ao abrigo do sistema de graus anterior ao Processo de Bolonha, para além da dissertação ou do relatório previsto na alínea anterior, não deverão ultrapassar um máximo de 20 ECTS.
O Presidente do CRUP
António Rendas
Ilha Terceira, Açores, 8 de Janeiro de 2011
quinta-feira, janeiro 13, 2011
Ética Profisssional e Direitos Humanos FITS Neuquén
REGIÓN LATINOAMÉRICA Y CARIBE
FEDERACIÓN INTERNACIONAL DE TRABAJO SOCIAL
PRONUNCIAMIENTO DE REPUDIO ETICO A LOS CIVILES QUE SE DESEMPEÑARON COMO “INFORMANTES” DE LA DICTADURA MILITAR (1976-1983) Y QUE FUERON COMPLICES DEL GENOCIO DE 30.000 ARGENTINOS DESAPARECIDOS Y DE LA SUSTRACCION DE NIÑOS QUE EN LA ACTUALIDAD PERMANECEN SIN SER ENCONTRADOS.
Este repudio se acompaña con la declaración de la Federación Argentina de Asociaciones Profesionales de Servicio Social, que acompaña el juicio ético y cancelación de la matricula profesional de Ricardo Grisotto, por su participación como informante durante la última dictadura militar, desarrollado por el Colegio Profesional de Servicio Social de Neuquén.
Ambos documentos se elevan a la Comisión de Ética Internacional de la Federación Internacional de Trabajo Social, para que acompañe estos repudios.
Antecedentes:
Recientemente y a más de 30 años de que en Argentina se instalara el terrorismo de Estado, llevado a cabo por la última dictadura militar desarrollada en nuestro país, surgen informaciones que dan cuenta de la nomina de personas que siendo civiles en dicho momento ayudaron a cometer el genocidio, habiéndose desempeñados como “informantes” que reportaban nombres de personas que eran “sospechosas” para el régimen. Si se toman las declaraciones de los altos mandos militares de la época eran considerados sospechosos “
Estos “informantes” elevaban su denuncia al temible Batallón 601, que fuera el cerebro que condujo la cacería criminal, 4300 nombres integran la lista de quienes desempeñaban esta tarea y 30.000 son los desaparecidos de esta acción conjunta desarrollada con el Ejercito Argentino, muchos de estos desaparecidos eran estudiantes de Trabajo Social, profesionales del Trabajo Social y docentes de las carreras de Servicio Social y asistencia Social de la época.
Además de la aberración que esta tarea de “informantes” representa se agrega un plus extra que lo constituye el echo de que muchos de los informantes han percibido a lo largo de los años, mucho después de terminada la dictadura ingresos económicos por dicha tarea.
Hoy se conoce los 4300 que integraban la plantilla de personal, los rangos y las actividades de los agentes que aportaron información, apoyo logístico y mano de obra a la represión, merced a una investigación periodística de la Revista 23. El listado, que pública dicha revista lleva la firma del actual jefe de Inteligencia del Ejército, César Milani, fue entregado al juez Ariel Lijo por Ramón Torres Molina, titular del Archivo de la Memoria. La nómina incluye los nombres de 1.599 personas que se desempeñaron como agentes civiles de inteligencia en el Batallón 601 y 2.353 que cumplieron tareas en distintos destacamentos y secciones en diferentes lugares del país. El documento se complementa con una lista de 345 militares.
Estos informantes son además responsables de uno de los delitos más aberrantes que reconoce la sociedad mundial “la sustracción de niños”, lo que implicaba denunciar a sus madres, mantenerlas vivas hasta el momento del nacimiento de sus hijos, para lo cuál funcionaron maternidades clandestinas (Campo de Mayo, Escuela de Mecánica de la Armada, Pozo de Banfield, etc.), luego del alumbramiento de sus hijos “desaparecerlas”, posteriormente entregar los niños y luego generar una cadena de encubrimiento a fin de que estos no fueran localizados. La existencia de listas de familias de militares en "espera" de un nacimiento en esos centros clandestinos y las declaraciones de los mismos militares demuestran la existencia de un plan preconcebido no sólo de secuestro de adultos sino también un plan sistemático de apropiación de más de 400 niños.
Los niños sustraídos constituían un "botín de guerra", fueron inscriptos como hijos propios por los miembros de las fuerzas armadas o familiares y conocidos de estos, en otros casos dejados en cualquier lugar, vendidos o abandonados en institutos de menores como seres sin nombre N.N. De esa manera hicieron sistemáticamente una anulación de identidad, que hoy persiste en más de 300 casos.
Entre las listas de “informantes” se encuentran trabajadores sociales y personas que por aquel entonces eran allegados a los centros de estudio donde se formaban los trabajadores sociales. Para ellos solicitamos el repudio.
Creemos que esta acción por parte de profesionales vinculados a la disciplina, requiere un repudio del Trabajo Social Argentino en su conjunto y de la Comunidad Profesional Latinoamericana e Internacional, ya que con su actuar violaron los principios éticos fundamentales de nuestra profesión
El documento de Ética Internacional, consagra entre sus principios acerca de los Derechos Humanos y Dignidad Humana…”El trabajo social se basa en el respeto al valor y dignidad inherentes a todas las personas, y a los derechos que de ellos se desprenden. Los trabajadores sociales deben apoyar y defender la integridad y bienestar físico, psicológico, emocional y espiritual de cada persona”. ………. Justicia Social…. “ Los trabajadores sociales tienen la responsabilidad de promover la justicia social, en relación con la sociedad en general, y en relación a las personas con las que trabajan. Esto significa:…..Desafiar las políticas y acciones injustas- Los trabajadores sociales tienen el deber de dirigir la atención de empleadores, responsables de política, políticos y de la sociedad en general a aquellas situaciones en las que las personas viven en pobreza, los recursos son inadecuados o la distribución de recursos, políticas y prácticas son opresivas, injustas o perjudiciales……Conducta profesional….”Los trabajadores sociales no deben permitir que sus capacidades se utilicen para propósitos inhumanos tales como tortura o terrorismo”.
Solicitamos esta declaración de repudio ético, para cada profesional o estudiante del trabajo social que haya estado involucrado en este tipo de violaciones a los principios éticos del trabajo social provincial, nacional e internacional. Asimismo colocar la vigencia de estos actos en valor, en tanto y en cuanto la acción llevada acabo por las personas que participaron como informantes, no caduco hace 30 años, ya que los delitos cometidos (complicidad en el secuestro, desaparición, asesinato y apropiación de personas) siguen vigentes a través del ocultamiento de la información que posibilitaría la localización de los muertos y de los 300 adultos que hoy desconocen su verdadera identidad.
Lic. Laura Acotto-
Presidente Región Latinoamérica y Caribe
Federación Internacional de Trabajo Social
Epistemologia do Sul Novo Livro Publicado pela Cortez Editora
Autores: Boaventura de Sousa Santos e Maria Paula Meneses
Sinopse
Por que razão, nos dois últimos séculos, a epistemologia dominante eliminou da reflexão epistemológica o contexto cultural e político da produção e reprodução do conhecimento? Quais as consequências desta descontextualização?São hoje possíveis outras epistemologias?
Este livro procura dar resposta a estas perguntas. Não se confirmando à mera crítica, propõe uma alternativa, genericamente designada por Epistemologias do Sul. Trata-se do conjunto de intervenções epistemológicas que denunciam a supressão dos saberes levada a cabo, ao longo dos últimos séculos, pela norma epistemológica dominante, valorizam os saberes que resistiram com êxito e as reflexões que estes têm produzido e investigam as condições de um diálogo horizontal entre conhecimentos. A esse diálogo entre saberes chamamos ecologias de saberes.
Sumário
Nota sobre os Autores; Prefácio; Introdução: Boaventura de Sousa Santos e Maria Paula Meneses; PARTE 1 – Da Colonialidade à Descolonialidade; 1. Boaventura de Sousa Santos: Para Além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes; 2. Anibal Quijano: Colonialidade do poder e classificação social; 3. Paulin J. Hountondji: Conhecimento de África, conhecimentos de africanos: duas perspectivas sobre os estudos africanos; 4. Radha D’ Souza: As prisões do conhecimento: pesquisa ativista e revolução na era da globalização; PARTE 2 – As modernidades das Tradições; 5. Mogobe B. Ramose: Globalização e Ubuntu; 6. Maria Paula Meneses: Corpos de violência, linguagens de resistência: as complexas teias de conhecimentos no Moçambique contemporâneo; 7. João Arriscado Nunes: O resgate das epistemologia; 8. Ebrahim Moosa: Transições no ‘progresso’ da civilização: teorização sobre a história, a prática e a tradição; 9. Dismas A. Masolo: Filosofia e conhecimento indígena: uma perspectiva africana; PARTE 3 – Geopolíticas e a sua Subversão; 10. Enrique Dussel: Meditações anticartesianas sobre a origem do antidiscurso filosófico da modernidade; 11. Nelson Maldonado – Torres: A topologia do ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade; 12. Kabengele Munanga: Mestiçagem como símbolo da identidade brasileira; 13. Ramón Grosfoguel: Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-colunistas: transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global; 14. Nilma Gomes: Intelectuais negros e produção do conhecimento: algumas reflexões sobre a realidade brasileira; PARTE 4 – As reinvenções dos Lugares; 15. Boaventura de Sousa Santos: Um ocidente não-ocidentista: A filosofia à venda. A douta ignorância e a aposta de Pascal; 16. Shiv Visvanathan: Encontros culturais e o Oriente: um estudo das políticas de conhecimento; 17. Milton Santos: O lugar e o cotidiano; 18. Amina Mama: Será ético estudar a África? Considerações preliminares sobre pesquisa acadêmica e liberdade.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Serviço Social GUIA DE LLENGUATGE NO HETEOSEXISTA
EL CONSELL DE LA JOVENTUT PRESENTA LA GUIA DE LLENGUATGE NO HETEROSEXISTA. (11/01//2011)
El Consell de la Joventut de València (CJV) l'òrgan màxim de representació del moviment associatiu de València i interlocutor vàlid dels i les joves de València davant les administracions, conformat per 55 associacions juvenils d'àmbit local.
Ha presentat avui públicament l’edició d’una nova campanya des de l’Àrea de Gènere i Sexualitat que consta d’una GUIA DE LLENGUATGE NO HETEOSEXISTA, on el seu principal objectiu es ser una ferramenta útil i directa de lluita contra el patriarcat i l’heterosexisme a través del llenguatge. La guia esta disponible en format paper i digital, a la nostra web (www.cjvalencia.org).
El llenguatge no heterosexista es caracteritza pel rebuig a la presumpció d’heterosexualitati i reivindica la diversitat sexual siga reconeguda públicament perquè poc a poc vaja desapareixen de la nostra societat la presumpció d’heterosexualitat, així com l’adscripció sistemàtica a un gènere determinat, masculí o femení, a partir de trets físics.
Esta campanya es complementarà amb la realització de xerrades adreçada a centres educatius, centres de dia de joventut i per a associacions. Cursos oferts: Història del Moviment Feminista; Situació de la dona en València, Espanya i al món; Diversitat Sexual (transsexual, bisexual, pansexuals...);Curs de VIH bàsic i Taller de Prevenció ITS (Infeccions de Transmissió Sexual)
Francisco Arturo Moreno Nebot
Coordinador de l'àrea de Gènere i Sexualitat
Més informació:
Consell de la Joventut de València
T.963443286 Fax.963443296
seu@cjvalencia.org www.cjvalencia.org
http://www.cjvalencia.org/index.php?tipo=n&ver=19
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GUIA DE LLENGUATGE NO HETEOSEXISTA
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Os Factos no Serviço Social Português: Os Negocios da Universidade Lusíada - Fundação Minerva
A Fundação Minerva proprietártia da Universidade Lusíada, que provocou o maior desastre no Serviço Social ao comprar fraudulentamente o património do distinto ISSSL e, que hoje jura não ter beneficiado com o negocio, está na disposição de continuar a adquirir novas propriedades.
Veja a noticia do publico a seguir http://jornal.publico.pt/noticia/07-01-2011/camara-do-porto-vende-terreno-a-lusiada-se-nao-encontrar-melhor-comprador-20967144.htm
A Câmara Municipal do Porto quer alienar um terreno de quase 20 mil metros quadrados, na freguesia de Aldoar, pelo valor de 5,6 milhões de euros. O município já tem um comprador interessado, a Fundação Minerva, detentora da Universidade Lusíada, mas quer tentar encontrar uma oferta mais alta no mercado, pelo que vai recorrer à hasta pública.
Todos os documentos referentes a este processo deverão ser aprovados na primeira reunião do executivo liderado pelo social-democrata Rui Rio deste ano. Os vereadores deverão votar o contrato-promessa já celebrado com a Fundação Minerva, no qual fica estipulado que o imóvel, na Rua de Moçambique, "destina-se à instalação da Universidade Lusíada, na cidade do Porto".
A própria fundação concordou, ainda assim, em conceder à autarquia a possibilidade de realizar uma hasta pública do terreno, no prazo de três meses a contar da celebração do referido contrato, para que aquela procure "a melhor oferta para o imóvel objecto do presente contrato". Se o município encontrar alguém disposto a oferecer mais que os 5,6 milhões pelos quais o imóvel foi avaliado - e que a fundação está disposta a pagar -, o contrato-promessa poderá ser quebrado sem prejuízo para a câmara.
Com a aprovação do contrato-promessa, a Fundação Minerva entregará, no imediato, à câmara 1,5 milhões de euros, a título de sinal - valor que lhe será devolvido, caso o terreno venha a ser vendido em hasta pública. No caso de o imóvel ficar na posse da fundação, os restantes 4,1 milhões serão pagos aquando da assinatura da escritura.
Na reunião da próxima terça-feira, o executivo deverá também ratificar a decisão já assumida por Rui Rio de entregar o abastecimento das cantinas escolares do município, por ajuste directo, à Uniself - Sociedade de Restaurantes Públicos e Privados, SA. Esta empresa deverá garantir o fornecimento de refeições às escolas da cidade nos próximos três meses, o que custará à autarquia, pelo menos, 1,5 milhões de euros.
O contrato com a anterior fornecedora das cantinas escolares da cidade terminou no passado dia 31 de Dezembro. O município já lançara um concurso público para encontrar um novo fornecedor, só que o concurso tinha um erro, que foi aproveitado por uma das empresas concorrentes, a Gertal - Companhia Geral de Restaurantes e Alimentação, SA, para apresentar uma providência cautelar, contestando a sua validade.
A câmara viu-se, assim, forçada a recorrer ao ajuste directo, já que a necessidade de elaborar um novo concurso não permitia, em termos temporais, que este ficasse concluído antes do final do ano. Se não houvesse uma situação de emergência, como a que foi encontrada, corria-se o risco de as cantinas não poderem funcionar.
sexta-feira, dezembro 31, 2010
quarta-feira, dezembro 29, 2010
Vanesa LoboO Brasil está pronto para ter seu primeiro representante em uma liga de futebol americano nos Estados
O Brasil está pronto para ter seu primeiro representante em uma liga de futebol americano nos Estados Unidos. E já está garantido que o país vai fazer bonito. Se ainda não veremos um brasileiro na NFL, nossa bandeira será representada em breve na LFL, a Lingerie Football League, por Vanessa Lobo.
A bela brasileira, que trabalha na área de Serviço Social e já atuou como modelo, estreará na competição em 2011, no também iniciante time de Las Vegas (que ainda não tem nome ou cores). Há seis anos nos Estados Unidos, ela jogou flag football em Seattle antes de chegar à LFL.
- Eu sempre quero participar de esportes, vi que estava tendo peneira para um time de futebol americano em Seattle, onde morava, e fui participar. Entrei na liga e fui running back do time. Gostei muito de jogar lá, tive muitas oportunidades de viajar, apareci na televisão. Depois me mudei para o Arizona, perto de Las Vegas, e vi que ia ter esta equipe da Lingerie League. Como já jogava antes, acho que foi mais fácil entrar – disse Vanessa ao Overtime, em entrevista por telefone.
A carreira de running back foi ajudada pelos cinco anos que praticou atletismo no Brasil. Mas não foi só isso que fez Vanessa se destacar.
- Ganhei o apelido “Brazilian Boogie” (difícil traduzir, mas algo como “Embalo Brasileiro” ou “Ginga Brasileira”) por causa do jeito que corria, meio dançando – contou.
Vanessa Lobo, aliás, acredita que o gingado dos brasileiros pode ser justamente o grande diferencial para algum atleta do país chegar um dia à NFL.
- Antes eu não entendia o jogo, achava meio esquisito. Mas acho que o brasileiro tem uma chance a mais porque tem malícia na hora de correr. O pessoal dizia que com meu modo de correr você dominava o jogo, porque tem facilidade no drible. O brasileiro tem isso, está acostumado a driblar por causa do futebol, tem ginga – analisou a brasileira.
Apesar de a Lingerie League Football ser formada por mulheres inegavelmente bonitas (a quarterback do time da brasileira é uma ex-atriz do seriado Baywatch), Vanessa Lobo garante que beleza não é tudo na liga. De acordo com ela, não adianta nada ser linda sem saber jogar futebol americano.
- Acho que isso é um marketing, mais um jeito de vender o jogo. No dia da peneira foi muito competitivo, eles tendem a procurar um equilíbrio. Dá para ver claramente que se você for só uma carinha bonita, você não entra. No dia dos testes, vi meninas lindas saindo. E vi meninas que jogavam bem, mas não eram tão bonitas, saindo também. Eles tentam balancear.
A bela brasileira, que trabalha na área de Serviço Social e já atuou como modelo, estreará na competição em 2011, no também iniciante time de Las Vegas (que ainda não tem nome ou cores). Há seis anos nos Estados Unidos, ela jogou flag football em Seattle antes de chegar à LFL.
- Eu sempre quero participar de esportes, vi que estava tendo peneira para um time de futebol americano em Seattle, onde morava, e fui participar. Entrei na liga e fui running back do time. Gostei muito de jogar lá, tive muitas oportunidades de viajar, apareci na televisão. Depois me mudei para o Arizona, perto de Las Vegas, e vi que ia ter esta equipe da Lingerie League. Como já jogava antes, acho que foi mais fácil entrar – disse Vanessa ao Overtime, em entrevista por telefone.
A carreira de running back foi ajudada pelos cinco anos que praticou atletismo no Brasil. Mas não foi só isso que fez Vanessa se destacar.
- Ganhei o apelido “Brazilian Boogie” (difícil traduzir, mas algo como “Embalo Brasileiro” ou “Ginga Brasileira”) por causa do jeito que corria, meio dançando – contou.
Vanessa Lobo, aliás, acredita que o gingado dos brasileiros pode ser justamente o grande diferencial para algum atleta do país chegar um dia à NFL.
- Antes eu não entendia o jogo, achava meio esquisito. Mas acho que o brasileiro tem uma chance a mais porque tem malícia na hora de correr. O pessoal dizia que com meu modo de correr você dominava o jogo, porque tem facilidade no drible. O brasileiro tem isso, está acostumado a driblar por causa do futebol, tem ginga – analisou a brasileira.
Apesar de a Lingerie League Football ser formada por mulheres inegavelmente bonitas (a quarterback do time da brasileira é uma ex-atriz do seriado Baywatch), Vanessa Lobo garante que beleza não é tudo na liga. De acordo com ela, não adianta nada ser linda sem saber jogar futebol americano.
- Acho que isso é um marketing, mais um jeito de vender o jogo. No dia da peneira foi muito competitivo, eles tendem a procurar um equilíbrio. Dá para ver claramente que se você for só uma carinha bonita, você não entra. No dia dos testes, vi meninas lindas saindo. E vi meninas que jogavam bem, mas não eram tão bonitas, saindo também. Eles tentam balancear.
terça-feira, dezembro 28, 2010
Combate à MGF Secretaria-Geral da Agência ONU Mulher
SANTIAGO DO CHILE, 27 DEZ (ANSA) - A violência física e sexual contra milhões de mulheres, a pobreza feminina e a discriminação trabalhista são os três maiores problemas que Michelle Bachelet abordará desde 1º de janeiro, quando assumirá a Secretaria-Geral da agência ONU Mulher.
"Um tema particularmente dramático que vivem milhões de mulheres e crianças no mundo é relativo à violência. Há 89 Estados que têm alguma disposição legislativa contra a violência doméstica e 60 deles têm legislações específicas, mas a violência contra mulheres e crianças continua sendo um grave problema em todas as regiões e todos os países", sustentou a ex-presidente chilena.
Bachelet citou um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS), efetuado em 10 países, que indicou que "entre 17% e 71% das mulheres denunciou ter tido violência física ou sexual de seu cônjuges ou namorados".
"Entre as mulheres de 15 a 44 anos, os atos de violência causam mais mortes e incapacidade que a soma das provocadas pelo câncer, a malária, os acidentes de trânsito e a guerra", detalhou Bachelet.
Ela explicou que, em 2006, as mulheres e crianças representaram 79% das vítimas de tráfico de seres humanos, "mais de 60 milhões de crianças são forçadas a se casar antes dos 18 anos e continua sendo praticada a mutilação genital feminina, estimando-se que entre 100 e 140 milhões de mulheres e crianças vivem atualmente com suas consequências".
A ex-mandatária ainda lembrou, em uma conferência sobre igualdade de gênero e trabalho, que "60% dos pobres do mundo são mulheres" e criticou que continuam existindo grandes diferenças de salários para trabalhos de igual valor desempenhados por pessoas dos dois sexos. (ANSA)
27/12/2010 16:40
http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/notiziari/chile/20101227164035196471.html
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MGF Mafalada Santos
segunda-feira, dezembro 27, 2010
UFBP Cida Maria Aparecida Ramos de Menezes Mestre Em Serviço Social Apresenta Candidatura
Se as inúmeras atribuições dela à frente da secretaria de Desenvolvimento Humano do governador Ricardo Coutinho (PSB) não impedirem, a professora Maria Aparecida Ramos de Menezes (atualmente sem partido, na foto ao lado) deverá ser uma das mais fortes pré-candidatas ao cargo de Magnífico Reitor da Universidade Federal da Paraíba, onde ela também é professora vinculada ao departamento de Serviço Social e diretora do CCHLA (Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes), a partir do ano vindouro.
Primeira mulher: pioneira no cargo
Ela é casada com o também professor e cientista político Jaldes Reis de Menezes, com quem tem duas filhas, uma de 16 e a outra de 18 anos de idade. Se ninguém atrapalhar seus planos, com absoluto grau de certeza, eu acho que ela chega lá. Potencial eleitoral, garra e força de vontade Cida tem de sobra, para isso: tornar-se a primeira mulher a ocupar o cargo de Reitora da UFPB.
Comunista desde criancinha
Cida iniciou sua militância política filiando-se ao PCdoB no início da década de 1980, quando tinha apenas 14 anos de idade e era uma simples estudante secundarista vinda da cidade de Sapé, a antiga “Capital do Abacaxi” e “Terra de Augusto dos Anjos”, onde nasceu, filha de um caminhoneiro (motorista de caminhão para transporte de cargas) e de uma doméstica (entregue as atividades diárias de costurar, lavar roupa, passar e cozinhar para uma família composta por sete filhas, incluindo a atual secretária de Estado).
Forte militante estudantil
Ela foi presidente de Centro Acadêmico do seu curso, presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes), aluna do mestrado em Serviço Social, professora do próprio departamento onde um dia estudou, presidente da Adufpb/JP (Associação dos Docentes da UFPB, campus da Capital) e uma das maiores figuras exponenciais dos tempos áureos do Partido Comunista do Brasil, na Paraíba.
Ex-petista sem partido
Já faz dez anos que ela deixou de ser filiada ao PT, legenda à qual se vinculou, após abandonar o PCdoB, tempos atrás. Não se sabe ainda, pois é muito cedo para qualquer pessoa tentar adivinhar como será sua passagem pelo cargo de auxiliar direta de Ricardo, se Cida optará dentro de mais alguns meses, pela nova filiação, agora ao PSB (Partido Socialista Brasileiro), cujo diretório estadual é presidido pelo próprio governador diplomado.
Cuidado com o drible
Nos bastidores da Cidade Universitária, há até quem diga que o convite feito por Coutinho tem outra intenção, mais ampla: limpar a área de uma possível futura concorrente, colocando Cida numa secretaria estadual para – digamos – ocupá-la com outras tarefas deixando o caminho livre para outra pré-candidatura a Reitor, ou seja, a campanha do professor Lúcio Flavio de Sá Leitão Peixoto de Vasconcelos, designado para exercer logo duas pastas importantes no Palácio da Redenção, como a subchefia da Casa Civil e o cargo de secretário-chefe de Gabinete do governador.
Jogada política no Campus
Portanto, é bom lembrar sempre que a chapa liderada por Aparecida Ramos derrotou a sua concorrente, apoiada por Lúcio Flávio, quando estava em jogo a cadeira de diretor do CCHLA. Vasconcelos defendeu as candidaturas dos professores Sandra Moura (departamento de Comunicação Social, Jornalismo, Rádio & TV, relações Públicas e Turismo) e Giuseppe Tosi (italiano defensor dos Direitos Humanos e que leciona Filosofia no curso de bacharelado em Direito).
Mais três candidaturas
Correndo por fora, ainda existem – além de Lúcio Flávio – os nomes da atual vice-reitora da UFPB, Maria Yara Campos Matos (igualmente ex-diretora do CCHLA), apoiada pelo Magnífico Reitor Rômulo Soares Polari (cujo mandato terminará em 2012) e do professor Francisco de Sales Gaudêncio (PMDB, presidente da Fundação Ulysses Guimarães, ex-secretário de Educação do Estado, ex-presidente da Fundação Espaço Cultural e ex-presidente da Fundação Casa de José Américo).
Audiência ministerial em Brasília
No seu currículo de lutas estudantis, Cida tem dois fatos marcantes: o de ter sido a primeira mulher a conquistar o mandato de presidente do DCE da UFPB e a decisão inédita de viajar de ônibus, sozinha, para Brasília-DF, a fim de tentar – e depois conseguir – uma audiência com o então ministro da Educação, Marco Maciel (ex-Arena, ex-PDS, ex-PFL e hoje Democratas, ex-vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB), obtendo as verbas necessárias para reabrir o Restaurante Universitário, depois de longos 80 dias de greve: coisa que nem o reitor da época, José Jackson de Carvalho, teve êxito, pois ainda estava em vigência a Ditadura Militar que governou o Brasil, de 1964 a 1985.
http://www.pbagora.com.br/coluna.php?id=20101226113932&cat=politica&keys=cida-ramos-reitoria
domingo, dezembro 26, 2010
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