segunda-feira, novembro 25, 2013

CEFESS Comemora Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher








A data de 25 de novembro é especial para o movimento feminista em todo o mundo. Hoje, celebra-se o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher. É nesse sentido que se torna urgente a proposição de políticas públicas de enfrentamento às desigualdades de gênero, tendo em vista que só haverá uma sociedade emancipada quando se romperem as estruturas do capitalismo patriarcal, que tão bem se articulam com a dominação étnico-racial e de gênero da sociedade atual.

Por isso, o CFESS entrevistou a conselheira da Comissão de Ética e Direitos Humanos do CFESS, Maria Elisa Braga, que também é assistente social da Casa Eliane de Grammond (SP), o primeiro equipamento público de referência no combate à violência contra a mulher no Brasil. Abaixo, a entrevista completa, que traz uma breve análise sobre a violência contra a mulher no país, dados estatísticos e desafios a serem enfrentados. Confira:

CFESS - Por que os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2013) apontam que a violência contra a mulher tem aumentado, quando verificamos a construção de políticas públicas e de uma lei afirmativa de direitos (Lei Maria da Penha)? Nesse contexto, por que o machismo, expressão popular do patriarcado, persiste e se agudiza cotidianamente na vida das mulheres?
 
Maria Elisa Braga - Vivemos ainda sob o domínio de um sistema patriarcal construído há milênios. No entanto, devido a uma forte atuação do movimento feminista a partir do final da década de 1950 no mundo, e na transição dos anos 1970 para 1980 no Brasil, houve mais alterações nas relações entre os sexos e a visibilização das assimetrias de gênero  do que nos sete mil anos anteriores  de história deste patriarcado. Isso provocou a construção e materialização de direitos para as mulheres, como políticas, legislações e serviços afirmativos, que reconhecem e fazem enfrentamento às desigualdades e violências  de gênero. Além da relação com o capitalismo, o patriarcado se potencializa com outros sistemas de dominação - como o racismo e o heterossexismo – bem como com todas as formas de fundamentalismos presentes na onda conservadora atual. Assim este patriarcado construiu conceitos, que se materializam na ideologia machista e em uma rede de poder e controle que quer se perpetuar. Ao analisarmos esse contexto, é que podemos explicar (com imenso repúdio) a estatística de que uma mulher morre a cada uma hora e meia no Brasil, vítima da violência doméstica. As mulheres morrem não porque se submetem a este poder, mas porque resistem. Morrem porque desejam ser sujeitos de direitos e não uma mercadoria de posse. Morrem ao manifestar a vontade de se separar, sair da relação que quer impedi-las de realizarem suas capacidades humanas, de serem sujeitos autônomos e livres. Morrem porque ousam dizer basta à violência física, sexual, moral, emocional, patrimonial, social. Morrem porque ousam querer viver a vida com equidade e justiça social.

CFESS - Quais estratégias necessitam ser amplamente divulgadas e apropriadas pelas mulheres, pela sociedade, para o enfrentamento da violência contra mulher?
 
Maria Elisa Braga - Precisamos conhecer e lutar pela materialização das conquistas já produzidas em relação às politicas para as mulheres no Brasil. Precisamos continuar a nos articular com o movimento feminista e com todos os sujeitos políticos que lutam pela ampliação e consolidação dos direitos humanos das mulheres. Precisamos desconstruir preconceitos (ainda tão naturalizados nas famílias, nas escolas, nas mídias, nas igrejas, no trabalho, no Estado, na cultura, na ciência, na história, nas relações sociais) e as assimetrias de gênero, que geram as desigualdades e violências contra as mulheres. E necessitamos que equipamentos públicos - resultado de amplas lutas do movimento feminista - como as creches, as delegacias da mulher, os centros de referência e as casas abrigos, dentre outros, sejam ampliados e que sejam garantidas condições éticas e técnicas de trabalho para profissionais que atuam nesta realidade.

CFESS - O que você destaca no trabalho como assistente social no enfrentamento à violência na Casa Eliane de Grammont?
 
Maria Elisa Braga - Nestes 21 anos de trabalho como assistente social na Casa Eliane de Grammont, aprendi muito com as feministas idealizadoras deste serviço e com o compromisso e competência da equipe profissional desde a sua origem (na qual o serviço social possui reconhecimento e  respeitabilidade por seu envolvimento e contribuição). E, principalmente, aprendi muito no processo de atendimento às mulheres que sofrem violência, suas idas e vindas na rota crítica da violência, materializadas na imensa dificuldade de romperem com as estruturas do sistema patriarcal (como o pavor que sentem do agressor que as imobilizam); na dificuldade de romperem com a heteronomia construída nas relações sociais machistas desde seu nascimento e (re)construírem autonomia; na falta de apoio e respeito à sua intenção de romper com a violência por parte do próprio Estado, quando se omite frente à falta de politicas, de serviços, da família, de amigos e amigas, da sociedade; na falta de informação e de como acessar direitos; na falta de como acessar a justiça pelas violências sofridas. Posso também assegurar que sinto muita realização profissional, ao poder constatar, nas mulheres que aderem ao acompanhamento interdisciplinar, a superação das violências sofridas, reinventando sua condição e problematizando as desigualdades de gênero, constituindo-se como um sujeito autônomo e autodeterminado, que não admite mais a violência na vida particular e coletiva. Afinal, o que as mulheres desejam e lutam é, como tão bem nos fala Rosa de Luxemburgo, “por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”.

Para saber mais sobre o combate à violência acesse:
 

Conheça a Casa Eliane de Grammont:

Endereço: Rua Dr. Bacelar, nº 20 - Vila Clementino - São Paulo (SP)
Telefones: (11) 55499339 / 55490335 e email: caseliane@yahoo.com.br
 

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Diogo Adjuto - JP/DF 7823
Assessoria de Comunicação
comunicacao@cfess.org.br


quinta-feira, outubro 31, 2013

quarta-feira, outubro 30, 2013

sábado, outubro 26, 2013

Seminário no âmbito do mestrado em Serviço Social, no ISMT COIMBRA com Yolanda Guerra e Janete Luzia Leite


COIMBRA ISMT
Seminário no âmbito da 11ª edição do mestrado em Serviço Social, dia 5 de novembro de 2013, no ISMT, com as professoras doutoras em Serviço Social da UFRJ Yolanda Guerra e Janete Luzia Leite

domingo, outubro 06, 2013

quarta-feira, setembro 11, 2013

terça-feira, setembro 03, 2013

quinta-feira, agosto 22, 2013

terça-feira, agosto 13, 2013

segunda-feira, julho 29, 2013

terça-feira, julho 16, 2013

terça-feira, julho 09, 2013

Professora Doutora Maria Rosa Tomé Justiça e Cidadania Infantil em Portugal (1820-1978). A Tutoria de Coimbra


Queridos amigos

            Venho dar-vos uma boa notícia: a nossa colega  Maria Rosa Tomé defendeu  brilhantemente a sua tese de doutoramento em História Contemporânea Justiça e Cidadania Infantil em Portugal (1820-1978). A Tutoria de Coimbra, na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra, com um júri de peso (os Professores Fernando Catroga, Irene Vaquinhas, Susana Silva, Maria João Vaz e as co-corientadoras Maria Antónia Lopes e eu), obtendo a classificação máxima: aprovada com distinção e louvor, por unanimidade  e com recomendação para publicação.  

            Estou muito orgulhosa dela.  

            Abraços 

            Alcina Martins


sexta-feira, julho 05, 2013

quinta-feira, junho 27, 2013

Servicio Social Portugues llama a la Huelga General Serviço Social Português Apela à Greve Geral 27 de Junho de 2013

Serviço Social Português apela à Greve Geral. Como trabalhadores assalariados, os assistentes sociais tem sido, também, as vitimas prioritárias dos cortes nas políticas sociais ditadas pelo FMI. Emprego precário, despedimentos na Função Pública, extorção nas IPSS, desemprego, baixos salários,trabalho sazonal, etc. As organizações da categoria devem estar à altura das suas obrigações e aderir às convocatórias das centrais sindicais CGTP e UGT do contrário correm o risco do isolacionismo e da perca de solidariedade das outras profissões, ofícios e ocupações. Os Assistentes Sociais reformados ou quase reformados, entendem que estão vulnerabilizados com as decisões do Governo Português; por isso devem participar com o seu exemplo e sabiduria histórica ,na divulgação deste evento da GREVE GERAL.

sábado, junho 22, 2013

IPBeja Ana Isabel Lapa Fernandes Nova Doutora do Serviço Social Português


A professora  do IPBeja, Ana Isabel Lapa Fernandes, licenciada e mestre, é a mais recente Doutora do Serviço Social Português. Nos Congratulamos por este esforçado contributo para a categoria profissional da nossa querida amiga e colega que se consumou a 4 de Junho de 2013.



Memoria Social e Serviço Social : O Discurso da Presidente Dilma Rousef

21 de junho de 2013



Minhas amigas e meus amigos,

Todos nós, brasileiras e brasileiros, estamos acompanhando, com muita atenção, as manifestações que ocorrem no país. Elas mostram a força de nossa democracia e o desejo da juventude de fazer o Brasil avançar.

Se aproveitarmos bem o impulso desta nova energia política, poderemos fazer, melhor e mais rápido, muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas. Mas, se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, como também correndo o risco de colocar muita coisa a perder.

Como presidenta, eu tenho a obrigação tanto de ouvir a voz das ruas, como dialogar com todos os segmentos, mas tudo dentro dos primados da lei e da ordem, indispensáveis para a democracia.

O Brasil lutou muito para se tornar um país democrático. E também está lutando muito para se tornar um país mais justo. Não foi fácil chegar onde chegamos, como também não é fácil chegar onde desejam muitos dos que foram às ruas. Só tornaremos isso realidade se fortalecermos a democracia – o poder cidadão e os poderes da República.

Os manifestantes têm o direito e a liberdade de questionar e criticar tudo, de propor e exigir mudanças, de lutar por mais qualidade de vida, de defender com paixão suas ideias e propostas, mas precisam fazer isso de forma pacífica e ordeira.

O governo e a sociedade não podem aceitar que uma minoria violenta e autoritária destrua o patrimônio público e privado, ataque templos, incendeie carros, apedreje ônibus e tente levar o caos aos nossos principais centros urbanos. Essa violência, promovida por uma pequena minoria, não pode manchar um movimento pacífico e democrático. Não podemos conviver com essa violência que envergonha o Brasil. Todas as instituições e os órgãos da Segurança Pública têm o dever de coibir, dentro dos limites da lei, toda forma de violência e vandalismo.

Com equilíbrio e serenidade, porém, com firmeza, vamos continuar garantindo o direito e a liberdade de todos. Asseguro a vocês: vamos manter a ordem.

Brasileiras e brasileiros,

As manifestações dessa semana trouxeram importantes lições: as tarifas baixaram e as pautas dos manifestantes ganharam prioridade nacional. Temos que aproveitar o vigor destas manifestações para produzir mais mudanças, mudanças que beneficiem o conjunto da população brasileira.

A minha geração lutou muito para que a voz das ruas fosse ouvida. Muitos foram perseguidos, torturados e morreram por isso. A voz das ruas precisa ser ouvida e respeitada, e ela não pode ser confundida com o barulho e a truculência de alguns arruaceiros.

Sou a presidenta de todos os brasileiros, dos que se manifestam e dos que não se manifestam. A mensagem direta das ruas é pacífica e democrática.

Ela reivindica um combate sistemático à corrupção e ao desvio de recursos públicos. Todos me conhecem. Disso eu não abro mão.

Esta mensagem exige serviços públicos de mais qualidade. Ela quer escolas de qualidade; ela quer atendimento de saúde de qualidade; ela quer um transporte público melhor e a preço justo; ela quer mais segurança. Ela quer mais. E para dar mais, as instituições e os governos devem mudar.

Irei conversar, nos próximos dias, com os chefes dos outros poderes para somarmos esforços. Vou convidar os governadores e os prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos.

O foco será: primeiro, a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que privilegie o transporte coletivo. Segundo, a destinação de cem por cento dos recursos do petróleo para a educação. Terceiro, trazer de imediato milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde, o SUS.

Anuncio que vou receber os líderes das manifestações pacíficas, os representantes das organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores, das associações populares. Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências, de sua energia e criatividade, de sua aposta no futuro e de sua capacidade de questionar erros do passado e do presente.

Brasileiras e brasileiros,

Precisamos oxigenar o nosso sistema político. Encontrar mecanismos que tornem nossas instituições mais transparentes, mais resistentes aos malfeitos e, acima de tudo, mais permeáveis à influência da sociedade. É a cidadania, e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar.

Quero contribuir para a construção de uma ampla e profunda reforma política, que amplie a participação popular. É um equívoco achar que qualquer país possa prescindir de partidos e, sobretudo, do voto popular, base de qualquer processo democrático. Temos de fazer um esforço para que o cidadão tenha mecanismos de controle mais abrangentes sobre os seus representantes.

Precisamos muito, mas muito mesmo, de formas mais eficazes de combate à corrupção. A Lei de Acesso à Informação, sancionada no meu governo, deve ser ampliada para todos os poderes da República e instâncias federativas. Ela é um poderoso instrumento do cidadão para fiscalizar o uso correto do dinheiro público. Aliás, a melhor forma de combater a corrupção é com transparência e rigor.

Em relação à Copa, quero esclarecer que o dinheiro do governo federal, gasto com as arenas é fruto de financiamento que será devidamente pago pelas empresas e os governos que estão explorando estes estádios. Jamais permitiria que esses recursos saíssem do orçamento público federal, prejudicando setores prioritários como a Saúde e a Educação.

Na realidade, nós ampliamos bastante os gastos com Saúde e Educação, e vamos ampliar cada vez mais. Confio que o Congresso Nacional aprovará o projeto que apresentei para que todos os royalties do petróleo sejam gastos exclusivamente com a Educação.

Não posso deixar de mencionar um tema muito importante, que tem a ver com a nossa alma e o nosso jeito de ser. O Brasil, único país que participou de todas as Copas, cinco vezes campeão mundial, sempre foi muito bem recebido em toda parte. Precisamos dar aos nossos povos irmãos a mesma acolhida generosa que recebemos deles. Respeito, carinho e alegria, é assim que devemos tratar os nossos hóspedes. O futebol e o esporte são símbolos de paz e convivência pacífica entre os povos. O Brasil merece e vai fazer uma grande Copa.

Minhas amigas e meus amigos,

Eu quero repetir que o meu governo está ouvindo as vozes democráticas que pedem mudança. Eu quero dizer a vocês que foram pacificamente às ruas: eu estou ouvindo vocês! E não vou transigir com a violência e a arruaça.

Será sempre em paz, com liberdade e democracia que vamos continuar construindo juntos este nosso grande país.

Boa noite!

quinta-feira, junho 13, 2013

quarta-feira, junho 12, 2013

Memória Social: El Derby de la Sufragista EmilyEmily Davidson, Que Murió Arrollada en 1913


El Derby de la sufragista


Este año la carrera se dedicó a Emily Davidson, que murió arrollada en 1913


El Derby de 1913 es considerado el más dramático y controvertido de la historia, entre otros azares por el fervor de una mujer y el rencor de un hombre. La mujer se llamaba Emily Davison y tenía poco más de 40 años: de familia modesta, en su adolescencia se dedicó a la natación y al ciclismo, después al arte, a la poesía y al estudio de la literatura inglesa para finalmente entregarse con pasión a la lucha por los derechos de la mujer. Se afilió a la Women Social and Political Union y participó en la lucha por el sufragio femenino en primera línea, siendo varias veces detenida, encarcelada y haciendo huelgas de hambre. El día del Derby acudió al hipódromo de Epsom y se situó al final de la curva de Tattenham, allí donde se inicia la recta final. Cuando pasaron los caballos se lanzó a la pista, unos dicen que para hacer ondear la enseña de su grupo y otros que para intentar colgársela a alguno de los participantes, con la mala suerte de ser arrollada por el último del pelotón, que era precisamente el caballo del rey Jorge V, Anmer, el cual cayó desmontando a su jockey. Emily sufrió graves heridas, a consecuencia de las cuales murió cuatro días después. Herbert Jones, el jinete, solo tuvo una contusión leve: hasta el final de sus días (se suicidó en 1954) vivió obsesionado por el rostro de la mujer y reverenciando su memoria. Anmer se levantó ileso y continuó corriendo descabalgado hasta la meta.
No todo acabó ahí. El gran favorito de la prueba era Craganour,propiedad del naviero Charles Bowyer Ismay, cuya compañía White Star había perdido el año anterior el navío orgullo de su flota, el Titanic.Bowyer Ismay tenía fama de mujeriego y había tenido un enredo con la cuñada de Edmund Loder, comisario jefe del Jockey Club en Epsom y criador de Craganour, que no le perdonó esta ofensa a su hermano. La carrera no fue demasiado limpia y varios participantes fueron luchando juntos y obstaculizándose hasta la misma meta, donde por un cuello venció el favorito. Se proclamó su triunfo y comenzaron los parabienes, hasta que de pronto todo quedó en suspenso: Loder había presentado una reclamación contra el vencedor, que él mismo, como comisario, debía decidir. Bowyer Ismay supo de inmediato que su enemigo no iba a dejar pasar esa ocasión de vengarse. Craganour fue distanciado al último lugar y se regaló el triunfo al insólito Aboyeur, que iba cien a uno en las apuestas. El escándalo entre los apostantes fue mayúsculo (probablemente mayor que el causado por la muerte de la sufragista momentos antes), pero la decisión fue irreversible.
Cien años después, el Derby se ha corrido en un país donde ya las mujeres tienen voto desde hace décadas y acaba de morir una que fue el primer ministro más notable y controvertido de la posguerra. La prensa y el hipódromo dedicaron homenajes a Emily Davison: a comienzos de la jornada de Epsom, el grupo de paracaidistas que cada año saltan sobre la pista con admirable precisión llevando la bandera británica estaba en esta ocasión formado exclusivamente por mujeres. El compositor Tim Benjamin le ha dedicado la ópera Emily y acaba de publicarse un libro sobre ella y sobre la famosa carrera en que perdió la vida (The Sufragette Derby, de Michael Tanner, Robson Press).
Probablemente a Emily le hubiese gustado por esperanzador el nombre del favorito de este año, Dawn Approach, ganador de las Dos Mil Guineas. Después de todo, también el sacrificio de ella anunció la cercanía del alba de los derechos de la mujer… El caballo tiene sin duda una lámina espléndida, pero podía dudarse mucho de su capacidad de aguantar con eficacia la distancia del Derby, 800 metros mayor que la de las Guineas. Como en otras ocasiones, el entrenador irlandés Aidan O’Brien presentaba contra él una potente escuadra de cinco caballos, cuyos tres principales componentes llevaban nombres bélicos y dominantes: Battle of Marengo, Ruler of the World y Mars. Ya que de la dialéctica de los nombres estamos tratando, tan interesante incluso contra nuestra voluntad racional para los románticos del turf, difícilmente puede encontrarse un origen más evocador que el de Battle of Marengo, hijo de Galileo y Anna Karenina, la soñada alianza de la ciencia y la literatura… Pero mi corazoncito, llevado por la susodicha poética nominal, se fue con Libertarian, a pesar de que contaba con menos partidarios entre los pronosticadores oficiales.
Antes de la carrera, como en anteriores ocasiones especiales, se rindió homenaje a un invitado de honor en Epsom. En este caso fue el jockey ya retirado Pat Eddery, ganador tres veces de la gran carrera y seis veces segundo en ella. Se me hizo raro verle con gafas, chistera y chaqué, luciendo un aire inequívocamente senior. Fue el ganador del primer Derby de mi vida, en 1975 sobre Grundy (también la primera de sus victorias en la prueba). Por entonces yo le miraba con cierta hostilidad porque era el joven aspirante que quería desbancar de su primacía a mi ídolo de siempre Lester Piggott. Más tarde, tras la retirada de Lester, ocupó como second best la preferencia en mi afición. Ahora, jubilados ya ambos (y también yo), le veo como alguien de mi familia y disfruto melancólicamente del homenaje que le tributan quienes apenas le conocieron en su esplendor deportivo.
Puesto que había serias dudas respecto al aguante en la distancia deDawn Approach, podía suponerse que O’Brien haría marcar a algunos de sus caballos un paso exigente, para ponerle a prueba y agotar sus reservas. Prefirió astutamente que el ritmo fuese lento y así desconcertó al vulnerable favorito, que luchó con su jinete por entregar cuanto antes su velocidad hasta ponerse finalmente en cabeza al comenzar la recta, pero ya desgastado y sin fuerzas. Todos le rebasaron y acabó último. El poderoso triunfador fue Ruler of the World, que en efecto dominó si no el mundo al menos el Derby y ganó por más de un cuerpo, seguido por el estupendo remate de Libertarian, que batió por corta cabeza aloutsider Galileo Rock y a Battle of Marengo, los que habían ido en cabeza gran parte del recorrido. ¡Siempre el libertario tratando de alcanzar al mandamás del mundo y sin lograrlo… por ahora! Genéticamente hablando, el gran vencedor de este Derby es el semental Galileo: de los cuatro primeros clasificados, tres eran hijos suyos y el otro, su nieto. Como sigan las cosas igual, habrá que desdoblar el Derby y correr uno solo con parientes de Galileo y otro con los demás…
Hace un siglo, los restos de Emiliy Wilding Davison fueron llevados a su localidad natal de Morpeth, en Northumberland, y enterrados en la iglesia de St. Mary. En su lápida figuran las fechas de su breve y valerosa vida, junto al lema enérgico y ferviente de la organización sufragista en que militó: “Hechos, no palabras”. Charles Bowyer Ismay se consoló de haber perdido injustamente el Derby vendiendo Craganourpor 30.000 libras al argentino Martínez de Hoz, dueño del Haras Chapadmalal, con el requisito de que fuese dedicado a la cría y no volviese a correr. El vencedor oficial, Aboyeur, fue vendido a Rusia por 13.000 libras. El rencoroso Eduard Loder murió al año siguiente, víctima del mal de Bright, entre cuyos síntomas que alteran el sistema nervioso están pensamientos de hostilidad irracional. Pero toda Europa padeció algo parecido, porque ese año comenzó la primera Gran Guerra.
Fernando Savater es escritor.

sábado, junho 08, 2013

Livros de Serviço Social na Feira do Livro de Lisboa no Pavilhão Livraria Letra Livre

Em Benfica  Lisboa Portugal os Livros estão à venda  na Papelaria Papel de Mérito 
Telefone 217603724 papeldemerito@sapo.pt

terça-feira, junho 04, 2013

Serviço Social Arquivo Do IPBeja

quinta-feira, maio 30, 2013

segunda-feira, maio 27, 2013

Vida e Morte numa Mina do Alentejo....: Um livro do Assistente Social Miguel da Conceição Bento


Recentemente editado este livro, fruto de trabalho de pesquisa na sua terra, promete uma leitura atenta a esta realidade. Voltaremos a ele com uma leitura círitica.

alfredo henríquez

sexta-feira, maio 24, 2013

terça-feira, maio 14, 2013

Pagar para Creditar:Continuam Situações de Corrupção nas Universidades Chilenas


Levantan arresto domiciliario total 

a ex rector de la Universidad. Pedro de Valdivia

El abogado Gabriel Zaliasnik dijo que su representado quedó sujeto sólo a arresto domiciliario parcial desde las 22 horas hasta las 10 de la mañana, enfatizando que "no hubo oposición por parte del Ministerio Público".

El Octavo Juzgado de Garantía de Santiago ordenó rebajar la medida cautelar que cumple el ex rector de la Universidad Pedro de Valdivia, Ángel Custodio Maulén, quien está involucrado en las irregularidades detectadas en el proceso de acreditación, lo que incluiría pagos por validar a esta casa de estudio.

Según detalló a Emol su defensor, el abogado Gabriel Zaliasnik, su representado quedó sujeto sólo a arresto domiciliario parcial desde las 22 horas hasta las 10 de la mañana, enfatizando que "no hubo oposición por parte del Ministerio Público".

Asimismo, explicó que el próximo 26 de mayo se cumple el plazo de investigación de 6 meses ordenado por el tribunal, sin embargo, dicho periodo podría extenderse si la Fiscalía Oriente concreta solicitar aumento de plazo.

Maulén permanecía con arresto domiciliario total a raíz del proceso por el cual es investigado por los delitos de lavado de activos y cohecho.

Junto con el ex directivo, también son indagados el ex rector de la Universidad del Mar, Héctor Zúñiga; el ex jefe de la Comisión Nacional de Acreditaciones, Luis Eugenio Díaz; y el ex rector de la Universidad SEK, José Enrique Schroeder

domingo, maio 12, 2013

Mangualde ( Portugal):Contributos da Lei da Paridade. Lançamento de Livro da Assistente Social, Mestre Isabel Ramos


Segue em anexo o convite para a apresentação do meu livro "Contributos da Lei da Paridade".

Este foi o resultado de uma investigação que fiz durante um ano, correspondendo à minha dissertação de mestrado.

Para o evento, gostaria muito de contar com a  Vossa presença e respectiva família.


Um abraço,



Mangualde, 12 maio de 2013


Isabel Ramos
Tel. 964266111

sábado, maio 11, 2013

Serviço Social em Cabo Verde: Estudo Identifica Abortos Inseguros


Praia - Cerca de 7.500 casos por ano de interrupção de gravidez feitos de forma insegura foram registados em Cabo Verde, segundo um estudo sobre aborto apresentado sexta-feira na Cidade da Praia pela Associação Cabo-verdiana de Proteção da Família (VerdeFam).
O aborto seguro nas estruturas de saúde foi legalizado em Cabo Verde desde 1997, através da Lei sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez - IVG (Lei No 7/87 de 14 de Fevereiro), mas há fatores relacionados com dificuldades de acesso físico, económico e cultural que constituem obstáculos à sua efetiva implementação.
Embora até agora não existiam dados fiáveis sobre o aborto clandestino, sabe-se que ele é praticado, constituindo ainda uma ameaça à saúde da mulher.

O estudo mandado efetuar pela VerdeFam teve como primeiras preocupações perceber qual a
dimensão, a envergadura do fenómeno e as suas dimensões sociológicas e antropológicas.

Segundo o antropólogo José Carlos dos Anjos, consultor e investigador que coordenou a pesquisa, o estudo constatou que o volume e a proporção do aborto oficioso é muito maior do que se imagina.
"Calculamos que, embora os dados sejam difíceis recolher, realmente sete vezes mais mulheres fazem aborto de forma caseira, insegura e com riscos para a saúde do que mulheres que vão aos serviços públicos do hospital", indicou.
O consultor realça que o que parece ser "mais preocupante" no estudo é que "com muita frequência" as mulheres, na sua maioria jovens que podem recorrer ao serviço público "não o fazem por causa da violência adicional hospitalar".
O investigador chama também a atenção para a imprecisão de alguns dados dada à falta de registo "mais preciso" sobre os casos de mulheres que vão ao hospital em busca da corretagem, bem como as dificuldades de acesso ao número de pessoas que fazem aborto e que não precisam depois recorrer a serviços hospitalares.
"De qualquer das formas podemos perceber que o aborto oficioso é um grave problema de saúde pública que se relaciona com dimensões culturais da sociedade cabo-verdiana e que deve ser encarado de uma forma muito refletida e conjuntamente", concluiu.
Segundo José Carlos dos Anjos, se o atendimento hospitalar após o uso de citotec (medicamento para tratamento de úlcera usado para abortar) fosse mais acolhedor e houvesse um serviço social e psicológico de acolhimento à mulher, poder-se-ia evitar um "impacto mais danoso" da prática do aborto sobre a saúde da mulher, bem como a recorrência seguinte a ciclos abortivos.

in http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20032164-cabo-verde-regista-anualmente-cerca-de-7500-abortos-inseguros

segunda-feira, maio 06, 2013

sexta-feira, maio 03, 2013

Dia 1º de Maio Chile

quarta-feira, abril 24, 2013

terça-feira, abril 23, 2013

O Serviço Social Português na Imprensa

Somos da opinião de que o incentivo à Investigação em Serviço Social, não pode ser uma coutada da academia. A tautologia implícita em muitos projectos de pesquisa tem levado a cometer muitos erros na profissão. Os trabalhadores Sociais que estão no exercício do seu trabalho, geralmente a labutar em equipas multidisciplinares, devem conquistar espaços de reflexão e síntese que potencie as capacidades de intervenção social. Este assunto é profundamente delicado e pertinente no caso do Serviço Social com as comunidades, velhas ou novas, que estão ser vitimizadas com a pobreza. Por exemplo, um mapeamento da sociedade portuguesa indica uma dinâmica na qual se verificam mudanças bastante significativas; o fenómeno do abandono escolar hoje não corresponde ao de há alguns anos atrás e; nem sempre as estatísticas proporcionam um imediatismo e visibilidade desejada,etc

Imaginação Sociológica é um estilo que possibilita potencializar a intervenção social para quem introduz no seu trabalho quotidiano. O registo da observação, a arqueologia do conhecimento consolida e qualifica a forma de intervir e tomar decisões.

Mas para quem goste deste estilo de trabalho, os arquivos de imprensa ou as reportagens temáticas, constituem uma mais valia importante. Deixo neste texto outro artigo dedicado às Lutas Sindical dos profissionais de Serviço Social 



alfredo henríquez

Serviço Social Português na Imprensa

Nas Condições mais adversas, os profissionais de Serviço Social conseguiam elevar o debate a questões importantes para a vida organizacional. O exemplo do Sindicato dos Profissionais de Serviço Social, hoje extinto ?: antes do 25 de Abril é um exemplo importante que merecia ser noticiado na imprensa nacional.
As preocupações actuais sobre esta matures deve ser lembrada e constituir objecto de estudo para quem quer lidar colectivamente perante os problemas sociais que nos depara a sociedade portuguesa inserida num contexto mais alargado.
O documento reproduzido dever ser entendido como um ligeiro contributo para o incitamento às reflexões futuras.

Alfredo Henríquez
24 de Abril 2013

sábado, abril 13, 2013

quarta-feira, abril 10, 2013

segunda-feira, abril 08, 2013

Trabajo Social Ezequiel Ander Egg em Perú

A Dia 8 de Abril Celebra a sua Festa Internacional o Povo Cigano



Em 8 de abril é comemorado o Dia Mundial dos Ciganos (International Roma Day), que é a maior minoria étnica na Europa, perfazendo 8 milhões de pessoas. O Dia Internacional dos Ciganos foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1971, por meio de uma ampla campanha liderada pelo ator americano cigano Yull Briner.
Desde a sua chegada a Portugal, a população Cigana tem vivido uma realidade de rejeição, alimentada pela falta de conhecimento da sua cultura, das suas características e do seu modo de vida próprios. Embora usufruindo da cidadania no país, os Ciganos, na sua maioria, são considerados cidadãos de segunda classe, gerando, de ambas as partes, uma atitude de desconfiança com tendência a fecharem-se sobre si mesmos.
Com o intuito de converter esta situação e aproveitando esta data, convidamos todos os cidadãos a darem um passo significativo na nossa ação, saindo de uma relação de suspeita e de desconfiança e construirmos uma relação de confiança. E para superarmos esta desconfiança e as situações de discriminação precisamos de gestos concretos de solidariedade.
Neste sentido comvidamos V. Exa. para estar presente amanhã na Casa da cultura de Beja de acordo com omprograma que segue em anexo.

Beja 4 de Abril de 2012
Os Mediadores Ciganos do Distrito de Beja
Prudêncio Canhoto 969660229

Atenciosamente,

Anselmo Prudêncio
Técnico do Núcleo Distrital de Beja
EAPN Portugal/ Rede Europeia Anti-Pobreza
Rua do Jornal Ala Esquerda 20
7800-301 Beja
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quinta-feira, abril 04, 2013

Ministro Relvas Apresenta Demissão (Portugal )


A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) detectou "falta de fundamento" na atribuição de créditos em alguns dos 120 processos de ex-alunos que analisou. E disso mesmo deu conta ao Ministério da Educação e da Ciência (MEC) num relatório que ainda não foi divulgado. Manuel José Damásio, da administração da universidade, não comenta a demissão do ex-aluno Miguel Relvas do cargo de ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Nem diz se foi a universidade a retirar-lhe o grau académico. Confirma, contudo, que depois de o MEC ter solicitado, em Outubro de 2012, à universidade que fizesse uma análise de vários processos de ex-alunos, entre os quais o de Miguel Relvas, concluiu que "em alguns casos não havia fundamento" para os créditos que foram atribuídos — e que permitiram a obtenção de graus.
 Manuel Damásio diz que noutros casos, que não os que deram origem ao relatório entregue ao ministério (e sobre o qual não quer falar), quando se detecta problemas com um diploma, quem tem retirado os graus académicos é a própria Lusófona. "Dou um exemplo: uma situação em que se detecta que um aluno entregou um documento falso. Se detectado que há uma falta de fundamento documental para a atribuição de um grau académico, é à universidade que compete retirar esse grau. E já anulámos graus. Nós e outras universidades. Faz parte das nossas competências." Foi a 13 de Julho que teve início uma auditoria à ULHT a pedido do ministério de Nuno Crato. 
A inspecção, anunciou-se então, deveria analisar a "regularidade dos procedimentos de creditação de competências" — procedimentos postos em causa depois das revelações sobre os créditos atribuídos a Miguel Relvas. Relvas requereu admissão à licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais em Setembro de 2006, tendo obtido 160 créditos que resultaram da equivalência a 32 das 36 cadeiras do plano de estudos. Em Outubro de 2007, o agora ex-ministro estava licenciado. PS pede demissão de Crato 
Em Outubro do ano passado, a auditoria à universidade apurou que 160 foi o máximo de créditos atribuídos naquela instituição por reconhecimento do percurso profissional de um candidato. E que tal aconteceu apenas com "um único aluno" de Ciência Política — Miguel Relvas. Outros 96 estudantes obtiveram entre 121 e 140 créditos, pela mesma via, desde 2006/07. Em regra, uma licenciatura é composta por 180 créditos. Ao mesmo tempo que os resultados da auditoria eram conhecidos, Nuno Crato assinava um despacho em que se admitia que alunos que tivessem obtido graus académicos com créditos poderiam vê-los anulados se fossem detectadas irregularidades nos procedimentos ou se não existisse "fundamentação suficiente" para a creditação. À ULHT foram dados 60 dias para reanalisar "todos os processos". E apresentar resultados. 
 A Lusófona entregou o relatório dentro do prazo. "Um relatório gigantesco", nas palavras de Damásio, em que cada um dos 120 processos é analisado em pormenor, a vários níveis, "científico e documental", por exemplo. Mas até hoje o MEC nada divulgou. Esta semana o grupo parlamentar do PS questionou pela terceira vez, no Parlamento, "qual o motivo subjacente à demora na publicitação dos resultados". Queria saber também se havia ou não licenciaturas anuladas na Lusófona. O primeiro subscritor do requerimento, Rui Santos, deputado do PS, admitiu ao PÚBLICO que se estivesse "a querer proteger alguém". Esta tarde disse que ainda não recebeu a informação solicitada ao MEC. Mas que se as notícias se confirmarem o ministro da Educação Nuno Crato também devia demitir-se "porque guardou o relatório durante demasiado tempo, à espera da melhor ocasião" para a notícia ser divulgada. http://www.publico.pt/portugal/noticia/lusofona-diz-que-houve-creditos-sem-fundamento-em-alguns-graus-academicos-1590167

segunda-feira, abril 01, 2013

A Questão Social em Agenda Conferência José Paulo Netto Beja Portugal



Conferencista José Paulo Netto 
 Beja 
A Questão Social em Agenda Conferência José Paulo Netto Beja Portugal 
2 de Abril 2013
Instituto Politécnico de Beja 

quinta-feira, março 28, 2013

Portugal Festas de Serpa: Cortejo assinala 500 anos do Foral Manuelino


Arranca amanhã, sexta-feira, mais uma edição das Festas em Honra de Nossa Senhora da Guadalupe, em Serpa. Como acontece todos os anos, milhares de pessoas são esperadas, principalmente no domingo de Páscoa, dia das procissões do Altinho para a igreja do Salvador, conduzindo a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, e da igreja do Salvador ao encontro da que vem do Altinho, na Cruz Nova, que terão lugar pelas 15 horas. 

http://da.ambaal.pt/noticias/?id=2934 

http://www.facebook.com/diariodoalentejo

Chili Woman Day

quarta-feira, março 27, 2013

Donativos e Mecenatos Lucrativos Beneficiam Universidades com Maiores Recursos

La Ley de Donaciones, que beneficia al donante con descuento de impuestos, permitió que las universidades con más recursos y que educan a los jóvenes de sectores más acomodados, concentren la mayor cantidad de dinero. Lo grave es que parte de estos recursos que acrecientan la desigualdad del sistema educacional los financia el Fisco. Allí también las empresas relacionadas de las universidades han encontrado un mecanismo para incrementar sus ganancias.

Esta investigación de CIPER analiza las donaciones entre 2001 y 2011 que totalizan $191 mil millones, de los cuales $88 mil millones fueron a la U. de los Andes y a la Católica de Chile. Un tema clave para la Educación Superior que no ha sido debatido.Entre 2001 y 2011, las universidades chilenas recibieron $191 mil millones de pesos gracias a la Ley de Donaciones. Estos dineros no fueron equitativamente repartidos entre las casi 60 instituciones que existen en el país. Más de $88 mil millones (el 46 % del total), se concentraron en sólo dos planteles: la Universidad de Los Andes ($45 mil millones) y la Pontificia Universidad Católica de Chile ($43 mil millones): ambas instituciones privadas, católicas y enfocadas a la formación de jóvenes de altos ingresos. 
Según datos del Consejo Nacional de Educación (CNED), en 2012 el 85% de los alumnos de primer año de la U. de los Andes provino de colegios particulares pagados. En el caso de la PUC, los egresados de establecimientos particulares pagados representaron el 66,5 % del total de alumnos provenientes de la Enseñanza Media.En las lista de las 10 instituciones que más donaciones recibieron entre 2001 y 2011, están también, pero bastante más atrás, las universidades de Chile (con $26,3 mil millones), Alberto Hurtado ($9 mil millones), Del Desarrollo ($7,3 mil millones), Técnica Federico Santa María ($6 mil millones), Adolfo Ibáñez ($5,8 mil millones), Austral ($4,4 mil millones), Andrés Bello ($4 mil millones) y Finis Terrae ($4 mil millones). La sobre representación que tienen universidades dirigidas a educar a los jóvenes de más altos ingresos muestra que la Ley de Donaciones ha tenido la consecuencia de incrementar la desigualdad en la Educación Superior. Un aspecto preocupante de esta consecuencia es que el propio Fisco ha contribuido a financiar parte de los miles de millones que han beneficiado a estas instituciones privadas.

Continue a consultar in http://www.elmostrador.cl/kiosko/2013/03/26/universidades-privadas-con-mas-recursos-son-las-mas-beneficiadas-con-la-ley-de-donaciones/

quarta-feira, março 20, 2013

quarta-feira, março 13, 2013

CFESS Brasil : 20 Anos do Código de Ética de Serviço Social


Neste dia 13/3, o Código de Ética do/a Assistente Social completa 20 anos de existência. E para comemorar a data, preparamos algumas postagens sobre este importante documento, que é um instrumento concreto na defesa de direitos e na luta por uma sociedade justa e igualitária. Que tal começar lendo um CFESS Manifesta especial sobre o tema? Acesse em http://www.cfess.org.br/arquivos/cfessmanifesta2013_20anosCEP-SITE.pdf

sábado, março 09, 2013

Estudante de Serviço Social da UnB Ganha Prémio por Realizar Documentário sobre a Lei Maria la Penha


Documentário de aluna do Serviço Social é premiado
Trabalho de Jackeline Soares Lima sobre mulheres vítimas de violência foi escolhido entre os melhores em concurso da Câmara dos Deputados com enfoque na Lei Maria da Penha
Naiara Leão - Da Secretaria de Comunicação da UnB





A estudante de Serviço Social da Universidade de Brasília Jackeline Soares Lima foi premiada no 1º Concurso Curta Documentários sobre a Lei Maria da Penha da Câmara dos Deputados, organizado pela Procuradoria Especial da Mulher e Secretaria de Comunicação da instituição e pelo Banco Mundial. O documentário “Trajetórias marcadas pela violência” é resultado do trabalho de conclusão de curso da aluna, apresentado no final de 2012. Nele, mulheres relatam histórias de sofrimento e tentativas de superação.
A premiação ocorreu nesta segunda-feira, 5 de março, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Além desta, outras quatro produções vencedoras receberão R$ 10 mil e serão exibidas pela TV Câmara. A cerimônia contou com a presença de autoridades como o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, instituição apoiadora do prêmio, e a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci.
Jackeline quis trabalhar com o tema por causa das matérias de gênero que cursou na UnB e porque lida com processos judiciais de violência doméstica em seu estágio no Ministério Público. Sua orientadora foi a professora Debora Diniz, antropóloga e militante de direitos humanos. Autora de inúmeras pesquisas de impacto e repercussão nacional, Débora Diniz coordenou amplo estudo sobre os manicômios judiciários do país. Leia mais aqui.
O curta tem duas versões, segundo a aluna. A primeira, com 30 minutos, traz o relato de três entrevistadas. “Acabei conseguindo reunir mulheres de três diferentes classes sociais. É interessante também porque duas delas passaram por violência antes da Lei e outra depois. Isso revela alguns contrastes”, conta a estudante.
O vídeo teve que ser reduzido para se adaptar ao edital do concurso. Jackeline deixou 10 minutos de duas entrevistas. Uma delas, de uma mulher chamada Veronica, é a que mais impressionou a estudante pela impunidade do agressor. Os fatos aconteceram antes que a Lei Maria da Penha fosse sancionada. “Ela sofreu todo tipo de violência: moral, física e sexual. Quando ela já não se relacionava mais com ele, estava de resguardo do filho de outro homem, ele a procurou e começou a ofendê-la. Como ela estava psicologicamente abalada, foi com faca para cima dele. O vizinho viu e chamou a polícia. Ela foi presa e ele não. Durante três anos ela cumpriu pena com trabalho voluntário”.

LEI MARIA DA PENHA - A legislação de proteção à mulher entrou em vigor há seis anos e homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Fernandes, que ficou paraplégica após sofrer duas tentativas de assassinato por parte do ex-marido. A lei alterou o Código Penal, triplicando a pena para crimes de violência doméstica contra as mulheres, além de permitir a prisão em flagrante dos agressores.
A Procuradora Especial da Mulher na Câmara dos Deputados, deputada Elcione Barbalho, do PMDB do Pará, acredita que ainda há muita dificuldade para colocar a lei em prática. "O que acontece: nunca há recursos para implantar as delegacias especiais. Então, falta muita coisa em termos de aperfeiçoamento. Tem que ter condições de dar apoio para essa mulher, até no sentido de ter um apoio interdisciplinar, seja uma psicóloga, porque eu sempre digo que a pior agressão é aquela que não deixa marca, que é a psicológica. E uma outra preocupação é cuidar também do agressor, porque senão ele vai reproduzir mais adiante com outra mulher", afirma a deputada.
Por outro lado, destaca a deputada, a repercussão midiática da Lei Maria da Penha encoraja as mulheres a denunciarem os seus agressores. "Hoje nós temos muito mais acesso à imprensa. Eu não sei se antes era assim, pois nós não tinhamos essa facilidade, não tinhamos acesso à internet, não tinhamos como denunciar, os movimentos ainda estavam enfraquecidos. Hoje nós estamos muito mais fortalecidos. Hoje a mulher vai para cima, denuncia, toma a iniciativa, tem o apoio dos movimentos sociais, realmente tem quem o ajude"
De acordo com levantamento da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a Central de Atendimento à Mulher - mais conhecida como Ligue 180 - recebeu mais de 2 milhões de denúncias até o ano passado, das quais quase 330 mil foram enquadradas na Lei Maria da Penha.

in http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=7608

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

sábado, janeiro 26, 2013

Eurodeputada Ana Miranda em Visita na Zona de conflictos Mapuches


Para hoy, sábado 26 de enero de 2013, está fijada una visita protocolar de la Eurodiputada Ana Miranda, quien ha interpelado públicamente sobre los atropellos hacia el Pueblo Nación Mapuche y ha abogado sobre las violaciones de los Derechos Humanos en Chile y la criminalización hacia los Movimientos Sociales.
Esperamos que a eso de las cinco de la tarde, la experta en Derecho Internacional ya esté en nuestro Territorio.
Informaremos más tarde a través de nuestros Werken los por menores de esta importante visita.
Noticia en Desarrollo.
Werken Jorge Huenchullán : 8 310 12 23 Publicado por Comunidad Mapuche Autónoma Temucuicui

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Serviço Social e Direitos Humanos Carta das Ordens Profissionais sobre Greve de Fome Mapuches CHILE

CARTA: 


El 21 de Enero, a 69 días de la huelga de hambre de los presos políticos Héctor Llaitul y Ramón Llanquileo, el departamento de DDHH del Colegio Médico de Chile, con el apoyo de su presidente, Dr. Enrique Paris, y de las organizaciones miembros del Coordinador de Derechos Humanos de los Colegios Profesionales de Chile, entre estas los departamentos de DDHH del Colegio de Contadores, Médicos Veterinarios y Periodistas, nos dirigimos al Ministro del Interior, Sr. Andrés Chadwick, para plantear lo siguiente:

Desde nuestro quehacer como profesionales, solicitamos que Ud. instruya a Gendarmería para que dé curso a las peticiones de los huelguistas referidas a temas que consideramos pueden ser de solución inmediata, y que por tanto permitirían dar fin a la huelga de hambre.

Entre estas peticiones están que se garantice a Héctor Llaitul atención de salud, específicamente, de oftalmología y traumatología (operación de rodilla). A ello se suma su regreso a la cárcel de Angol, y la implementación de la salida dominical (beneficio carcelario) para Ramón Llanquileo.

El traslado de Llaitul y la negación del beneficio carcelario se dieron en forma paralela a la intensificación de la represión sobre las comunidades mapuche luego de la muerte del matrimonio Luchsinger, hecho no vinculado en absoluto a los presos políticos, y del cual su organización, la Coordinadora Arauco Malleco se ha desmarcado considerando que ese tipo de acciones “sólo contribuye a reforzar el discurso racista y fascista y justificar las posturas más retrogradas y recalcitrantes respecto del pueblo mapuche”.

En contraposición a esa reacción, crece en Chile, con apoyo global, la adhesión a la iniciativa humanitaria que también nosotros apoyamos, a favor de una salida política al conflicto del Estado chileno con el pueblo mapuche. Ello incluye desmilitarizar la zona, y asumir la iniciativa humanitaria lanzada por 12 personalidades del mundo académico y social, frente a la huelga de hambre de los presos políticos mapuche. En ese marco, nos hacemos eco de su llamado a la aplicación de todos los convenios y tratados internacionales firmados por Chile en materia de derechos humanos; la aplicación de la justicia y el término de la impunidad en los casos de comuneros mapuche muertos por agentes del Estado chileno. Rechazamos asimismo la aplicación de la ley antiterrorista y las condenas obtenidas a partir de declaraciones de testigos secretos, en procesos viciados que permiten generar condenas como las que sufren los huelguistas de hambre.

Como médicos y como profesionales, nos declaramos dispuestos a facilitar las gestiones y acciones que contribuyan al término de esta huelga de hambre y estaremos atentos a los esfuerzos que se realizan en dirección al inicio de un proceso de diálogo verdadero que recoja el conjunto de las demandas del pueblo mapuche.

Saludan a Ud. Atte.

Dr. Alvaro Reyes, Presidente Departamento DDHH Colegio Médico de Chile

Luis Astorga, por el Coordinador de DDHH de los Colegios Profesionales, y la Comisión de DDHH del Colegio de Contadores de Chile, CRM.